amizade ( friendship ), s.f. Um navio grande o suficiente para carregar duas pessoas quando há bom tempo, mas apenas uma na tormenta. futuro ( future ), s.m. Aquele período de tempo em que nossos negócios prosperam, nossos amigos são verdadeiros e nossa felicidade está assegurada. hábito ( habit ), s.m. Algema para os livres. fantasma ( ghost ), s.m. O sinal exterior e visível de um medo interior. costas ( back ), s.f.pl. A parte de seu amigo que você tem o privilégio de contemplar quando passa por problemas. mendigo ( beggar ), s.m. Aquele que confiou na ajuda dos amigos. chato ( bore ), s.m. Aquele que fala quando você quer que ele ouça. telefone ( telephone ), s.m. Uma invenção do Diabo que anula algumas das vantagens de manter a distância uma pessoa desagradável. velhice ( age ), s.f. Aquele período da vida em que agravamos os vícios que ainda nos agradam amaldiçoando aqueles que não temos mais a iniciativa de cometer. fidelidade ( fidelity ), s.f. Virtude peculiar àqueles que estã...
Trinta passagens do livro de ensaios deus não é grande — Como a religião envenena tudo, de Christopher Hitchens
“(...) Deus não criou o homem à sua imagem. Evidentemente foi o contrário, e essa é a explicação indolor para a profusão de deuses e religiões e o fratricídio entre religiões e no interior delas que vemos ao nosso redor e que tanto têm adiado o desenvolvimento da civilização.” “Se eu não posso provar definitivamente que o sentido da religião desapareceu no passado, que seus livros fundamentais são fábulas transparentes, que é uma imposição criada pelo homem, que tem sido inimiga da ciência e da pesquisa e que sobreviveu principalmente de mentiras e medos e foi cúmplice da ignorância e da culpa, bem como da escravidão, do genocídio, do racismo e da tirania, eu quase certamente posso afirmar que a religião hoje está plenamente consciente dessas críticas. Também está plenamente consciente das provas cada vez mais numerosas, referentes às origens do universo e à origem das espécies, que a relegam à marginalidade, quando não à irrelevância.” “(...) Nossa crença não é uma crença. Nossos prin...