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Música para Escrever #23 — Zhaoze, seahorses, Bear the Mammoth, BRUIT ≤, Meuban, Have The Moskovik, Efrim Manuel Menuck, Elhombreanormal, Prynum e Triste polizonte

Mil novecentas e onze aves rivais ontem à noite, sim, hoje à noite, mantém-se longe a estrela azul insubstituível. O mundo não nos pertence – pertence a alguém que ainda está por vir. Quieta como um abeto, ausente como uma fábrica, no meridiano zero, a floresta de presas é colhida para ser transformada num bonsai. Os anos sob o vidro são monólitos para os habitantes do Chifre da África. Há muito papel de vinil a mijar estrelas, a união de ventos diferentes, esses obstáculos das histórias da meia-noite. Confira o post #23 da série Música para Escrever, com os melhores sons de post-rock, a alumiar a mente e transcender em palavras.

Zhaoze Guangzhou | China Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"1911 [Re-mixing 2018]" (2018) Ouça aqui
Para continuar escrevendo
"Birds Contending" (2018) Ouça aqui
"Yesternight Yes Tonight" (2015) Ouça aqui
"Yond" (2013) Ouça aqui
"Cang Lang Xing (Azure Star)" (2010) Ouça aqui
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Revisando 2018

Emmanuel Mirdad e os seus livros - Foto: Rosane Barreto
Dediquei o ano de 2018 ao trabalho literário. Finalmente concluí o meu primeiro romance, que venho trabalhando há anos, e lancei virtualmente dois livros: “O limbo dos clichês imperdoáveis”, com os contos completos, revisados e reescritos, e o livro de poemas “Yesterday, Nothing, Tomorrow, Silence”, com tradução da inglesa H. Sabrina Gledhill (pela primeira vez, um livro meu em uma outra língua).

Assim como nos lançamentos de 2017 (“Quem se habilita a colorir o vazio?” e “Ontem nada, amanhã silêncio”), vivendo a fase de escritor não-remunerado, a edição dos dois livros foi minha, independente, sem editora, em que produzi os originais, editorei os PDFs e os disponibilizei para download gratuito, além de gerar as imagens de cada página e fazer o upload nas redes sociais no meu blog e Facebook — as capas também foram feitas por Sarah Fernandes, fotos e arte.

“O limbo dos clichês imperdoáveis” disponível no celular
Retomei o trabalho …