segunda-feira, 27 de abril de 2015

Aqui se paga no Conto Afora



A coluna CONTO AFORA, do blog do escritor Dênisson Padilha Filho, destacou hoje o conto Aqui se paga, de Emmanuel Mirdad, integrante do seu novo livro de contos, O grito do mar na noite, que está na boca de ser lançado. Clique e leia aqui.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Terminei de escrever o livro de contos Paisagem da insônia

Original de Paisagem da insônia, terceiro e último 
livro de contos de Emmanuel Mirdad


Na manhã de hoje, 24 de abril de 2015, concluí a produção literária do meu terceiro e último livro de contos, Paisagem da insônia.

Foram investidas 38 horas e 45 minutos de trabalho em 24 dias, uma média de pouco mais de uma hora e meia por dia, em um trabalho que percorreu, esporadicamente, os meses de novembro e dezembro de 2012, novembro de 2014, e de janeiro a abril de 2015. Junto à produção iniciada no último dia 17 de abril, acrescentei os crônitos que publiquei no blog (e foram retirados do ar) e outros contos do meu arquivo, que foram revisados, totalizando 18 contos curtos, para variar a produção - Abrupta Sede, de 2010, traz 25 contos entre longos e curtos, e O grito do mar na noite, a ser lançado logo mais em 2015, apresentará 10 contos, a maioria longos.

Paisagem da insônia, cujo título foi pescado de uma crônica de Clarice Lispector, é dedicado ao escritor, mestre e grande amigo Mayrant Gallo, e traz epígrafes de sua vasta obra abrindo cada um dos meus dezoito contos.

Formando o meu contexto para a criação deste livro, li Mayrant Gallo, Hélio Pólvora, Nelson Rodrigues, Gonçalo M. Tavares e Andrew Solomon. E o escrevi ao som do duo norte-americano Hammock.

Agora, é partir pra revisão e finalização, lançamento meses à frente. Aláfia!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Cinco passagens de Carlos Barbosa em Beira de rio, correnteza

Carlos Barbosa em 2012 - Foto daqui


"Gero passeava o olhar do pai para o irmão, ambos cabisbaixos, silenciosos e tristes, enquanto a mãe retirava os pratos da mesa e servia o café a fumegar no bule. O amor familial, às vezes, veste trajes funéreos, escava fossos tremendos e dispara galope em direções opostas, quando tudo que ambiciona é estender braços e olhares sobre uma mesa de jantar e deixar escapar a verdade que o encorpa, pois todo o resto desimporta à sua existência incondicional. Gero não sabia que diante dele, pai e filho tornavam-se dois homens parelhos sentados à mesma mesa de uma mesma casa, ou seja, tornavam-se uma impossibilidade."


"O rio trazia vida, sempre. A correnteza levava vidas. O rio propiciava riquezas. A correnteza as destruía. O rio era o caminho, a correnteza era a perdição. O rio era abençoado, e a correnteza, proibida. (...) Era assim a correnteza: aqui não existia, ali arrastava com violência. Ao encontrar um obstáculo, ela que até aquele ponto era suave ninho tomava-se então de fúria repentina e rugia, levantando águas, fazendo o contorno em espumas, arrancando, balançando, trincando, arrastando, matando. (...) Gero assim soube que a correnteza era uma entidade cheia de força e vontade. À distância, era lisa e bela; de perto, ao ser tocada com a mão, ou pé, agitava-se lâmina fina e cortante; de dentro dela, sentia-se sua força bruta, arrojada e violenta."


"A impressão de mundo que Gero construía, a partir de sua família, semelhava a um violão e suas cordas. Umas careciam das outras para produzir melodia harmoniosa, mas precisavam estar afinadas, sempre e sempre afinadas. Com uma diferença brutal: aqui, a corda rompida não podia ser substituída. Não se tirava Toninho da gaveta e se ajustava na tarraxa da casa. A corda rompida na família representava um túmulo no cemitério, a lembrar sua falta na canção diária, defeituosa. E nem mesmo isso Toninho deixara. As pontas da corda rompida ficaram penduradas em total desamparo. Tornara-se vazio assombroso, ausência completa."


"Como conseguira escapar da boiada não passava por sua cabeça, era algo remoto, incidente de pouca monta, a não ser por ter se constituído em motivo do encontro com a moça ao saltar para dentro do quintal. Nesse aspecto não se detinha. Remava era das mãos para os seios, dos seios para os cabelos, dos cabelos para a boca, da boca para a escuridão de seus próprios olhos fechados, e dessa escuridão para o sentir repetido do hálito da moça em suas feridas. E remava de volta, a bater cada lembrança com delicadeza na lâmina daquele dia para não respingar para fora da cama, para não ser ouvido sequer pelos fantasmas, muito menos pelos pais no quarto ao lado."


"(...) Zé Dugogue desceu a primeira vez, como dizem os barranqueiros. Subiu, olhos esbugalhados, boca aberta, braço direito alevantado a apontar algum dos seus navios atracado em nuvem. Bateu braços. Desceu a segunda vez, agora em meio ao vozeio decrescente da turba em cima do cais e as providências que alguns assistentes da beirada do rio adotavam. Uma canoa foi empurrada para a água. Três deles remaram na direção de Zé Dugogue, que subira de novo, agora com os dois braços alevantados como se pretendesse alcançar alguma âncora estelar. A canoa aproximava-se dele quando desceu pela terceira vez, a vez última, assim dita e sabida, da qual não se retorna, pois até para se morrer afogado é necessário cumprir regra trídua, uma ao Pai, outra ao Filho e mais uma ao Espírito Santo."








Presente em Beira de rio, correnteza (Bom Texto/2010), páginas 45, 21/25, 67, 39-40 e 122-123, respectivamente.


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Seleta: Dub Burning Spear

Álbuns dub de Burning Spear participantes desta Seleta


Burning Spear é um dos mestres lendas vivas do reggae, em atividade desde os anos 1970, com vários discos lançados. O blog destacou uma Seleta com 98 canções presentes em 22 álbuns de sua vasta obra (ouça aqui), E, na Seleta de hoje, as 42 melhores faixas dub da obra de Burning Spear, do período de 1976 a 2008, na opinião do fã Emmanuel Mirdad, presentes em 07 álbuns disponíveis na página do artista no site Grooveshark. Para escutar, baixa clicar no player abaixo.



Não consegue visualizar o player? Ouça aqui


Repertório da Seleta Dub Burning Spear, de 1976 a 2008:

01) Cry Africa - Living Dub Vol. 2 (1980)

02) 2000 Years - Garvey's Ghost (1976)

03) John Burns Skank - Garvey's Ghost (1976)

04) World Dub - Living Dub Vol. 2 (1980)

05) I and I Survive - Garvey's Ghost (1976)

06) The Ghost - Garvey's Ghost (1976)

07) Teacher - Living Dub Vol. 2 (1980)

08) Black Wa-Da-Da Dub - Garvey's Ghost (1976)

09) Majestic Dub - Living Dub Vol. 2 (1980)

10) Farther East of Jack - Garvey's Ghost (1976)

11) Over All Dub - Living Dub Vol. 2 (1980)

12) Dread River - Garvey's Ghost (1976)

13) Reggae Dub - Living Dub Vol. 5 (2006)

14) Dub Move - Living Dub Vol. 5 (2006)

15) Want me To - Living Dub Vol. 5 (2006)


Burning Spear - foto daqui


16) Dub Liberty - Living Dub Vol. 5 (2006)

17) Hit Dub - Living Dub Vol. 5 (2006)

18) Security Dub - Living Dub Vol. 5 (2006)

19) Vision Dub - Living Dub Vol. 5 (2006)

20) Help Us* - Living Dub Vol. 1 (1979)

21) Associate* - Living Dub Vol. 1 (1979)

22) Dub it Clean - Living Dub Vol. 4 (1998)

23) My Island Dub* - Living Dub Vol. 4 (1998)

24) Dub Appointment* - Living Dub Vol. 4 (1998)

25) Jah Boto - Living Dub Vol. 1 (1979)

26) Present* - Living Dub Vol. 1 (1979)

27) Jah Dub* - Living Dub Vol. 4 (1998)

28) Dub African* - Living Dub Vol. 4 (1998)

29) Musiya* - Living Dub Vol. 1 (1979)

30) Dub is Free* - Living Dub Vol. 6 (2008)

31) Dub Not Guilty* - Living Dub Vol. 6 (2008)

32) Remember - Living Dub Vol. 3 (1996)


Burning Spear - foto daqui


33) Dub Rise Up* - Living Dub Vol. 6 (2008)

34) Dub We Feel It* - Living Dub Vol. 6 (2008)

35) Smart Dub - Living Dub Vol. 3 (1996)

36) Chanting Home - Living Dub Vol. 3 (1996)

37) Dub Dready* - Living Dub Vol. 6 (2008)

38) Trust Dub - Living Dub Vol. 6 (2008)

39) Dub Creation - Living Dub Vol. 3 (1996)

40) Dub Ha Ha* - Living Dub Vol. 6 (2008)

41) African Dub - Living Dub Vol. 3 (1996)

42) Friendly Dub - Living Dub Vol. 3 (1996)

*No site está com o título errado.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Hélio Pólvora assumiu a realidade

Emmanuel Mirdad e Hélio Pólvora em 2013.
Foto: Edmilia Barros


Hélio Pólvora assumiu a realidade
Emmanuel Mirdad


O filho pergunta: “O que é ser homem, pai?” Ele responde: “Ser homem é assumir a realidade” Assim tão bem definiu o artesão do conto, o bastião do estilo refinado, da precisão sem excesso ou vaidade, o esteta do texto, Hélio Pólvora, o mestre, que faleceu aos 86 anos no último dia 26. Em seu conto Mar de Azov, do premiado livro homônimo lançado em 1986, pai e filho caminham à beira do mar, no sul da Bahia, e quando o jovem faz a pergunta primordial, a sapiência do mais velho acontece na síntese do sublime: assuma o que acontece, o que está ao seu redor, qual de você deve ser o único a afirmar-se vivo, com a coragem, dignidade e honradez de ser responsável por seus atos.

Hélio Pólvora é a minha esfinge. A sua obra, robusta, tem a sacralidade de um tomo ancestral, que exige de mim o respeito ao texto, ao papel que custou uma vida. Quando reviso o que escrevo, é o busto do mestre que aparece ao meu ouvido e diz: “Melhora isso aí, Mirdad, menos, seja mais preciso, encante, baile com as palavras, mas conduza o rumo pela técnica, ironize, cause reflexão, surpresa. Não seja óbvio”. Não é o homem que me diz isso, e sim a obra, tudo que pude aprender em leituras e releituras que fiz e sempre farei de Hélio Pólvora.

O homem, que além de gênio da nossa literatura, discípulo de Machado de Assis, era um intelectual primoroso, tradutor de Faulkner, crítico e jornalista que morreu trabalhando, assinando o editorial do jornal A Tarde no dia em que partiu. Um gentleman, raro, cordial, compreensivo e generoso, principalmente por quem tinha mérito, ironia e talento. Mayrant Gallo, por exemplo, estreou em livro referendado por uma orelha do mestre, em que diz: “(...) a mão do escritor, que sabe o que dizer e como dizer, que põe nos textos o seu ponto de vista, está autenticada e atestada”. Além de fazer indiretamente pela obra, o homem Hélio, pai de três filhos, casado amorosamente com a doce Maria, também soube referendar os novos. E nos indicou: leiam este, leiam aquele. A sua última recomendação para mim foi O museu da inocência, de Orhan Pamuk, turco ganhador do Nobel em 2006. Lerei, meu amigo!

Apaixonado por cinema, Hélio Pólvora se foi sem ver algum de seus inúmeros contos cinematográficos adaptado para as telas. O que nos aproximou em 2012 foi esse desejo em comum que algum dia irei cumprir, caso assuma a realidade com mais eficácia. E, de todos os trechos que li em sua rigorosa obra, este é o mais imagético, sensorial, encantador, presente em Mar de Azov: “O mar é um animal gigantesco que arqueia o dorso, rouqueja e bufa, rosna e geme ao seu lado, a seus pés. As ondas erguem-se a poucos metros em forma de vagas, cavalgadas por manchas de espuma que não tardam a quebrar — e ele tem a impressão de correr à beira de um túmulo líquido que poderá levantar-se de repente em forma de muralha e sepultá-lo.”
Bravo, mestre!

Emmanuel Mirdad, 27 de março de 2015.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Terminei de escrever meu primeiro roteiro!



O roteiro de Muralha: O goleiro imbatível foi concluído hoje, 15 de abril de 2015.

Investi 172 horas e 40 minutos em 46 dias de trabalho, e a satisfação é enorme!

Agora é elaborar o projeto e cair pra dentro da captação com a Aláfia Filmes!

Quero agradecer às valiosas dicas do escritor e roteirista Victor Mascarenhas, que me fizeram modificar os rumos da história e torná-la mais interessante. Valeu demais, comparsa!

Aláfia!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Terminei de escrever meu primeiro romance!


Hoje, 14 de abril de 2015, acabo de concluir a produção literária do meu primeiro romance, Muralha: o goleiro imbatível! YEBA!

Foram investidas 356 horas e 15 minutos de trabalho em 98 dias, uma média de mais de três horas e meia por dia. A história do goleiro que nunca tomou gol foi planejada em 2012, iniciada em junho e julho de 2013, transformada em conto em outubro de 2014, adaptada para roteiro entre janeiro e março de 2015, e ampliada para o primeiro romance de uma trilogia em janeiro, março e abril de 2015.

Agora, é partir pra revisão e finalização. E o lançamento? Talvez no final do ano ou só em 2016. Aláfia!

sábado, 11 de abril de 2015

Seleta: Burning Spear

Álbuns de Burning Spear participantes desta Seleta


Burning Spear (Winston Rodney, nascido na Jamaica em 1945) completou 70 anos no mês passado e é um dos mais importantes artistas jamaicanos em atividade, uma lenda viva do reggae, com vários discos lançados desde os anos 1970 e clássicos como Slavery Days, Cry Blood Africans e Hail H.I.M., entre muitos outros. Tem uma obra robusta, repleta de canções de louvor a Jah e de afirmação da negritude, e uma voz peculiar, como outros grandes ícones jamaicanos, tal Joseph Hill, Apple Gabriel e Peter Tosh. Na Seleta de hoje, as 98 melhores faixas da obra de Burning Spear, do período de 1973 a 2008, na opinião do fã Emmanuel Mirdad, presentes em 22 álbuns disponíveis na página do artista no site Grooveshark (muitos álbuns estão incompletos e os álbuns dub foram destacados na Seleta aqui). Para escutar, baixa clicar no player abaixo.



Não consegue visualizar o player? Ouça aqui


Repertório da Seleta Burning Spear, de 1973 a 2008:

01) House of Reggae - Calling Rastafari (1999)

02) Live Good - Marcus Garvey (1975)

03) Cry Blood Africans - Hail H.I.M. (1980)

04) Let's Move - Calling Rastafari (1999)

05) Tradition - Marcus Garvey (1975)

06) Jah See and Know - Hail H.I.M. (1980)

07) Shout it Out - Dry & Heavy (1977)

08) African Teacher - Hail H.I.M. (1980)

09) My Roots - Mek We Dweet (1990)

10) Slavery Days - Marcus Garvey (1975)

11) Follow Marcus Garvey - Hail H.I.M. (1980)

12) The Invasion - Marcus Garvey (1975)

13) Freeman - Freeman (2003)

14) Marcus Senior - Social Living (1978)

15) Walk - Our Music (2005)

16) Stick to The Plan - Jah is Real (2008)

17) Not Stupid - Rasta Business (1995)

18) Hail H.I.M. - Hail H.I.M. (1980)

19) Mek We Yadd - Resistance (1985)

20) Old Boy Garvey - The Fittest of the Fittest (1983)


Burning Spear - foto daqui


21) Clean it Up - Appointment with His Majesty (1997)

22) As It Is - Calling Rastafari (1999)

23) Rise Up - Freeman (2003)

24) You Were Wrong - Jah is Real (2008)

25) Mister Garvey - Social Living (1978)

26) We Feel It - Freeman (2003)

27) 700 Strong - Jah is Real (2008)

28) My Island - Appointment with His Majesty (1997)

29) Marcus Say Jah No Dead - Social Living (1978)

30) The Sun - Dry & Heavy (1977)

31) Fire Down Below - Studio One Presents Burning Spear (1973)

32) Weeping and Wailing - Rocking Time (1974)

33) Any River - Dry & Heavy (1977)

34) We are Free - Studio One Presents Burning Spear (1973)

35) The Fittest of the Fittest - The Fittest of the Fittest (1983)

36) Red, Gold and Green - Marcus Garvey (1975)

37) Columbus - Hail H.I.M. (1980)

38) Every Other Nation - Rasta Business (1995)

39) I Stand Strong - The World Should Know (1993)

40) Image - Farover (1982)


Burning Spear - foto daqui


41) Lion - Man in the Hills (1976)

42) Nayah Keith - Social Living (1978)

43) Grandfather - Jah is Real (2008)

44) Down in Jamaica - Our Music (2005)

45) Grassroot - Jah is Real (2008)

46) Hey Dready - Freeman (2003)

47) Come - Social Living (1978)

48) Wickedness - Jah is Real (2008)

49) Trust - Freeman (2003)

50) Farover - Farover (1982)

51) Appointment with His Majesty - Appointment with His Majesty (1997)

52) Calling Rastafari - Calling Rastafari (1999)

53) Glory be to Jah - Appointment with His Majesty (1997)

54) Rasta Business - Rasta Business (1995)

55) African Jamaican - Appointment with His Majesty (1997)

56) Creation - Rasta Business (1995)

57) Sons of He - Calling Rastafari (1999)

58) Fire Man - The Fittest of the Fittest (1983)

59) Jah Say - Resistance (1985)

60) We Been There - Resistance (1985)


Burning Spear - foto daqui 


61) Repatriation - The Fittest of the Fittest (1983)

62) Holy Foundation - Resistance (1985)

63) Mi Gi Dem (I Give Them) - The World Should Know (1993)

64) Down by the Riverside - Studio One Presents Burning Spear (1973)

65) Throw Down Your Arms - Dry & Heavy (1977)

66) Give Me - Marcus Garvey (1975)

67) Dry & Heavy - Dry & Heavy (1977)

68) Mother - Man in the Hills (1976)

69) Door Peep Shall Not Enter - Studio One Presents Burning Spear (1973)

70) Old Time Saying - Rocking Time (1974)

71) Wailing - Dry & Heavy (1977)

72) Jordan River - Marcus Garvey (1975)

73) Ethiopian Live Out - Studio One Presents Burning Spear (1973)

74) Oh Jah - Farover (1982)

75) It's a Long Way Around - Dry & Heavy (1977)

76) Mamie - Rocking Time (1974)

77) Pick Up the Pieces - Studio One Presents Burning Spear (1973)

78) Bad to Worst - Rocking Time (1974)

79) Don't Sell Out - Appointment with His Majesty (1997)

80) Africa - Rasta Business (1995)


Burning Spear - foto daqui


81) This Experience* - People of the World (1986)

82) Identity - The World Should Know (1993)

83) We are Going* - People of the World (1986)

84) Hello Rastaman - Rasta Business (1995)

85) The World Should Know - The World Should Know (1993)

86) People of the World* - People of the World (1986)

87) Loving Day - The World Should Know (1993)

88) Land of My Birth - Jah Kingdom (1991)

89) Civilization - Mek We Dweet (1990)

90) When Jah Call - Jah Kingdom (1991)

91) No Worry You'self - People of the World (1986)

92) Reggae Physician - Appointment with His Majesty (1997)

93) Built This City - People of the World (1986)

94) Thank You - Jah Kingdom (1991)

95) Peace - The World Should Know (1993)

96) Man in the Hills - Live (1977)

97) Black Soul - Live (1977)

98) Jah Kingdom - Love & Peace: Burning Spear Live! (1994)


*No site está com o título errado.

domingo, 5 de abril de 2015

Homenagem a Hélio Pólvora na Muito

Revista Muito - 05/04/2015

Uma singela homenagem ao mestre do conto, meu amigo, Hélio Pólvora (1928-2015), que saiu na revista Muito de hoje, edição de aniversário de 07 anos. Grato pelo espaço e parabéns pela data! Fico feliz pela oportunidade de lembrar do nosso escritor primoroso. Luz!