quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Flica 2013 - Finalmente a 3ª edição

Crachás da Flica utilizados em 2011, 2012 e 2013


Em 2014 farei 15 anos trabalhando na área da produção cultural. Cinco anos atrás consegui concretizar a ideia de um projeto em um produto chamado Prêmio Bahia de Todos os Rocks. Topei a sociedade com Marcus Ferreira na Putzgrillo Cultura e estreamos alguns produtos juntos. Nunca conseguimos passar da 1ª edição, exceto o Prêmio BTR, que chegou a ter duas edições. Não por falta de competência, e sim uma prova concreta do enorme problemão para os produtores baianos: a sustentabilidade dos eventos/projetos.


Deixei de ser sócio de Marcus na Putzgrillo, abri uma nova empresa com Edmilia Barros e com Marcus Ferreira e Aurélio Schommer abrimos a CALI - Cachoeira Literária para administrar a Flica, a Festa Literária Internacional de Cachoeira. Pois bem que meu saudoso pai Mestre Dedé me alertou quando era vivo: "Meu filho, você já fez muita coisa boa, mas a melhor ideia de todas é a Flica. Toque em frente, foque nela, é a que vai dar certo". Ouço as palavras dele agora, como sempre está por aqui, comigo. Um dia depois do que seria teu aniversário de 82 anos, a Flica 2013 começou e eu finalmente consegui romper (junto aos meus sócios) a barreira e estrear a 3ª edição de um evento. E que edição! Estreia da Fliquinha, a programação infantil bombando com tudo, lotadaça e promissora. Estreia da transmissão ao vivo online. Novos espaços como o Pátio do Telão. Curadoria diversificada entre best-sellers e literatura clássica, mesas internacionais com baianos presentes, e até mesmo um ato despreparado que redundou numa intensa discussão sobre intolerância e opressão desmedida.


Muito obrigado, meus sócios, patrocinadores e apoiadores! Muito obrigado equipe de produção e técnica e imprensa! Muito obrigado Cachoeira e público presente, tanto no Claustro, Fliquinha, Palco Musical e Varanda do Sesi, quanto pela internet! E que venha 2014! Aláfia!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sobre o cancelamento de mesas na Flica 2013



Sobre o cancelamento das mesas “Donos da Terra? – Os Neoíndios, Velhos Bons Selvagens”, com Demétrio Magnoli e Maria Hilda Baqueiro Paraíso e “As Imposições do Amor ao Indivíduo”, com Jean-Claude Kaufmann e Luiz Felipe Pondé, da Flica 2013.

Emmanuel Mirdad

Esta nota não representa a posição oficial do evento Flica e trata-se de uma opinião minha enquanto profissional responsável pela curadoria da programação literária (ao lado de Aurélio Schommer) e pela coordenação geral (ao lado de Marcus Ferreira e dos diretores da Icontent/Rede Bahia), além de interlocutor da organização com os manifestantes que impediram a realização da mesa “Donos da Terra? – Os Neoíndios, Velhos Bons Selvagens” no último sábado pela manhã e exigiram o cancelamento posterior da mesa “As Imposições do Amor ao Indivíduo” que seria realizada à noite.

Primeiro quero me dirigir ao público presente no Claustro do Conjunto do Carmo, local da programação principal da Flica 2013, e ao público ligado na transmissão online da mesa, interessados em assistir ao até então considerado o grande debate desta edição, a mesa “Donos da Terra? – Os Neoíndios, Velhos Bons Selvagens”. Digo grande debate porque os participantes eram de posições completamente contrárias, e estavam tranquilos e dispostos a expor seus argumentos com elegância e respeito. Tentamos de várias formas dialogar com os 30 estudantes envolvidos no protesto, com paciência e educação, mas em toda abordagem o discurso foi o mesmo: “Sem diálogo! Fora Demétrio!”. Reprimiram a mesa a uma única condição: cancelamento imediato. A única forma de parar o ato seria reprimir da mesma maneira, retirando os 30 estudantes do espaço, o que, devido ao estado alterado deles, teria de ser à força, o que poderia ocasionar um desfecho muito mais problemático do que foi.

Lamento profundamente o cancelamento. Agradeço a disposição da professora Maria Hilda Baqueiro Paraíso em tentar por duas vezes o diálogo com os estudantes, inclusive oferecendo-os o microfone, mas assim como nós, a resposta foi a mesma descrita acima. Quando a mesa começou, Maria Hilda e Demétrio Magnoli fizeram suas primeiras colocações, e já na segunda rodada, o que se viu foi a primeira réplica por parte de Maria Hilda, e na hora da tréplica, Demétrio e a mesa foram interrompidos. A sensação de frustração foi enorme. Seria um grande debate, uma oportunidade única. O que os estudantes não entenderam é que o debate sobre cotas está superado, e o tema da mesa eram as questões indígenas, tão urgente e necessárias, tanto pela matança histórica ainda presente e a necessidade de reparação quanto pela vitimização e mau-caratismo da auto declaração. Como disse brilhantemente meu amigo Aurélio Schommer, "Democracia é permitir que falem o que eu não quero ouvir". Os 30 estudantes não permitiram que as demais 300 pessoas presentes (e a grande quantidade online) ouvissem. Pior: por causa de uma discussão já ultrapassada e que não tinha a ver com a proposta do debate.

Fui em cada estudante, um por um (exceto os artistas que faziam a performance e que ainda bem não tocaram no palestrante), contra-argumentando que seria a primeira vez que eles poderiam ver Demétrio tão próximo, fora da (assim classificada por eles) “hegemonia” que tanto criticam, com a oportunidade de ter suas ideias contestadas por sua opositora, extremamente qualificada, no debate. Tristemente mantiveram a única posição do grito de ordem e a imposição ditatorial do fim do debate imediato ou conflito. A Flica proporcionou este encontro com muito esforço, e eu quero agradecer muito a confiança de Demétrio Magnoli na organização do evento, que em momento algum se sentiu de fato ameaçado, passeando por Cachoeira todos os dias, vivenciando a cidade de que tanto gosta acompanhado por sua esposa, conferindo inclusive a bela mesa de encerramento com Makota Valdina e Pepetela.

Mais que o dobro do número de estudantes nos procuraram pessoalmente para demonstrar sua revolta com o ato. Inclusive outros estudantes da mesma Universidade e moradores de Cachoeira. Intrigante foi ouvir de cachoeiranos que os 30 estudantes eram de outras cidades, só estudavam e não os representavam.  Os cachoeiranos de fato que nos procuraram estavam com medo que a Flica terminasse por conta do ato. A cidade abraçou o evento desde o início, e a Prefeitura inclusive é um de nossos patrocinadores. O Prefeito Carlos Pereira é um entusiasta do evento. Acalmamos a todos e aproveito para reafirmar: a Flica continua, e no final de outubro de 2014 teremos a sua 4ª edição. Desconheço outro evento cultural do tamanho e importância da Flica, realizado por uma empresa PRIVADA, que tenha todas as suas programações GRATUITAS.

Por falar em intriga, como não refletir e encontrar a incoerência ululante após reconhecer diversos dos 30 estudantes à noite do mesmo sábado dançando e curtindo o show de Armandinho na praça, completamente lotado aberto a todos? Mais ainda: encontrei alguns assistindo maravilhados a mesa com Makota Valdina e Pepetela, aplaudindo e felizes. No dia anterior, impropérios, palavras de ordem e acusações infundadas ao evento. No dia seguinte, celebração. Assim não dá.

Estou profundamente triste por ter sido acuado, enquanto participante da organização e da curadoria, e coagido a cancelar a mesa “As Imposições do Amor ao Indivíduo”, com Jean-Claude Kaufmann e Luiz Felipe Pondé. Foi dito abertamente na interlocução com os 30 que, se não cancelássemos a mesa, eles não sairiam do Claustro, o ato continuaria (como poderíamos conduzir as duas mesas da tarde, com Joca Reiners Terron, Tom Correia, Leticia Wierzchowski e Carola Saavedra, neste cenário inflamado?), e poderia inclusive ser amplificado, com a chegada de novos estudantes que estavam fazendo o Enem. Afirmaram que se puséssemos para fora na marra (o que nunca foi cogitado), invadiriam o recinto com um grande contingente. Muitos podem nos acusar de covardes ou coniventes, mas estão equivocados como os 30. A melhor decisão naquele momento de negociação em que não tínhamos nenhum parâmetro da capacidade de mobilização do grupo, foi ceder para garantir as mesas da tarde num clima tranquilo (como aconteceu), e a própria realização da Flica em outros espaços como a Varanda do Sesi, a Fliquinha e o Palco Musical. Aproveito para ressaltar que, embora equivocados em interromper a mesa e arbitrários e irresponsáveis em coagir a não realização da mesa à noite, os 30 estudantes cumpriram sua parte no acordo firmado, assim como nós, e não praticaram nenhuma violência física aos palestrantes e membros da produção e segurança ou quebra-quebra. Tiveram seu espaço para esclarecer as causas do ato, e este momento considero importante, pois o público precisava entender a justificativa do injustificável. Até mesmo para que os cachoeiranos e os demais estudantes e grupos organizados da universidade saibam quem são e o que pensam, assim como nós.

Digo isto porque preciso prestar contas ao público infinitamente superior que foi prejudicado pela decisão arbitrária e anti-democrática de 30 estudantes. Interromperam a mesa da manhã por causa de uma discussão anacrônica e já superada: as cotas raciais. Oprimiram a realização da mesa da noite que o tema era as relações amorosas e suas implicações no indivíduo, ou seja, resumindo: o tema era AMOR. Por uma inacreditável incoerência, impediram que um sociólogo gabaritadíssimo, reconhecido e um dos mais importantes especialistas no tema no mundo, best-seller na França, que enfrentou uma longa viagem, cancelou compromissos para estar em Cachoeira, ocupadíssimo com diversas responsabilidades, aceitou o convite porque conseguimos furar os filtros da agência literária e da editora e o convidamos pessoalmente por conta da querida amiga Irene Kirsch, o cordial e disposto Jean-Claude Kaufmann, não pode falar na Flica. Ele ficou terrivelmente chocado. “Mas o Brasil não é uma democracia?”. Não sei mais, meu amigo. Desculpe-nos. Vergonha. Vergonha. E Luiz Felipe Pondé, com uma agenda ENTUPIDA de compromissos, conseguiu uma janela exclusiva pra chegar em Cachoeira 2h antes da mesa e ir embora seis da manhã do domingo, veio disposto para esse grande encontro para falar de afetividade e a complexidade das relações no indivíduo. Ficou chocado. Nós também.

Este ato dos 30 foi um imenso desperdício. Como disseram meus amigos do movimento negro que entraram em contato comigo, “não deram um tiro no pé não, deram um tiro na cabeça”. Perderam a chance de se manifestar de fato. Fizeram um ato bárbaro, opressivo e ditatorial. Não se consegue um espaço com a força. Já foi assim, agora nunca mais. Diálogo sempre. A Flica é e sempre foi imparcial e democrática. Continuaremos assim.

Aos caros autores Maria Hilda Baqueiro Paraíso, Luiz Felipe Pondé, Jean-Claude Kaufmann e Demétrio Magnoli, aos cachoeiranos, à imensa maioria democrática de estudantes da UFRB, aos patrocinadores e apoiadores, à imprensa e sociedade civil, minhas sinceras desculpas, acredito que tomamos a melhor decisão para o momento e aproveito para afirmar: a Flica continua, proporcionará debates ideológicos SIM, e estaremos atentos às medidas possíveis para assegurar que os encontros democráticos aconteçam em Cachoeira assim como foram tranquilamente realizados em 2011 e 2012.

Aos 30 estudantes presentes no ato: ainda há tempo de mudar. Diálogo, sempre. Por favor.

Emmanuel Mirdad
Coordenação Geral e Curadoria da Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira)

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Flica 2013 - Mesas da programação principal



A programação da Flica 2013 traz 12 mesas com 24 autores nacionais e internacionais, e vai da noite de quarta 23 a domingo 27 de outubro, sempre gratuita, aberta ao público, com transmissão ao vivo pelo site oficial. Confira as mesas:



Mesa 01
20h / Horário de Verão 21h
"Enfrascar o Cotidiano"
Cristovão Tezza e Fabrício Carpinejar
Mediador: Jackson Costa

Para esclarecer sobre a ponte entre literatura e crônica, entre verossimilhança e caos, a Flica traz, abrilhantando a solene abertura da edição 2013, esse dois cronistas, que, desconfiamos, são capazes de tal tarefa e de algo mais: enfrascar (com graça) o cotidiano.

Info: http://www.flica.com.br/quarta-2310/



Mesa 02
10h / Horário de Verão 11h
"Qualquer Um Poeta"
Elieser Cesar e Karina Rabinovitz
Mediador: Jackson Costa

Qualquer um é poeta, qualquer um com seus escuros a ansiar por luz, qualquer um focado por luzes a ansiar por penumbra e descanso. Qualquer um se contradiz, mas rediz, no variar infinito das rimas intercaladas, fragmentadas como tudo mais.




Mesa 03
15h / Horário de Verão 16h
"Vidas Comuns, Vidas Notáveis"
Mário Magalhães e Ana Teresa Baptista
Mediador: Jackson Costa

Mário Magalhães e Ana Teresa Baptista estarão aqui para contar como se conta uma vida, como se diz das vidas notáveis (que na maior parte do tempo são também comuns), de quem foi Fulano, o que fez, como viveu; ainda além, como pensou, amou, sofreu e topou com a sorte (ou azar, sabe-se lá quantos pecados escondidos) de encontrar um biógrafo honesto, como nossos convidados.




Mesa 04
19h / Horário de Verão 20h
"1889 – Clientes, Coronéis e a República"
Laurentino Gomes e Eduardo Bueno
Mediador: Aurélio Schommer

República. A origem da palavra entre nós tem lá suas modulações. Vamos descobri-las na Flica, com Eduardo Bueno e Laurentino Gomes, os dois cronistas da história brasileira que o coletivo, a nação, decidiu eleger como seus favoritos para evitar novas distorções de conceitos.




Mesa 05
10h / Horário de Verão 11h
"O Não Legado da Literatura"
Ewan Morrison (Escócia) e Sérgio Rodrigues
Mediador: Rosel Soares

A Flica não tem a intenção, com esta mesa, de dissipar o mal-estar na literatura. Antes a presença do mal-estar que leituras obrigatórias, que alguma versão nova do Index Librorum Prohibitorum. Nossa intenção é um debate legado, deixado como herança a nosso público.




Mesa 06
15h / Horário de Verão 16h
"Lirismo, Sonhos e Imaginários"
Kiera Cass (EUA) e Gláucia Lemos
Mediador: Rosel Soares

A dor, o poder, a injustiça, a opressão, o mundo organizado para dividir, limitar, submeter. Nada pode contra tanto mal, senão os sonhos, os imaginários, o amor, a esperança, senão o lirismo, presente na Flica com duas de suas modernas expressões: Gláucia Lemos e Kiera Cass.



Mesa 07
19h / Horário de Verão 20h
"Entre Flores e Espartilhos"
Sylvia Day (EUA) e Állex Leilla
Mediador: Jorge Portugal

A Flica, preocupada em seduzir seu público, desinibe-se e apresenta Állex Leila e Sylvia Day, autoras que fazem do imaginário o fator transcendência da banalidade.




Mesa 08
10h / Horário de Verão 11h
"Donos da Terra? – Os Neoíndios, Velhos Bons Selvagens"
Demétrio Magnoli e Maria Hilda Baqueiro Paraíso
Mediador: Jorge Portugal

Nos últimos 18 anos, foram demarcados, em média, 3,2 milhões de hectares de novas terras de novos índios por ano. Se essa perspectiva é alarmista, retórica falaciosa dos “inimigos dos índios”, Varnhagens atualizados, qual o caminho para contentar e harmonizar brasileiros e brasilianos, como já foram chamados os senhores originais do leste da América do Sul?




Mesa 09
14h / Horário de Verão 15h
"A Velocidade da Contemplação Moderna"
Joca Reiners Terron e Tom Correia
Mediador: Jackson Costa

Na verdade, tanto um quanto o outro refugiam-se em suas montanhas isoladas particulares, construídas pelas mentiras que contamos a nós mesmos, diria Joca, querendo oferecer ideias, como confessa Tom. E vez ou outra dão-se à luz, à velocidade de contemplação contemporânea, evolução da moderna, tempo em que os citadinos já não eram poucos e os escritores-oráculos tinham se multiplicado e se dividido em escolas opostas.




Mesa 10
17h / Horário de Verão 18h
"Afetos e Ausências"
Carola Saavedra e Leticia Wierzchowski
Mediador: Rosel Soares

Ilhas austrais como cenário, afetos, ausências, desolações. Elementos tanto do romance “Sal”, novo sucesso de Letícia Wierzchowski, quanto de “Paisagem com dromedário”, de Carola Saavedra. Mas não é a mesma ilha, os mesmos afetos, as mesmas ausências, as mesmas desolações. A inesgotabilidade do romance está exatamente no que pode acontecer, dadas as mesmas premissas, e nos vieses, marcas de autores talentosos desse gênero que só faz acrescentar leitores, multiplica-se e reinventa-se.




Mesa 11
20h / Horário de Verão 21h
"As Imposições do Amor ao Indivíduo"
Jean-Claude Kaufmann (França) e Luiz Felipe Pondé
Mediador: Rosel Soares

A Flica utilizou a linguagem da sedução para impor a Jean-Claude Kaufmann e a Luiz Felipe Pondé a presença em Cachoeira, na esperança de que o discurso amoroso de ambos imponha um vínculo a nosso público, precursor de um devir de afeto-tutela ou libertário, residindo nesse “ou” prováveis diferenças entre eles e entre os indivíduos de nosso público nas relações de cada um a cada outro.




Mesa 12
10h / Horário de Verão 11h
Ndongo, Ngola, Angola, Bahia
Pepetela (Angola) e Makota Valdina
Mediador: Jorge Portugal

Ndongo, Ngola, Angola, Bahia, de como todo esse contínuo transformar de séculos foi dar em Cachoeira, foi se transformar em celebração e debate, no juntar de um mundo só interatlântico, um mundo angolano, em dois de seus mais ilustres personagens, de cá e de lá, de um só lugar, num só lugar. Conversem, Makota Valdina e Pepetela, e restaremos todos em júbilo.


sábado, 19 de outubro de 2013

Flica 2013 - Patrocinadores e Apoiadores


A Flica 2013 tem o patrocínio da Oi e Coelba através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Cultura, Governo da Bahia, Petrobras e Governo Federal.

A Flica 2013 tem o apoio da Fieb/Sesi, Prefeitura Municipal de Cachoeira, Estaleiro Enseadas Paraguaçu (EEP), Secretaria da Educação, Bahiatursa, Secretaria do Turismo, Governo da Bahia e Oi Futuro.

O Governo da Bahia, assim como em 2011, através de suas secretarias de Cultura/Fazenda, Educação e Turismo, patrocina o evento desde a sua criação. E o tripé cultura-educação-turismo, tão característico a esse tipo de evento, voltou a estar afinado na Flica como na sua 1ª edição.

A Oi, e seu instituto cultural Oi Futuro, importante patrocinadora de quase todos os projetos realizados pelos sócios da Flica, e que foi o capital semente, o primeiro patrocinador do evento enquanto ele era apenas um projeto, retorna seu incentivo assim como na 1ª edição. Ao lado da Coelba, patrocinadora master da Flica 2012, e que este ano proporciona a estreia da Fliquinha, a programação infantil da Flica. E a Petrobras e o Governo Federal mais uma vez investe no evento, uma parceria desde 2011 que começou como Casa da Rede, e que foi muito bem acolhida na Flica como um todo.

A Fieb/Sesi firmou uma sólida parceria com a Flica desde 2012, e mais uma vez apresenta a sua Varanda do Sesi durante o evento, e nos apoia muito para além de verba - parceiro atuante em conteúdo e ações. 

A Prefeitura Municipal de Cachoeira, através de sua nova gestão, ampliou seu apoio ao evento e a Flica está consolidada no calendário cultural oficial da cidade.

A Bahiatursa e a Secretaria do Turismo da Bahia sempre acreditaram no evento, e foram importantes desde quando era apenas um projeto. Pois assim como em 2011, patrocina com exclusividade a Programação Musical da Flica, grande diferencial. E a Secretaria da Educação amplia sua participação, que começou em 2011 e agora está de volta à Flica, com grandes possibilidades para desenvolver ações educacionais durante o ano de 2014.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Flica 2013 - Programação Musical e Varanda do Sesi


Diferencial em relação aos outros eventos literários no país, a Programação Musical da Flica 2013 continua gratuita em praça pública, grande ponto de encontro entre os autores, o público e o povo de Cachoeira, para celebrar o dia de mesas literárias. Mais uma vez acontece no palco montado na Praça da Aclamação, centro da cidade, aberto ao público, de 24 a 26 de outubro, às 22h. A única exceção é o show da OSBA que vai abrir a Flica às 18h do dia 23 de outubro no Pátio do Telão (Igreja da 1ª Ordem do Carmo, ao lado do Claustro). Confira as atrações:




Armandinho




Durante a 3ª edição da Flica, a Varanda do Sesi se desloca para o casarão do Museu do IPHAN, na Praça da Aclamação em Cachoeira, repetindo o sucesso de 2012. Na programação, uma exposição fotográfica e um programa de entrevistas sobre música tendo como âncora o músico Alexandre Leão. Confira a programação:



QUINTA 24/10
Das 19h às 21h
Tema: Samba Chula

ROBERTO MENDES

SAMBA DE RODA RAÍZES DE ACUPE



SEXTA 25/10
Das 19h às 21h
Tema: Reggae no Recôncavo

LAZZO

ORQUESTRA REGGAE SINFÔNICA



SÁBADO 26/10
Das 19h às 21h
Tema: Ritmos do Samba

ORQUESTRA DE PANDEIROS DE ITAPUÃ

SAMBA DE RODA DE DONA DALVA

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Flica 2013 - Fliquinha

Atrações da Fliquinha 2013
Em cima: Antônio Cedraz, Cássia Valle, Ciça Fittipaldi, Saulo, Enéas Guerra e Mabel Velloso
Embaixo: Nairzinha, Casa de Barro, Cristina D'ávila, Gilberto Pinto, Maurício Santil e mediadora Mira Silva


Grande novidade da 3ª edição da Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira), com patrocínio exclusivo da Coelba e Governo da Bahia, a programação infantil Fliquinha estreia em 2013 de quarta 24 a sábado 26/10 na Casa Paroquial de Cachoeira-BA, ao lado da Igreja Matriz, entrada franca, das 9h às 19h. Veja abaixo a programação da Fliquinha, que terá bate-papo com autores infantis, contação de histórias, exposição da Turma do Xaxado, oficinas e pocket show.



Autores

Antônio Cedraz

Ciça Fittipaldi

Cristina D’ávila

Enéas Guerra

Gilberto Pinto

Mabel Velloso

Nairzinha



Atividades

Contação de histórias com a Griô Cássia Vale

Oficina “Entre Versos” da Casa de Barro

Oficina de quadrinhos com Maurício Santil 



Música

Saulo


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Pílulas: Estação Infinita, de Ruy Espinheira Filho

Ruy Espinheira Filho - por Mário Espinheira interferido por Mirdad


383 poemas de 10 livros e outros livretos reunidos em 588 páginas, um tomo "obra completa" (1966-2012 // aspas porque ele continua escrevendo poemas) intitulado "Estação Infinita e outras estações" (2012/Bertrand Brasil), do poeta baiano Ruy Espinheira Filho. Um livro referencial, necessário, indispensável. Fez o meu agosto com muito gosto, e a partir de setembro deste ano, pilulei diversos poemas e publiquei os fragmentos em seis partes neste blog, que podem ser conferidas abaixo, além de sugestões de epígrafes, de adaptações cinematográficas de poemas e um livro fictício, "Olhos Machucados Dentro da Noite", que seria publicado caso eu tivesse uma editora (ou fosse editor de uma). Obrigado, caro mestre, por essa aula magna de poesia!


Parte I
Leia aqui
"Por isso suave é a notícia de sua morte. Pois você fez o percurso sem ceder espaço aos logros da esperança; ao sonho, que nos desperta para que o vejamos apenas desfazer-se no ar. Você foi, entre nós, na sordidez de cada dia, a dura limpidez de quem nada buscou, pois tudo o que há é um gesto, um lampejo – e a noite cai"



Parte II
Leia aqui

"Outra é a que
há muito se foi
para longe e dói
num sulco de afeto
incicatrizável"



Parte III
Leia aqui

"Vangloriava-se de estar a salvo de um mal: perder um filho. Tornara-se imune a essa dor de modo simples: não tendo filhos. Sábio homem, esse, cujo medo de perder um filho, o fez perder todos os filhos"




Parte IV
Leia aqui

"Esta tarde de súbito na chuva curvei-me sobre mim, sobre o que chamava amor e eis que era sua falta e por isso mesmo ainda mais amor"




Parte V
Leia aqui
"Ao fim destes vinte anos, escrevo estas palavras e me envergonho de não saber dizer melhor dos acordes que soam em nós que te conhecemos. Mas, se tanto não sei, não sabemos, sabemos o que importa: que somos especiais porque vivemos o tempo generoso da tua voz, do teu gesto, e continuamos a viver esse tempo, confortados por tua densa e cálida memória, meu pai"


Parte VI
Leia aqui
"Trago comigo os lugares onde estive. Não sou como os antigos que falavam em sacudir das sandálias a poeira dos caminhos. Não, guardo tudo, sempre guardo tudo, e especialmente guardarei das últimas caminhadas o seu espesso pó de iluminar a alma. Das viagens não regresso jamais"



Epígrafes - Parte I
Leia aqui

"Quando manifesto meu desejo maior e mais sábio, chegou a hora de cessar o efêmero"

"Mais pleno é o perdido, pois o resto ainda não se cumpriu"




Epígrafes - Parte II
Leia aqui

"Antigamente é um país mágico"

"Das viagens não regresso jamais"






Sugestões para Cinema
Leia aqui

Quatro poemas do mestre em sugestões excelentes para adaptações cinematográficas, uma dica valiosa para os nossos cineastas.





Sugestão Livro
Leia aqui

O livro fictício "Olhos Machucados Dentro da Noite", contendo 62 poemas de Ruy Espinheira Filho, minha seleção dos seus poemas mais "retados".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Flica 2013 - Curadoria

Curadores da Flica 2013
Aurélio Schommer e Emmanuel Mirdad


A 3ª edição da Flica, a Festa Literária Internacional de Cachoeira, vai acontecer de 23 a 27 de outubro na cidade histórica e heroica do Recôncavo Baiano. Conheça os curadores da Flica, da Fliquinha e da programação musical.


Curadores da Flica e da Fliquinha



AURÉLIO SCHOMMER
http://www.flica.com.br/aurelio-schommer/

Natural de Caxias do Sul – RS (1967), radicado em Salvador desde 1995, é escritor e vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura da Bahia. Em 2011, foi o curador da 1ª edição da Flica, de que é fundador e participante da curadoria. É ex-presidente da Câmara Bahiana do Livro – CBaL (gestão 2009/2010). Autor de “História do Brasil vira-lata” (Casarão do Verbo – 2012), tem oito títulos publicados, entre romances, relatos históricos, livro de contos e o Dicionário de Fetiches (2008), obra de referência. Participa de um quadro periódico sobre literatura na rádio Educadora, de Salvador. Avesso a autodefinições, Aurélio cultiva um vício: “o de policiar pressupostos, os meus e os demais”.



EMMANUEL MIRDAD
http://www.flica.com.br/emmanuel-mirdad/

Natural de Salvador – BA (1980), jornalista formado pela UFBA, é escritor, empresário cultural, roteirista e compositor, sócio da empresa Cali – Cachoeira Literária, administradora da Flica. Em 2013, ao lado da sócia Edmilia Barros, abriu a Mirdad – Gestão em Cultura, onde desenvolve projetos de festas literárias pelo país, como a Flisca em Santa Catarina, em parceria com Aurélio Schommer. De 2008 a 2012, foi sócio de Marcus Ferreira na Putzgrillo Cultura, onde realizaram grandes eventos como a Flica, em que é um dos curadores, coordenadores gerais e sócios-fundadores. Em 2010, lançou o seu 1º livro, “Abrupta Sede” (Via Litterarum), de contos, e possui ainda dois livros inéditos (poesia e contos). Em 2013, iniciou a produção do seu primeiro romance, “Muralha – O goleiro que nunca tomou gol”, com previsão de lançamento em junho de 2014.


Curador da programação musical



SÉRGIO SIQUEIRA
http://www.flica.com.br/sergio-siqueira/

Produtor cultural, fotógrafo e gerente de criação e produção da Rede Bahia.

sábado, 12 de outubro de 2013

Flica 2013 - Mediadores

Mediadores da Flica 2013
Em cima: Jackson Costa e Jorge Portugal
Embaixo: Rosel Soares e Mira Silva


A 3ª edição da Flica, a Festa Literária Internacional de Cachoeira, vai acontecer de 23 a 27 de outubro na cidade histórica e heroica do Recôncavo Baiano. Conheça o time de mediadores da programação principal da Flica e a mediadora da Fliquinha.



JACKSON COSTA

Baiano de Itabuna (1966), é ator e diretor com larga experiência profissional, sendo um dos mais importantes e reconhecidos da Bahia. Trabalhou em minisséries e novelas da TV Globo como “Pedra sobre Pedra” e “Renascer”. No teatro, atuou em peças de sucesso como “Los Catedrasticos”, “D. Flor e seus Dois Maridos” e “Vixe, Maria! Deus e o Diabo na Bahia!”. Atualmente está em cartaz com a peça “A Coisa”, contemplada pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. Na TV Bahia, é o atual apresentador do programa “Aprovado”. Integra o time de mediadores da Flica desde 2012.

Na FLICA
Mesa de Abertura – “Enfrascar o Cotidiano”
Cristovão Tezza e Fabrício Carpinejar
Quarta-feira, 23 de outubro, às 20h

Mesa 02 – ”Qualquer Um Poeta”
Elieser Cesar e Karina Rabinovitz
Quinta-feira, 24 de outubro, às 10h

Mesa 09 – “A Velocidade da Contemplação Moderna”
Joca Reiners Terron e Tom Correia
Sábado, 26 de outubro, às 14h

Mesa de Encerramento – “Ndongo, Ngola, Angola, Bahia”
Pepetela e Makota Valdina
Domingo, 27 de outubro, às 10h



JORGE PORTUGAL
http://www.flica.com.br/jorge-portugal/

Baiano de Santo Amaro da Purificação (1956), é educador, apresentador, consultor, escritor e compositor. Professor de língua portuguesa e redação, deu aulas nos principais colégios e cursinhos de Salvador. Idealizador e coordenador dos projetos “Circuladô Cultural” e “Aula Show”. Foi consultor e apresentador do programa “Aprovado!” da TV Bahia. Em 2010, idealizou e apresentou o programa “Tô Sabendo” pela TV Brasil. Atualmente Jorge Portugal participa do projeto “Educação em Movimento” da Rede Bahia, é membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais do MINC e articulista do Jornal A Tarde e dos sites Pátria Latina e Notícia Capital. Integra o time de mediadores da Flica desde 2012.

Na FLICA
Mesa 03 – “Vidas Comuns, Vidas Notáveis”
Mário Magalhães e Ana Tereza Baptista
Quinta-feira, 24 de outubro, às 15h

Mesa 04 – “1889 – Clientes, Coronéis e a República”
Laurentino Gomes e Eduardo Bueno
Quinta-feira, 24 de outubro, às 19h

Mesa 07 – “Entre Flores e Espartilhos”
Sylvia Day e Állex Leilla
Sexta-feira, 25 de outubro, às 19h

Mesa 08 – “Donos da Terra? – Os Neoíndios, Velhos Bons Selvagens”
Demétrio Magnoli e Maria Hilda Baqueiro Paraíso
Sábado, 26 de outubro, às 10h



ROSEL SOARES
http://www.flica.com.br/rosel-soares/

Um dos sócios-fundadores da editora Casarão do Verbo, com sede em Anajé, no Sudoeste da Bahia, é formado em Relações Públicas pela Unifacs e Mestre em Relações Públicas pela UQAM, Canadá. Professor de francês e inglês, vem desenvolvendo um importante trabalho na editora Casarão do Verbo que, entre seus objetivos, está o de realizar e promover significativas mudanças nos hábitos de leitura dos moradores do Sudoeste da Bahia – uma pequena, mas significativa revolução literária. Integra o time de mediadores da Flica desde a 1ª edição em 2011.

Na FLICA
Mesa 05 – “O Não Legado da Literatura”
Ewan Morrison e Sérgio Rodrigues
Sexta-feira, 25 de outubro, às 10h

Mesa 06 – “Lirismo, Sonhos e Imaginários”
Kiera Cass e Gláucia Lemos
Sexta-feira, 25 de outubro, às 15h

Mesa 10 – “Afetos e Ausências”
Carola Saavedra e Leticia Wierzchowski
Sábado, 26 de outubro, às 17h

Mesa 11 – “As Imposições do Amor ao Indivíduo”
Jean-Claude Kaufmann e Luiz Felipe Pondé
Sábado, 26 de outubro, às 20h



MIRA SILVA
http://www.flica.com.br/mira-silva/

Baiana de Tanquinho, graduada em Jornalismo pela UFBA, pós-graduada em Relações Públicas (UNEB) e Roteiro para a TV e Vídeo (Universidade Jorge Amado). Com mais de dez anos de experiência em TV, onde atuou como produtora, roteirista, entrevistadora e diretora. Atualmente é diretora do programa Aprovado da TV Bahia.

Na FLICA
Mediará todos os bate-papos da Fliquinha 2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Flica 2013 - Autores confirmados - Parte IV

Autores confirmados na Flica 2013
Em cima: Pepetela, Leticia Wierzchowski e Luiz Felipe Pondé
Embaixo: Tom Correia, Jean-Claude Kaufmann e Mário Magalhães


A 3ª edição da Flica, a Festa Literária Internacional de Cachoeira, vai acontecer de 23 a 27 de outubro na cidade histórica e heroica do Recôncavo Baiano. Conheça a última leva de autores confirmados na programação principal da Flica.



PEPETELA
http://www.flica.com.br/pepetela/

Natural de Benguela (1941), Angola, licenciou-se em Sociologia, em Argel, durante o exílio. Foi guerrilheiro pelo MPLA, político e governante. Desde 1984 que é professor na Universidade Agostinho Neto, em Luanda, e tem sido dirigente de associações culturais, com destaque para a União dos Escritores Angolanos e a Associação Cultural e Recreativa Chá de Caxinde. Um dos mais importantes escritores de Angola, ganhou o Prêmio Camões em 1997, considerado o mais importante voltado a autores de língua portuguesa, pelo conjunto da sua obra. Pepetela é autor de vários livros, com destaque para “Mayombe” (1980) e “A Geração da Utopia” (1992), que ganharam este ano novas edições pela Leya.

Na FLICA
Mesa 12 – “Ndongo, Ngola, Angola, Bahia”
Domingo, 27 de outubro, às 10h



LETICIA WIERZCHOWSKI
http://www.flica.com.br/leticia-wierchowski/

Natural de Porto Alegre (1972), é escritora e roteirista. Estreou na literatura em 1998 com o romance “O Anjo e o Resto de Nós”, é autora de 11 romances e novelas e de 6 livros infantis. Seu quinto romance, “A Casa das Sete Mulheres” (Record/2002), foi adaptado pela TV Globo para uma série televisiva, exibida em mais de trinta países. Traduzida para vários idiomas, a obra de Leticia ganhou fama internacional. Junto a Tabajara Ruas, assina o roteiro adaptado do filme “O Tempo e o Vento”, com direção de Jayme Monjardim, recém-lançado no país. Na Flica, lança seu mais novo romance, “Sal”, publicado este ano pela editora Intrínseca.

Na FLICA
Mesa 10 – “Afetos e Ausências”
Sábado, 26 de outubro, às 17h



LUIZ FELIPE PONDÉ
http://www.flica.com.br/luiz-felipe-ponde/

Natural de Recife (1959), é filósofo, escritor e ensaísta, autor do best-seller “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia” (Leya/2012). Formado em Medicina pela UFBA e Filosofia pela USP, onde também fez doutorado, sendo que desta vez em parceria com a Universidade de Paris-VIII. Recebeu título de Pós-doutor da Universidade de Tel Aviv. Atualmente, Pondé é professor de Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e de Filosofia na FAAP, e colunista da Folha de São Paulo. Entre suas obras, destaque para “Contra um mundo melhor” (Leya/2010), “Do pensamento no deserto: Ensaio de Filosofia, Telogia e Literatura” (Edusp/2009) e “Crítica e profecia: filosofia da religião em Dostoiévski” (Editora 34/2003). Na Flica, lança seu mais novo livro, “A Filosofia da Adúltera – Ensaios Selvagens” pela Leya.

Na FLICA
Mesa 11 – “As Imposições do Amor ao Indivíduo”
Sábado, 26 de outubro, às 20h



TOM CORREIA
http://www.flica.com.br/tom-correia/

Natural de Salvador, é jornalista e colunista da revista eletrônica Verbo21. Iniciou sua trajetória como escritor em 2002 ao vencer o Prêmio Braskem de Literatura com o livro de contos “Memorial dos medíocres”. O segundo livro de contos lançou em 2011, com o nome “Sob o céu de gris profundo” (Casarão do Verbo). Participou das coletâneas “As baianas” (2012), “82 – Uma copa, quinze histórias” (2013) e “Wir Sind Bereit: Junge Prosa aus Brasilien”, com tradução de Marlen Eckl e publicação da editora alemã Lettrétage, a ser lançada na Feira de Frankfurt 2013.

Na FLICA
Mesa 09 – “A Velocidade da Contemplação Moderna”
Sábado, 26 de outubro, às 14h



JEAN-CLAUDE KAUFMANN
http://www.flica.com.br/jean-claude-kaufmann/

Natural de Rennes (1948), França, é sociólogo e escritor, diretor de pesquisa no Centre de Recherche sur les Liens Sociaux – CERLIS (Centro de Pesquisa de Relações Sociais) na Université Paris-Descartes (ou Paris V). Na sua trajetória acadêmica, desenvolveu teses sobre relacionamento, sexualidade e as novas formas de construção familiar, utilizando-se sempre de pesquisas de campo e observação direta. Com obras traduzidas em mais de 15 línguas, vem à Flica apresentar a obra recém-lançada no país pela Bertrand Brasil, o livro de ensaios “Primeira Manhã: Como Nasce uma História de Amor”.

Na FLICA
Mesa 11 – “As Imposições do Amor ao Indivíduo”
Sábado, 26 de outubro, às 20h



MÁRIO MAGALHÃES
http://www.flica.com.br/mario-magalhaes/

Natural do Rio de Janeiro (1964), é formado em jornalismo na UFRJ. Trabalhou em jornais como O Globo, O Estadão e Folha de S. Paulo, no qual foi repórter especial, colunista e ombudsman. Recebeu mais de vinte prêmios e menções honrosas no Brasil e no exterior, entre os quais o Every Human Has Rights Media Awards, o Prêmio Vladimir Herzog, o Prêmio Dom Hélder Câmara e o Prêmio Esso de Jornalismo. Atualmente mantém o Blog do Mário Magalhães, no UOL. É autor da biografia “Marighella – O guerrilheiro que incendiou o mundo” (Companhia das Letras), vencedora do Prêmio APCA de melhor biografia de 2012, sobre a vida do baiano Carlos Marighella, militante comunista, deputado federal constituinte e fundador do maior grupo armado de oposição à ditadura militar. O livro será adaptado para o cinema em coprodução do ator Wagner Moura com a produtora O2, de Fernando Meirelles, e marcará a estreia de Wagner na direção de um longa.

Na FLICA
Mesa 03 – “Vidas Comuns, Vidas Notáveis”
Quinta-feira, 24 de outubro, 15h