Pular para o conteúdo principal

Seleta de Emmanuel Mirdad


O jornalista, compositor e colecionador Emmanuel Mirdad seleciona e elabora playlists com as bandas e artistas que mais gosta de escutar, divulgando as músicas nos seus perfis no YouTube e no Spotify. Além de colocar no streaming o seu acervo musical físico e compartilhar com a internet as suas escolhas, há o interesse de divulgar trabalhos não tão conhecidos e promover a arte nas redes sociais. O principal intento é celebrar o produto mais incrível criado & realizado pelo ser humano: a música.  PS: A seção Seleta será atualizada a cada nova playlist criada. Atualmente, estão disponíveis 63 playlists e 4.277 músicas.

Seleta: Rock
14 playlists | 1.180 músicas
Ouça aqui
Pink Floyd, Radiohead, The Cranberries,
Led Zeppelin, Dire Straits, etc.

Seleta: Reggae
10 playlists | 616 músicas
Ouça aqui
Bob Marley, Alpha Blondy, Edson Gomes,
Burning Spear, Culture, etc.

Seleta: Post-Rock
10 playlists | 514 músicas
Ouça aqui
Sigur Rós, MONO, Jakob,
Mogwai, Explosions in the Sky, etc.

Seleta: Forró
04 playlists | 500 músicas
Ouça aqui
Flávio José, Adelmário Coelho,
Santanna o Cantador, Estakazero

Seleta: Música Brasileira
10 playlists | 753 músicas
Ouça aqui
Legião Urbana, Zé Ramalho,
Belchior, Guilherme Arantes, etc.

Seleta: Folk
08 playlists | 278 músicas
Ouça aqui
Renato Russo, Rodrigo Amarante,
Lhasa, Luís Capucho, etc.

Seleta: World Music
04 playlists | 343 músicas
Ouça aqui
Gipsy Kings, Habib Koité,
Salif Keita e Björk

--------

Ainda não há seção para essas playlists criadas:

[Seleta: Playlists diversas]
Intervalo & Vício | 50 músicas | ouça aqui 
Livro “No canto da quadra”, de Tarcísio Buenas | 25 músicas | ouça aqui
Muralha (trilha) | 18 músicas | ouça aqui

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dez passagens de Clarice Lispector nas cartas dos anos 1950 (parte 1)

Clarice Lispector (foto daqui ) “O outono aqui está muito bonito e o frio já está chegando. Parei uns tempos de trabalhar no livro [‘A maçã no escuro’] mas um dia desses recomeçarei. Tenho a impressão penosa de que me repito em cada livro com a obstinação de quem bate na mesma porta que não quer se abrir. Aliás minha impressão é mais geral ainda: tenho a impressão de que falo muito e que digo sempre as mesmas coisas, com o que eu devo chatear muito os ouvintes que por gentileza e carinho aguentam...” “Alô Fernando [Sabino], estou escrevendo pra você mas também não tenho nada o que dizer. Acho que é assim que pouco a pouco os velhos honestos terminam por não dizer nada. Mas o engraçado é que não tendo absolutamente nada o que dizer, dá uma vontade enorme de dizer. O quê? (...) E assim é que, por não ter absolutamente nada o que dizer, até livro já escrevi, e você também. Até que a dignidade do silêncio venha, o que é frase muito bonitinha e me emociona civicamente.”  “(...) O dinheiro s

Oito passagens de Conceição Evaristo no livro de contos Olhos d'água

Conceição Evaristo (Foto: Mariana Evaristo) "Tentando se equilibrar sobre a dor e o susto, Salinda contemplou-se no espelho. Sabia que ali encontraria a sua igual, bastava o gesto contemplativo de si mesma. E no lugar da sua face, viu a da outra. Do outro lado, como se verdade fosse, o nítido rosto da amiga surgiu para afirmar a força de um amor entre duas iguais. Mulheres, ambas se pareciam. Altas, negras e com dezenas de dreads a lhes enfeitar a cabeça. Ambas aves fêmeas, ousadas mergulhadoras na própria profundeza. E a cada vez que uma mergulhava na outra, o suave encontro de suas fendas-mulheres engravidava as duas de prazer. E o que parecia pouco, muito se tornava. O que finito era, se eternizava. E um leve e fugaz beijo na face, sombra rasurada de uma asa amarela de borboleta, se tornava uma certeza, uma presença incrustada nos poros da pele e da memória." "Tantos foram os amores na vida de Luamanda, que sempre um chamava mais um. Aconteceu também a paixão

Dez poemas de Carlos Drummond de Andrade no livro A rosa do povo

Consolo na praia Carlos Drummond de Andrade Vamos, não chores... A infância está perdida. A mocidade está perdida. Mas a vida não se perdeu. O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terceiro amor passou. Mas o coração continua. Perdeste o melhor amigo. Não tentaste qualquer viagem. Não possuis casa, navio, terra. Mas tens um cão. Algumas palavras duras, em voz mansa, te golpearam. Nunca, nunca cicatrizam. Mas, e o humour ? A injustiça não se resolve. À sombra do mundo errado murmuraste um protesto tímido. Mas virão outros. Tudo somado, devias precipitar-te — de vez — nas águas. Estás nu na areia, no vento... Dorme, meu filho. -------- Desfile Carlos Drummond de Andrade O rosto no travesseiro, escuto o tempo fluindo no mais completo silêncio. Como remédio entornado em camisa de doente; como dedo na penugem de braço de namorada; como vento no cabelo, fluindo: fiquei mais moço. Já não tenho cicatriz. Vejo-me noutra cidade. Sem mar nem derivativo, o corpo era bem pequeno para tanta