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Mostrando postagens de Março, 2020

Revisando os anos 10

Emmanuel Mirdad (2010-2019)
Nos anos 10, fui produtor e empresário cultural, escritor, compositor, produtor musical, fonográfico, executivo e artístico, leitor e blogueiro. Nascido em Salvador, Bahia, em outubro de 1980, com um nome derivado de um livro, formei-me em Jornalismo pela Ufba em fevereiro de 2007, e, nos anos 10, fiz uma revisão anual dos trabalhos feitos, vitórias e derrotas, alegrias e frustrações, além de listas com os livros, filmes e séries vistas, e publiquei esse conteúdo nos posts “Revisando” desse blog.

Eu li 372 livros e assisti a 653 filmes e a 249 temporadas de séries nos anos 10. Li mais livros de contos (26,34%), vi mais filmes no Cinema (35,99%) e as séries na Netflix (84,34%). Prestigiei a produção brasileira na literatura (78,23%), mas a maioria esmagadora de filmes (90,66%) e séries (95,59%) foi estrangeira.

O livro predileto dos anos 10 foi de poesia, “Estação infinita e outras estações” (2012), do mestre baiano Ruy Espinheira Filho (embora o autor mais …

Revisando os anos 10: Filmes

Os 653 filmes vistos nos anos 10
Nos anos 10, assisti a 653 filmes. Contemplei-os no Cinema (35,99%), DVD (21,44%), Netflix (21,14%), canais de TV (8,73%), blu-ray (4,13%) e outros como Telecine Play, Now e YouTube (8,57%). A maioria esmagadora foi de filmes estrangeiros (90,66% – 592 filmes), e as obras nacionais foram pouco prestigiadas (9,34% – 61 filmes).

O filme predileto dos anos 10 foi o emocionante e reflexivo “Ela” (Her - 2013), do norte-americano Spike Jonze, com um roteiro brilhante sobre as relações afetivas na era do virtual, e a atuação que mais admiro de Joaquin Phoenix (foi o filme que mais gostei em 2014, contemplado no Cinemark de Campinas-SP).

Completando o top five dos anos 10 (todos longas de ficção, o meu gênero predileto, vistos no Cinema): o espetacular e surpreendente “O Segredo dos Seus Olhos” (El Secreto de Sus Ojos - 2009), do argentino Juan José Campanella (o filme que mais gostei em 2010, visto no Glauber Rocha); a porrada sem concessão do fantástico “Mãe…