domingo, 25 de janeiro de 2015

O amor incondicional de Monique e Leandro, casados

Casamento de Monique e Leandro (foto: Mirdad)


O amor é raro. Acontece, e não dá pra medir, comparar ou quantificar. Quem ama, não ama mais que o outro. Os dois amam, na mesma sintonia, que traz paz ao abraço de lar, aconchego ao segurar as mãos em conforto pelo encontro, afeto ao expôr a gratidão evidente por estar junto, sem condicionantes. Os dois amam, na mesma vibração, gozando o sublime pelo encaixe harmônico e feroz dos corpos - sem o erro infantil de provar uma perfomance -, beijando com o querer ampliado pela profundidade dos lábios a degustar o sabor da pele que nos complementa e amplia, bailando os passos que nos combina como um só ingênuo a fluir a dança de Maya, todos os divinos seres que transcendem ao sorrir, deslizar, fruir e intuir.

O amor, raro, é o incondicional. É o mais próximo que podemos materializar do que é divino, astral, positivo, do bem. E, entre tantas figurações nocivas do que é o afeto, ser um casal, amar, nesses dias tão difíceis de egoísmo e ostentação, tive a honra e o prazer incrível de vivenciar a bela cerimônia (que evidenciou o amor, o raro, ao nosso pequeno universo de seres) do casamento de Leandro Pessoa e Monique Meirelles, duas pessoas do bem e do bom, que se amam, incondicionalmente. Viva o amor! Longa vida ao casal! E que seja nosso farol a iluminar a esperança de ter a sorte de um encontro com o amor. O raro. Incondicional.

Casamento de Monique & Leandro
25 de janeiro de 2015
Texto e foto: Emmanuel Mirdad

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