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Mostrando postagens de 2017

Cinco passagens de Cidinha da Silva no livro Os nove pentes d’África

Cidinha da Silva - Foto daqui
“As histórias dos pentes dormitavam na parte ornamental e na magia de pentear os cabelos, desembaraçá-los, trançá-los novamente, sentados entre as pernas das trançadeiras, tias Neusa ou Dinda, e vó Berna. O vô mantinha-se sempre atento aos desenhos que iam surgindo e a nós que íamos aprendendo a trançar. São imagens felizes da nossa infância. Juntos, desenrolávamos os enredos. Histórias contadas pelos mais velhos, outras inventadas por nós, as crianças, a partir de brincadeiras e memórias, ancestrais, até, como dizia com seriedade o vô. ‘Ancestralidade, os novos também tinham’, ele explicava para responder ao nosso estranhamento de criança frente àquela palavra do mundo dos velhos.”

“Ele construiu uma série de escudos com uma riqueza impressionante de particularidades, adquirida por um empresário da ilha de Kuanza, em Angola. Neles, esculpiu as guerras de libertação dos países africanos no século XX. Quando o comprador, extasiado, indagou porque ele não e…

Download free do livro “Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad”

Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad” é um livro virtual, editado pelo próprio autor e disponibilizado em posts do seu blog (veja aqui) e em fotos da página de escritor no Facebook (veja aqui). São 200 poemas, a compreender o período de 1996 a 2017 da produção poética de Emmanuel Mirdad.

Faça o download gratuito do PDF da obra clicando aqui

Vai abrir a tela abaixo, basta clicar no botão verde indicado pela seta vermelha:

Música para Escrever #05 — God is an Astronaut, Oh Hiroshima, Maïak, we.own.the.sky e Pictures from Nadira

Tudo é violento, e é brilhante, ao mesmo tempo. Em silêncio, ela anseia a idade do quinto sol. Resistir a uma maneira muito agradável de morrer é inútil. A Terra colide com o seu espelho. Dentro do vidro, unhas de uma galáxia muito distante, onde há uma deusa, que será convocada. Esse é o começo e o final de tudo. Camadas de harmonias abstratas, a girar infinitamente no espaço, que vai explodir em uma supernova maciça. Confira o quinto post da série Música para Escrever, com os melhores sons de post-rock, a alumiar a mente e transcender em palavras.

God is an Astronaut Irlanda | Desde 2002 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"All is Violent, All is Bright" (2005) Ouça aqui
Para continuar escrevendo
"Age of the Fifth Sun" (2010) Ouça aqui
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Oh Hiroshima Suécia | Desde 2007 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"Resistance is Futile" (2011) Ouça aqui
Para continuar escrevendo

"In Silence We Yea…

First They Killed My Father, um filme necessário contra o totalitarismo

Recomendo o filme First They Killed My Father (មុន​ដំបូង​ខ្មែរ​ក្រហម​សម្លាប់​ប៉ា​របស់​ខ្ញុំ, 2017), de Angelina Jolie, adaptado do livro de memórias, homônimo, da ativista e escritora cambojana Loung Ung (as duas assinam o roteiro), disponível na Netflix aqui (página oficial do longa no Facebook aqui). Todo filmado com atores do Camboja (gosto muito da atuação da atriz mirim Sareum Srey Moch e de Phoeung Kompheak, que faz o pai), na língua do país asiático, expõe o horror que é ter a vida transformada num inferno por conta da instauração da ditadura comunista do Khmer Vermelho (ខ្មែរក្រហម), liderado pelo tirano genocida Pol Pot. Mesmo com um final péssimo (pra mim, o filme termina na excelente cena das minas terrestres - e vale também enxugar algumas passagens), é necessário e importante para ficar alerta sobre a desgraça que é ter o país tomado por fanáticos totalitários.

No final do longa, a mensagem:

"Por meio de execução, inanição e trabalho forçado, o Khmer Vermelho sistema…

Melhores do jornal Rascunho #209

A multiplicidade da leveza e do riso Milan Kundera é capaz de unir em sua ficção ensaio irônico, narrativa, fragmentos autobiográficos, fatos históricos, arroubos de fantasia [Vivian Schlesinger] Leia aqui
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Resgatando obras Jamil Snege e a potência lírica de "O jardim, a tempestade" [Nelson de Oliveira] Leia aqui
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Clarice no espelho O leitor corre sérios riscos diante do texto de Clarice Lispector [José Castello] Leia aqui
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To be or not to be: that is the question (Nova proposta de tradução) [Evando Nascimento] Leia aqui
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A forma deformada Os poemas de "A retornada", de Laura Erber, parecem dignificar a experiência traumática [Rafael Zacca] Leia aqui
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No jardim das delícias Bissexualidade, preconceito e consciência de classe e de gênero marcam a escrita autobiográfica de Katherine Mansfield [Giselle Porto] Leia aqui

Abertura da Flica 2017

Emmanuel Mirdad abrindo a Flica 2017
A abertura da 7ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira aconteceu na quinta, 05 de outubro de 2017, no palco das Mesas Literárias da festa, no Claustro do Conjunto do Carmo.

Conduzida por Emmanuel Mirdad, sócio-diretor da Cali e coordenador geral da Flica (representando os seus sócios Marcus Ferreira e Aurélio Schommer, e a produtora iContent, realizadora da festa junto à Cali), participaram o prefeito de Cachoeira, Tato Pereira, a secretária de cultura da Bahia, Arany Santana, e o governador da Bahia, Rui Costa.


Não consegue visualizar o player? Veja no YouTube aqui

O Governo do Estado da Bahia apresentou a Flica 2017, que aconteceu entre os dias 5 e 8 de outubro na cidade de Cachoeira, recôncavo baiano. O evento foi realizado pela Cali e Icontent, e teve o patrocínio do Governo do Estado, por meio do Fazcultura, e apoio do Hiperideal, Coelba, Prefeitura Municipal de Cachoeira, Odebrecht e Sesi/Fieb.

Livro Quem se habilita a colorir o vazio? (2017), com todos os poemas de Emmanuel Mirdad

Quem se habilita a colorir o vazio?
— todos os poemas de Emmanuel Mirdad —
2017 | 325 pg | 200 poemas
Capa de Sarah Fernandes

Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad” é um livro virtual, editado pelo próprio autor e disponibilizado em posts do seu blog, em fotos da página de escritor no Facebook e download gratuito do PDF da obra. São 200 poemas, a compreender o período de 1996 a 2017 da produção poética de Emmanuel Mirdad.

Do livro “Nostalgia da lama”, hoje superado, foram selecionados, revisados, reescritos em várias partes (alguns títulos foram modificados) e reordenados 98 dos cem poemas publicados em 2014. Do livro não-publicado “A libélula e o urso” (com fotos da Libellule), foram 17 pequenos poemas. Espalhados em posts perdidos do seu blog ou servindo a músicas posteriormente descartadas, o autor selecionou e recuperou 30 poemas, considerando 2017 como a sua data final de autoria. Por fim, foram selecionados, revisados e reescritos 55 poemas que…

Poema “Pertença”, de Emmanuel Mirdad

Presente no livro “Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad”, pg. 13.

Poema “Evolução”, de Emmanuel Mirdad

Presente no livro “Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad”, pg. 14.

Poema “Depende”, de Emmanuel Mirdad

Presente no livro “Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad”, pg. 15 e 16.

Poema “Construção”, de Emmanuel Mirdad

Presente no livro “Quem se habilita a colorir o vazio? — Todos os poemas de Emmanuel Mirdad”, pg. 17.