segunda-feira, 31 de março de 2014

Capa do livro Nostalgia da Lama, de Emmanuel Mirdad


Esta é a capa do livro de poemas Nostalgia da Lama (Cousa/2014), de Emmanuel Mirdad, que será lançado em maio. A pintura chama-se "Série nus" (2004), mista sobre papel 70x50cm, do artista plástico e poeta baiano Nelson Magalhães Filho - conheça mais do trabalho dele aqui. O design da capa é do próprio Mirdad. Maiores informações em breve neste blog.

Infelizmente o blog está distorcendo as cores reais da capa,
por isso visualize-a aqui e aqui

sábado, 29 de março de 2014

Vamos ouvir: Serviço, do Castello Branco

Serviço (2013) - Castello Branco

Para ouvir, clique no player laranja abaixo, à esquerda do nome do artista.



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Baixe o álbum completo aqui

Release disponível no site do artista:

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Serviço. Essa foi a palavra que mais ouvi na minha infância. Ter sido criado em um monastério não fez de mim um monge, nem me deixou mais próximo de Deus do que você, porém, me trouxe o real significado de fé e o discernimento do que podemos buscar com isso. Quando fiz 4 anos, me batizei “Niska”, que vem de “Niskalkat”, um dos livros de José Trigueirinho Netto sobre os tempos de emergência. Lá, a gente vai mudando de nome de acordo com a mudança de ciclo, pra que o novo nos traga boas novas e o velho “eu” se desfaça. Fiz pães, remédios, músicas e orações. Cuidava dos reinos e nas horas vagas eu tinha um violão. Lembro que meu pai me trouxe uma revista de banca que eu levava pra cima e pra baixo como o único e maior presente do mundo, porque lá, afinal, eu não tinha nada, mas tínhamos tudo. Aprendi com muito dos colaboradores que, entre um serviço e outro, foram me ensinando os “porquês” do braço e das notas, assim eu aprendi violão. Mas não que isso seja importante porque o que eu aprendi lá foi e é muito mais presente na minha vida hoje do que o meu violão. Pensamento controlado, concentrado em realizar o positivo, sem conflito mental com o óbvio. Amar. Intuir. E isso eu aprendi limpando estábulo, capinando, ouvindo Pãma e aos domingos, lendo Paul Bruton. Quando vim morar no Rio de Janeiro, fui aprendendo a ser o inteiro. Busquei muito e nunca escondi meu amor pelo que é feito com amor, seja qualquer coisa do mundo. Nunca ignorei som nenhum, ainda mais quando sinto que há uma honestidade naquilo. Quando tinha dezoito, criei a R.Sigma. Comecei isso por amor e eu sabia. Quando saí disso foi por amor, mas não sabia, tem vezes que a gente não sabe na hora. Hoje eu sei, porque depois que nasce um ciclo como este que veio, a gente vê o pé e se é pé de amor é amor mas se for pé de dor, é dor. Esse disco tem tanto de mim quanto as partes do meu corpo, e assim como uma verdade não é pra ser verdade e sim para ser entendida, ele vem cheio de verdades que não são verdades, são entendimentos, meus e de todos os que fizeram parte desse processo. Mais uma vez não me interessa que som eu faço, com os dedos eu faço um, se me der um elástico eu posso te fazer mais dois, a questão é que tudo isso serviu ao todo e o todo fez exatamente o seu papel; ser o todo. Nós somos o aqui, nós somos o agora.


Amor e Luz,
Castellobranco.
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sexta-feira, 28 de março de 2014

Produções de Emmanuel Mirdad: Ano 2009



O produtor cultural baiano Emmanuel Mirdad conheceu o cantor e compositor baiano Tiganá Santana em 2007. No ano seguinte, escreveu o projeto de gravação do primeiro CD do artista, Maçalê, que concorreu no edital da Fundação Cultural da Bahia, ganhando com louvor. Conheça aqui a história que originou o belo álbum produzido por Luiz Brasil, finalizado em 2009, ano em que as realizações de Mirdad com a Putzgrillo Cultura foram a exposição relacionada ao Prêmio Bahia de Todos os Rocks no Iguatemi, o lançamento do DVD Bogary da banda Cascadura e a direção da cerimônia do festival da Educadora FM (além do lançamento do EP Harmonogonia, com suas composições, produção própria). Abaixo, a descrição do próprio produtor.



Gravação do CD Maçalê, de Tiganá Santana

Com onze faixas autorais, é o álbum de estreia do cantor e compositor baiano Tiganá Santana, com produção musical de Luiz Brasil e os convidados especiais Virgínia Rodrigues, Roberto Mendes e Mou Brasil, gravado em Salvador-BA com a participação de músicos como Gabi Guedes, Ldson Galter, André Becker e Antenor Cardoso.

Patrocinador - Governo da Bahia | Fundo de Cultura - Secretarias de Cultura e da Fazenda | Vencedor do edital de gravação da Funceb

Funções - Produção do artista | Criação, captação, administração financeira e prestação de contas do projeto

Info: www.tiganasantana.com



EP Harmonogonia – Mirdad

Sempre tive uma ligação ancestral com o piano, mas que enquanto Mirdad, resolvi não desenvolvê-la – embora tenha sempre ficado latente. No início de 2008, tive que estudar o programa de partituras Finale para criar e transcrever os arranjos de sopro para o álbum Universo Telecoteco, da banda Pedradura. Logo o processo prático se tornou artístico e eu criei no próprio programa arranjos para piano solo de algumas composições minhas – as partituras foram transcritas por Martha Anísia, minha mãe musicista, que sempre transcreveu minhas canções.

Nasceu então o EP Harmonogonia, inicialmente chamado de (Pia)Noite, baseado em versões de algumas músicas folk minhas que estavam na gaveta do projeto Sad Child. O EP demo teve o áudio extraído do Midi do programa de partituras digital e passou em 2008 por um melhoramento por André Magalhães, do Submarinos Studios, com produção do próprio autor. Harmonogonia foi disponibilizado na internet no começo de 2009.

Patrocinador - Meu bolso

Funções - Compositor | Arranjador | Produtor musical | Produtor executivo



Exposição Eles Estão Entre Nós
Evidências e Artefatos do Rock Baiano

Como uma ação do Prêmio Bahia de Todos os Rocks, a exposição "Eles Estão Entre Nós - Evidências e Artefatos do Rock Baiano" foi viabilizada pelo Shopping Iguatemi, com apoio da 28 Camisas Inteligentes, para comemorar o dia do rock, e teve fotos de Sora Maia, curadoria e textos de Chico Castro Jr., e diversos artefatos emprestados por Bigbross, Ricardo Cury e outros roqueiros da Bahia.

Patrocinador - Shopping Iguatemi

Função - Produção executiva



Cerimônia do VII Festival de Música da Educadora FM

Noite de entrega de prêmios do 7º Festival de Música da Educadora FM no Teatro do IRDEB, em homenagem aos criadores do trio elétrico, Dodô & Osmar, com transmissão ao vivo pela rádio e pela TVE. A banda base foi o trio Retrofoguetes, comandado pelo diretor musical Beto Barreto, com a presença dos convidados Armandinho, Aroldo Macedo e BaianaSystem.

Patrocinadores - IRDEB | Secretaria de Cultura | Governo da Bahia

Funções - Direção, Roteiro e Concepção Artística da Cerimônia



Show de Lançamento do DVD Efeito Bogary, da banda Cascadura

Na Praça Tereza Batista no Pelourinho, show da banda Cascadura, para lançar do DVD Efeito Bogary, em parceria com a Piano Forte, com lotação máxima, comoção da plateia para as canções da fase Bogary e diversos autógrafos no final.

Patrocinador - Pelourinho Cultural | Funceb/Secretaria de Cultura | Governo da Bahia

Funções - Captação | Co-produção

quinta-feira, 27 de março de 2014

Vamos ouvir: UM, do Dani & Debora Gurgel Quarteto

UM (2013) - Dani & Debora Gurgel Quarteto

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Release disponível no site da cantora Dani Gurgel:

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Um encontro entre melodias e ritmos brasileiros com a harmonia e improvisação jazzísticas é o que traz o álbum UM, de Dani & Debora Gurgel Quarteto, em composições próprias e releituras de clássicos de diversas origens.

O grupo surgiu da união do trabalho de Debora Gurgel e Dani Gurgel, dupla sempre presente no trabalho individual de ambas. Tanto como parceiras de composição quanto na sonoridade conjunta do piano e da voz neste contexto, que se completam com a bateria de Thiago Rabello e do baixo de Sidiel Vieira, Dani e Debora vêm trabalhando juntas há mais de duas décadas.

O quarteto traz músicas autorais de Dani e Debora, algumas parcerias com seus contemporâneos e, pela primeira vez em seus discos, arranjos inusitados de temas do repertório brasileiro, assim como arranjos brasileiros para composições internacionais. O disco de estreia do grupo, com lançamento no Japão em Agosto e no mundo todo em Outubro de 2013, foi idealizado em uma série de shows pelos EUA em 2012 (NYC, Boston e Seattle), em sequência à mais recente viagem do quarteto à Argentina (Buenos Aires e La Plata) e ao Uruguay (Festival Jazz a la Calle).

Uma união forte e inseparável entre a música instrumental, usando a voz como um instrumento em vocalises e abrindo um grande espaço para solos e improvisação de todos os integrantes; e a canção popular brasileira como principal elemento de ligação entre todo o repertório.
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quarta-feira, 26 de março de 2014

Produções de Emmanuel Mirdad: Ano 2008



No ano anterior, o produtor cultural baiano Emmanuel Mirdad tinha sido contratado para escrever projetos da produtora Plataforma de Lançamento para concorrerem ao edital nacional do Oi Futuro. Por insistência do chefe Uzêda, Mirdad escreveu seu projeto de prêmio para o rock baiano. Coincidentemente nenhum dos projetos da Plataforma passou e o seu foi aprovado no edital. Aí, um gesto brilhante de Uzêda, mudou de forma significativa a carreira do estagiário: não topou que a Plataforma produzisse o prêmio e recomendou que ele fizesse o projeto sozinho. Mirdad topou o desafio, contratou o ex-colega de Facom/Ufba, o produtor cultural baiano Marcus Ferreira, para ser o produtor executivo, e realizaram a 1ª edição do Prêmio Bahia de Todos os Rocks, primeiro projeto patrocinado pela iniciativa público-privada da dupla, que partiram para ser empresários da cultura baiana com a abertura da produtora Putzgrillo Cultura. Além desse ano 1 como empresário, Mirdad ainda produziu dois álbuns com suas composições e canto, uma espécie de despedida do lado autoral, que ficaria um bom tempo adormecido. Abaixo, a descrição do próprio produtor.



Prêmio Bahia de Todos os Rocks - 1ª Edição

O Bahia de Todos os Rocks é uma premiação que contempla os melhores resultados profissionais alcançados por artistas, bandas, designers e mídia do universo do rock, exclusivamente do Estado da Bahia, que mais se destacaram nos quesitos técnicos, artísticos e de alcance de público, selecionados por um júri e votação popular. A 1ª edição aconteceu no Cine-Teatro SESC Casa do Comércio (Cerimônia) e casa Boomerangue (Festa de Encerramento).


Patrocinadores - Oi | Fazcultura - Secretarias de Cultura e da Fazenda | Governo da Bahia

Funções - Coordenador Geral | Diretor e Roteirista da Cerimônia | Criação, captação, administração financeira e prestação de contas do projeto | Sócio da marca | Idealizador

Info - Matéria no programa Soterópolis-TVE, veja aqui



Abertura da empresa Putzgrillo Cultura
Gravação do EP ID – Mirdad
Gravação do CD Universo Telecoteco – Pedradura

O produtor baiano Marcus Ferreira foi meu calouro na Facom/Ufba e fomos os únicos a pular de Bungee Jump em uma excursão da faculdade em Paulo Afonso, na Bahia. Oito anos depois, fizemos o primeiro trabalho juntos na 1ª edição do Prêmio Bahia de Todos os Rocks, e como o resultado foi excelente, Marcus me convidou para ser sócio de sua empresa recém-aberta, com o inusitado nome de Putzgrillo Cultura. Nossa parceria de sucesso durou 5 anos e o melhor produto foi a criação da Flica e a realização de suas duas primeiras edições (hoje somos sócio na Cali, a realizadora do evento).

Com o fim da banda The Orange Poem no início de 2007, montei uma nova banda chamada Pedradura, com a proposta de bolo doido de rock, groove, MPB, jazz, bossa, reggae e experimentalismo, com solos de naipe de sopro e versos com polêmica, sarcasmo e acidez, composições minhas em português. Antes de fazermos shows, entramos em estúdio ainda em 2007 e somente no 2º semestre de 2008 concluí a produção do álbum Universo Telecoteco – o problema foi que a banda terminou antes disso porque o baterista Edu Marquez foi morar na Europa. Nesse ínterim, resolvi gravar músicas minhas que não tinham a ver com a Pedradura e produzi o meu primeiro trabalho solo, o EP ID, gravado com músicos das bandas The Orange Poem e Pedradura.

Patrocinador - Meu bolso (EP e álbum)

Funções - Sócio-Diretor (Putzgrillo) | Produtor musical e executivo (EP e álbum)

terça-feira, 25 de março de 2014

Vamos ouvir: Janelas, do Músicas do Espinhaço

Janelas (2013) - Músicas do Espinhaço

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Release disponível no site do grupo:

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Viabilizado através do projeto de música com o maior número de apoiadores na história do crowndfounding (patrocínio colaborativo) em Minas Gerais o CD Janelas, do grupo Músicas do Espinhaço, é lançado virtualmente nesta semana através do site e das redes sociais da banda. O trabalho, patrocinado por quase 300 fãs, é o resultado de um expressivo período criativo do grupo que culminou nas 19 canções do disco. Nos quase 80 minutos de áudio ininterruptos Janelas apresenta composições de grande versatilidade, a maioria assinadas pelos próprios integrantes, mas também parcerias com o cantautor cearense Joaquim Izidro e Márcio Borges, lendário letrista que fundou com Milton Nascimento o Clube da Esquina.

Para a banda, formada no final de 2010, este é um momento bastante diferenciado. Depois de dois Cds produzidos quase que de maneira artesanal no estúdio caseiro do grupo, Janelas recebe cuidados de uma produção assinada pela própria banda mas também por César Santos, que trabalhou com projetos de Paula Santoro, Robertinho Brant e mais recentemente Juliana Perdigão. As gravações aconteceram entre fevereiro e março de 2013 no Estúdio Verde, em Belo Horizonte, e contaram com a participação do jovem pianista Rodrigo Lana, do violeiro paulista João Arruda e de Joaquim Izidro.

Nas canções o grupo reitera sua proposta de interpretar as paisagens, os aspectos culturais e as histórias da Serra do Espinhaço, cadeia de montanhas entre Minas Gerais e a Bahia que recebeu o apelido de cordilheira do Brasil. Travessias, vilarejos esquecidos e personagens inesperados são os temas retratados pela singular sonoridade do Músicas do Espinhaço. Entre o regionalismo, o pop, o jazz e a riqueza harmonica do clube da esquina o grupo vai levantando suas bandeiras pela preservação, pela sustentabilidade e pela vida ao ar livre.

O trabalho está sendo parcialmente disponibilizado na internet. 13 das 19 canções podem ser baixadas gratuitamente no site da banda. Já o CD físico apresenta um projeto bastante inovador. Idealizado pela artista plástica Eloise Frota e Bernardo Puhler, a embalagem é feito com pano de chão, jornais e fitas, alem de um encarte tradicional com ilustrações temáticas. Tivemos a preocupação de apresentar algo fortemente embasado na sustentabilidade, com o reaproveitamento de materiais, e ainda desfrutar do espaço pra propagar conceitos mais abrangentes. Todos os jornais utilizados eram de cadernos leves e positivos como cultura, entreterimento, turismo, etc pontua Bernardo.
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domingo, 23 de março de 2014

Vamos ouvir: Vem Ver, de Vanessa Moreno e Fi Maróstica

Vem Ver (2013) - Vanessa Moreno e Fi Maróstica

Ouça aqui na Rádio Uol

Facebook do duo aqui

Breve release no site da Tratore:

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O duo formado por Vanessa Moreno (voz e percussão) e Fi Maróstica (baixo acústico e elétrico) surgiu de maneira inusitada, concretizando a grande afinidade musical entre os integrantes nesta ousada formação. Através de pesquisas da música regional brasileira, influências do jazz e da música erudita, uma rica mistura é obtida e adaptada em arranjos que exploram toda riqueza ritmica, melódica e harmônica que esta reduzida e inusitada roupagem pode oferecer, criando assim uma atmosfera sonora muito interessante.
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sábado, 22 de março de 2014

Vamos ouvir: Luz Marina em seu 1º álbum

Luz Marina (2013) - Luz Marina

Saiba mais aqui (release, download e quatro faixas pra audição)

Melhor faixa do álbum é o cover de Itamar Assumpção. Veja abaixo:



sexta-feira, 21 de março de 2014

Produções de Emmanuel Mirdad: Ano 2007



Desde 2001 que a principal atividade cultural do produtor baiano Emmanuel Mirdad era a produção da banda The Orange Poem, cujo planejamento era gravar um bom álbum e se mudar para a Europa na sequência. Dois álbuns foram gravados, mas a banda terminou em março de 2007 (retornando em 2014). Recém-formado em jornalismo, Mirdad foi trabalhar então com produção cultural na empresa Plataforma de Lançamento, a convite de Uzêda (foto acima, ao lado do produtor), um dos sócios. Foi a sua primeira oportunidade de trabalhar com projetos voltados a Lei de Incentivo, e serviu para que ele se especializasse nesse tipo de produção, que veio a ser seu principal trabalho a partir de 2008. Também em 2007, Mirdad trabalhou no referencial Troféu Caymmi, e a experiência lhe serviu de know-how para produzir seu próprio prêmio de música no ano seguinte. Abaixo, a descrição do próprio produtor.



Plataforma de Lançamento e Troféu Caymmi

Por conta das gravações da banda The Orange Poem e do CD poema Ilusionador, passei muito tempo no estúdio Casa das Máquinas, de Tadeu Mascarenhas. Com isso, conheci seu sócio da Plataforma de Lançamento, o experiente Uzêda, que me convidou para trabalhar na produtora como freela. Durante 2007, fiz trabalhos eventuais e aprendi muito com Uzêda, principalmente como lidar com as leis de incentivo e a elaborar projetos para o Fazcultura – Lei de incentivo estadual. A experiência com a Plataforma de Lançamento (em que elaborei projetos para Dão, Marcela Bellas, Cicinho de Assis e Juliana Ribeiro, entre outros – fotos retiradas da internet) me formou enquanto produtor cultural.

Trabalhei também na produção executiva da 15ª edição do Troféu Caymmi no Teatro Castro Alves (fotos retiradas da internet), escalado de última hora, apagando diversos problemas. Foi gratificante e enriquecedor, pois no ano seguinte teria que produzir o meu próprio prêmio musical: Bahia de Todos os Rocks. 2007 foi o ano do aprendizado.

Funções - Elaboração de projetos | Produtor executivo

quinta-feira, 20 de março de 2014

Discografia Mirdad: Pedradura - Universo Telecoteco

Universo Telecoteco (2008) - Pedradura


Bolo doido de rock, groove, MPB, jazz, bossa, reggae e experimentalismo. Destaque para os solos do naipe de sopro. Nos versos, polêmica, sarcasmo e acidez. Composições de Emmanuel Mirdad (exceto uma). Para ouvir, clique no player laranja abaixo, à esquerda do nome do álbum.




Não consegue visualizar o player? Ouça aqui

Ouça no Youtube aqui

Release

Qual é o estilo musical da Pedradura? Bolo doido.

Formada em Salvador-BA em 2007, justamente na virada da geração 00, que ainda tinha o rock e seus sub-gêneros como unidade musical, para a geração 10, que trouxe a diversidade para o foco da música alternativa, a Pedradura apresentou em sua origem o bolo doido da fusão de rock com jazz, groove, MPB, blues, bossa nova, reggae, experimentalismo e o escambau. Baixo, bateria e guitarra, aliados à voz e violão de nylon, mas com o destaque nas mãos do naipe de sopro, dono dos solos e arranjos mais marcantes. E a polêmica, ironia, sarcasmo e acidez nos versos, transformando o groove que balança em palavras não descartáveis, e sim pedregulhos.

Assim como foi na banda The Orange Poem, Mirdad montou a banda com músicos que não se conheciam, voltada logo de primeira para gravar um CD, antes de fazer shows. E dos ensaios direto à gravação, nasceu Universo Telecoteco, com canções autorais (apenas uma não é de Emmanuel Mirdad), bolo doido de som e deboche, que não chegou nem a ser lançado - assim que ficou pronto, Universo Telecoteco foi pra gaveta, porque a banda acabou.

Gravado, mixado e masterizado no Submarino Studios, em Salvador-BA, por Tito Menezes e André Magalhães, tem a produção musical e executiva de Emmanuel Mirdad. A Pedradura neste disco era formada por Mirdad (voz e violão), Edu Marquéz (bateria), Artur Paranhos (ex-baixista da Orange Poem) e Eric Gomes (guitarra). No disco, os músicos adicionais foram Medina (trompete), Gilmar Chaves (trombone), Eric Almeida (saxofone) e Marquinhos Black (percussão). A única participação especial é a de André Magalhães no piano de "Canção da Despedida".

Ficha técnica

01) Anti-Plástico
      BR-N1I-08-00005

02) Armadilha
      BR-N1I-08-00007

03) Danilo na Ceia das Hienas
      BR-N1I-08-00006

04) Mafuá
      BR-N1I-08-00008

05) Cirurgia
      BR-N1I-08-00010

06) Um Recadinho
      BR-N1I-08-00009

07) Canção da Despedida
      BR-N1I-08-00011

Composto e produzido por Emmanuel Mirdad (exceto Canção da Despedida, música de Rodrigo Damati)

Pedradura
Mirdad . voz e violão
Edu Marquéz . bateria e percussão
Artur Paranhos . baixo
Eric Gomes . guitarra

Músicos adicionais
Marcelo Medina . trompete
Gilmar Chaves . trombone
Eric Almeida . saxofone
Marquinhos Black . percussão

Participação especial: André Magalhães . piano em "Canção da Despedida"

Arranjos sopro
"Danilo na Ceia das Hienas" e "Um Recadinho": Emmanuel Mirdad
"Anti-Plástico": Emmanuel Mirdad e Juraci Jr.
"Mafuá": Emmanuel Mirdad e Gabriel Franco
"Armadilha" e "Cirurgia": Emmanuel Mirdad - baseado em arranjos de Artur Paranhos e Eric Gomes

Capa: Mirdad sobre traço de Minêu

Gravado e mixado por Tito Menezes, gravação adicional por Diego Moreno e masterizado por André Magalhães no Submarino Studios entre setembro de 2007 e novembro de 2008.


Contracapa Universo Telecoteco (2008) - Pedradura


Label Universo Telecoteco (2008) - Pedradura


Encarte Universo Telecoteco (2008) - Pedradura



quarta-feira, 19 de março de 2014

Vamos ouvir: Toni Ferreira em seu 1º álbum

Toni Ferreira (2013) - Toni Ferreira

01) Olha Só

02) Te Falo Amanhã

03) Saber de Uma Alma

04) Manjubá

05) Leve

06) Reflexo de Nós

07) Amor pra que Nasceu

08) Marca de Espinho (Palhaço que Eu Fui de Você)

09) Repousar

10) Paira

11) Menino Deus

12) Se Eu Vou

13) O Barco

Clique nos links acima para ouvir as faixas.

Playlist aqui (fora da ordem do CD)

Release disponível no site do cantor:

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Entre a claridade e o breu
Toni Ferreira estreia em disco solo pela Universal Music
por Marcus Preto - maio de 2013

Para começar a contar essa história, eu poderia dizer que Toni Ferreira é o melhor cantor de blues que ouvi por essas bandas nos últimos muitos anos. Cantor e compositor, aliás: foram escritas por ele, por exemplo, a letra e a música do blues "Reflexo de nós", a sexta faixa de "Toni Ferreira", esse seu álbum de estreia. Ela explica muita coisa.

Acontece que ele não é um cantor de blues. Não só isso. Toni Ferreira é um músico de espectro amplo, temperado pela noite, pelos clubes e bares em que tocou. Graças a essa estrada, seu som consegue dialogar com as mais diversas linguagens, com a música que reverbera em estados de espírito variados, extremos até. Ele sabe transitar entre a claridade e o breu.

Toni está nessa viagem há bastante tempo. Muito antes das primeiras gravações oficiais – em projetos coletivos como o "Sarau" (2012) ou em aparições especiais, como a que fez no "Multishow ao Vivo" (2010) da amiga Maria Gadú –, ele já frequentava ativamente o circuito de música do eixo Moema, Vila Mariana e Vila Madalena. Mas a relação com a música começou em casa. O primeiro professor nessa escola de ser artista foi o pai, que tocava em duas bandas. Uma de repertório autoral, a Bicho Preguiça. E outra em que fazia cover do Kiss. Toni conviveu com as duas situações.

Carregava os instrumentos e ajudava a montar o palco da banda cover metaleira. Mais do que isso, fazia a maquiagem no pai, copiando direitinho a "máscara" do baixista do Kiss: o rosto todo pintado de branco, os lábios e os olhos pretos, como duas aranhas gigantes. Dessa experiência veio o aprendizado cênico, a intimidade com o público e com o palco. Com a banda autoral paterna, entendeu um bocado do que era ser um músico. Exercitou isso. Passava as tardes e noites com os amigos mais próximos tirando, nota por nota, todo o repertório da Bicho Preguiça. Toni sempre gostou de cantar canções dos outros. No YouTube, há vídeos dele, ainda moleque, acompanhando-se ao violão em "Menino Deus", a bossa de Caetano Veloso que agora entra em seu primeiro álbum. Nesse espírito, o disco traz ainda versões de Toni para sambas lançados por Martinho da Vila ("Amor pra que nasceu", do LP "Martinho da Vila", de 1969) e Agepê ("Marca de espinho", de Mita e Carlos Barbosa, gravada no LP "Agepê", de 1979).

Também há no YouTube algumas das primeiras experiências de Toni Ferreira como compositor. Uma delas, divertidíssima, é a "sátira" (palavra do próprio Toni) "Perfeição", feita e executada em dobradinha com Maria Gadú. No vídeo, totalmente caseiro e despretensioso, os dois estão sentados na cama do quarto dele, Gadú ao violão. Hilário. E histórico. Maria Gadú foi muito importante nessa jornada, mesmo antes de ser grande o suficiente ao ponto de poder apresentar Toni aos muitos fãs dela. Estava por perto quando Toni comandava o Quinta Dissonante, uma espécie de sarau que foi abrigado em várias pequenas casas de São Paulo, como o Caravaggio, o hotel Cambridge e o Café Paon. Totalmente calcado em repertório autoral, aliás. "Paira" (Toni Ferreira) e "Manjubá" (Toni Ferreira, Camila Wittmann, Eduardo Pitta e Eduardo Luca) estavam sempre no set list. Gadú não canta, mas surge como compositora no álbum de estreia do amigo. Há anos, mostrou o rock "Te falo amanhã" para Toni. E ele ficou maluco. Pediu que ela não tocasse a canção para mais ninguém, que guardasse "para quando eu gravar meu disco". Ela obedeceu. Tem potencial de hit.

Àquela altura, nos tempos do Quinta Dissonante, sua turma já era Gadú, João Guarizo, Dani Black, Bárbara Rodrix, Tim Bernardes (da banda O Terno), Paulinho Novaes e outros amigos compositores que, das maneiras mais variadas, o acompanham até hoje.

João Guarizo (que também participou do projeto "Sarau") é o autor de duas faixas. Uma é a balada "Saber de uma alma", que já era velha conhecida de Toni dos tempos em que os dois integravam o quarteto Tribu, entre 2008 e 2009, e foi ensaiada por todos esses anos: na vida, nos bares e nas rodas de violão. Outra é mais nova, "Se eu vou", parceria de Guarizo com Luis Kiari, um dos nomes ligados aos Varandistas – grupo que se reunia na varanda da casa do cineasta Caio Sóh, na Barra, no Rio de Janeiro, para criar, compor e tocar.

Esse é outro capítulo importante na biografia de Toni. Em 2010, ele foi tentar a vida no Rio. Por meio de Gadú, conheceu todos os varandistas. E a turma que gravitava em volta deles. Motivado por esse clima criativo, Toni começou a compor com mais afinco. Fez parte da trilha sonora para "Teus olhos meus", primeiro longa de Caio Sóh. E até aparece numa ponta do filme, cantando "Paira" com seus parceiros Luis Kiari, Fred Sommer e Gugu Peixoto. Uma versão solitária dessa balada entra agora no álbum "Toni Ferreira".

Em 2011, Toni voltou a morar em São Paulo. Estava na cidade em que nasceu quando o produtor Clemente Magalhães o convidou para integrar o projeto "Sarau" (Universal Music), que unia em CD e DVD vários de seus amigos: os cariocas Gugu Peixoto, Aureo Gandur, Fred Sommer e Taís Alvarenga, o brasiliense Daniel Chaudon, e o também paulista João Guarizo. "O Barco" (Toni Ferreira, João Guarizo e Bianca Godoi), que ganhou nova mixagem e é agora incluída em "Toni Ferreira", fazia parte desse projeto. Toni também estava em São Paulo quando foi convidado a atuar em uma campanha da rede de telefonia Nextel estrelada por Maria Gadú e Milton Nascimento. Os comerciais ficaram seis meses no ar. E, nesse tempo, Toni viu o número de visualizações de seus vídeos começarem a subir abruptamente. Por essa via improvável, aumentava a curiosidade em torno do seu trabalho.

O processo de criação e gravação do álbum "Toni Ferreira" começou no final do ano passado. E a questão mais discutida nos primeiros momentos foi o nome do produtor musical. Quem seria a figura ideal para encontrar o som que Toni buscava? Quem seria capaz de ajudar a criar a moldura para a voz do cantor nesse primeiro trabalho individual? Ele queria que seu álbum soasse como "Cinema transcendental" (1979), de Caetano Veloso: minimalista, cheio de vazios, com poucos elementos. Muitas possibilidades foram cogitadas até que Andre Bourgeois, empresário de Toni (e também da cantora Céu), chegou com o álbum "Que isso fique entre nós", segundo trabalho do cantor e compositor paulista Pélico. Fecharam na hora. Pélico trouxe para o time outro produtor, Jesus Sanchez, responsável justamente por "Que isso fique entre nós". Fizeram o trabalho a quatro mãos. Pélico acabou por se tornar também um compositor em "Toni Ferreira". Logo nos primeiros dias de trabalho, chegou com "Repousar", composta especialmente para a voz de Toni. Também escreveu "Olha só", faixa que, em posição estratégica, abre o disco. E a posição é estratégica porque "Olha só" não é um blues. É fado, mas não é fado. É balada, mas também não é. Um iê-iê-iê estilizado? Sim e não. O que é "Olha só", então? É algo como uma janela. Uma cortina aberta para tudo, para o que vier. Como a linda voz de Toni Ferreira.
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terça-feira, 18 de março de 2014

Produções de Emmanuel Mirdad: Ano 2006



De acordo com o planejamento de carreira da The Orange Poem, 2006 era o ano para o produtor cultural baiano Emmanuel Mirdad estar morando na Europa, mais precisamente em Londres, batalhando pelo som psicodélico laranja. O giramundo gargalhou da projeção audaciosa e ele passou praticamente o ano todo no Rio Vermelho, no estúdio Casa das Máquinas do amigo Tadeu Mascarenhas, gravando o 2º CD da Orange Poem e o CD poema Ilusionador, com poemas do pai Ildegardo Rosa, seu trabalho de conclusão de curso em Comunicação/Jornalismo na Facom/Ufba. Um ano dedicado à produção musical (e executiva) de álbum – deixou de ser agente de shows, o trabalho dos últimos dois anos. Abaixo, a descrição do próprio produtor.



Gravação do 2º CD – The Orange Poem

Mal tinha gravado e lançado o primeiro CD da minha banda, e já financiei outra gravação. 2006 era o ano que tinha planejado para ir morar na Europa, tentar carreira com a Orange Poem por lá, mas estava descontente com o 1º CD, achava-o fraco, e queria seguir pra fora com um disco mais apresentável. E a gravação do segundo CD se arrastou por todo o ano, terminando só em outubro, mais uma vez no estúdio Casa das Máquinas, de Tadeu Mascarenhas, e eu trabalhei como produtor musical e executivo, bancando o processo sozinho, com minhas economias e auxílios familiares. Realmente ficou melhor que o anterior, extraindo o melhor da banda e de minha produção, focando na sonoridade psicodélica. Porém, não foi prensado e foi direto pra gaveta porque a banda acabou e eu desisti de ir morar na Europa para viver um grande amor em Salvador.

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Gravação do CD-poema Ilusionador como TCC 
para o curso de Comunicação/Jornalismo

Eu me formei jornalista na Facom/Ufba com um projeto de comunicação: Proposta de ambientação sonora para poemas em formato CD. Todo o foco do segundo semestre de 2006 foi para a realização do TCC. Criei a proposta e parti para a execução mais uma vez no estúdio Casa das Máquinas, de Tadeu Mascarenhas – as principais gravações, porque eu também gravei na Facom e em casa. O objeto do CD-poema Ilusionador foi um recorte de poemas da obra engavetada de meu saudoso pai, Ildegardo Rosa (1931-2011) – foto maior acima. Nas outras fotos (retiradas da internet), alguns dos amigos participantes da gravação, como Tadeu Mascarenhas, Glauber Guimarães, Renato Cordeiro, Raiça Bomfim, Marceleza de Castilho e Thiago Kalu, bem como extrações de áudio de bandas como Radiohead, Mahavishnu Orchestra, Dave Brubeck Quartet e Led Zepellin, e de filmes como Matrix e Mar Aberto.

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segunda-feira, 17 de março de 2014

Discografia Mirdad: EP ID

EP ID (2008) - Mirdad


Rock, groove, blues, pop e psicodelia, com participações de Hosano Lima Jr. e Artur Paranhos da Orange Poem, e Eric Gomes da Pedradura na guitarra. Composições de Emmanuel Mirdad com ele no vocal. Para ouvir, clique no player laranja abaixo, à esquerda do nome do EP.




Não consegue visualizar o player? Ouça aqui

Ouça no Youtube aqui

Release

Primeiro trabalho solo do compositor e escritor baiano Emmanuel Mirdad, traz cinco composições autorais com ele no vocal e violão, mesclando rock, groove, blues, pop e psicodelia. Formado por instintos, impulsos orgânicos e desejos inconscientes e regido pelo princípio do prazer, que exige satisfação imediata, o ID é a energia dos instintos em busca da realização desse princípio.

Foi pelo desejo em registrar suas músicas que Mirdad reuniu a cozinha da banda The Orange Poem, formada pelo baterista Hosano Lima Jr. e o baixista Artur Paranhos, de volta ao Submarino Studios de André Magalhães onde produziu sua estreia em disco com o projeto Pássaros de Libra oito anos antes. Completando a guiga, o amigo guitarrista Eric Gomes, que tinha acabado de entrar na banda Pedradura (formada após o término do Orange Poem em 2007 com Artur no baixo e o baterista Edu Marquéz).

O single “El’eu” (uma versão para “Madness”, da banda The Orange Poem) foi o único registrado no estúdio Casa das Máquinas, com participação de Tadeu Mascarenhas no piano rhodes e arbon, e do pai de Mirdad, Ildegardo Rosa (1931-2011), recitando trechos do poema. Composta e gravada especialmente para participar do V Festival de Música Educadora FM (2007), mistura braba de groove blues etéreo, com pitada de faroeste surf music e uma inusitada participação de pandeiro, o single “El’eu” foi selecionado entre as 50 (a concorrência foi cerca de 10 pra um), tocando na programação da rádio por meses. Este reconhecimento impulsionou o compositor a formar a banda Pedradura e a retornar à música depois do fim do grupo The Orange Poem (retomado em 2014).

Além de “El’eu”, destaque para as canções “Nu, Tempestade”, com a metaleira que gravou no disco da Pedradura (Medina, Gilmar Chaves, Eric Almeida e arranjo de Mirdad) e “O Milagre”, um blues nordestino composto para Zé Ramalho cantar. Completando o EP ID, a versão mais lenta e leve de “Antiga Poesia” (gravada no EP dos Pássaros de Libra - ouça aqui), uma das músicas prediletas de Mirdad, e “Fantoche”, uma homenagem à psicodelia sonora do poema laranja com mais uma participação de seu pai Ildegardo Rosa recitando no final.

Ficha técnica

01) Nu, Tempestade
      BR-N1I-08-00001

02) O Milagre
      BR-N1I-08-00002

03) El'eu
      BR-N1I-07-00012

04) Antiga Poesia
      BR-N1I-08-00004

05) Fantoche
      BR-N1I-08-00003

Composto e produzido por Emmanuel Mirdad

Mirdad: Voz, violão 12 cordas e sampler fx.1
Hosano Lima Jr.: Bateria
Artur Paranhos: Baixo
Eric Gomes: Guitarra (todas exceto fx.3)
Zanom: Guitarra (fx.3)
Tadeu Mascarenhas: Rhodes e arbon (fx.3)
Tito Menezes: Synth (fx.4) e sampler (fx.1)
Marcelo Medina: Trompete (fx.1)
Gilmar Chaves: Trombone (fx.1)
Eric Almeida: Saxofone (fx.1)
Fabrício Mota: Pandeiro (fx.3)

Arranjo sopro: Emmanuel Mirdad
Improvisação sopro: Eric Almeida, Gilmar Chaves e Marcelo Medina

Participação especial: Ildegardo Rosa (1931-2011), pai de Mirdad, recitando nas faixas 3 e 5

Gravado e mixado por Tito Menezes e masterizado por André Magalhães no Submarino Studios em janeiro e fevereiro de 2008, exceto "El'eu", gravada, mixada e masterizada por Tadeu Mascarenhas no estúdio Casa das Máquinas em 2007.


Contracapa do EP ID (2008) - Mirdad



Label do EP ID (2008) - Mirdad



domingo, 16 de março de 2014

Vamos ouvir: Zulusa, de Patrícia Bastos

Zulusa (2013) - Patrícia Bastos



Soundcloud da cantora aqui

Release disponível no site da cantora:

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Dona de uma das vozes mais marcantes do Amapá, Patrícia Bastos lança seu novo trabalho. O disco apresenta a variedade de ritmos do norte do país, misturando o batuque, marabaixo, cacicó e zoulk com guitarrada, embolada, cúmbia e fado. Com a proposta de focar no aprofundamento desses ritmos, norteado pelas influências musicais de Patrícia Bastos, como um passeio pelo seu ambiente musical, “Zulusa” também extrapola os limites geográficos e apresenta inovação e profundidade sonora.

Neste álbum a cantora retrata a arte regional como algo contemporâneo e universal e consolida a proposta da busca por uma sonoridade mais latente. “Zulusa” é o quinto disco de Patrícia Bastos e significa a junção de zulus + lusitanos, que somado ao índio, é a origem ancestral da cantora e também a essência do povo amapaense.

Produzido por Dante Ozzetti e Du Moreira na ponte São Paulo – Macapá, priorizaram um tratamento sonoro que coloca a origem regional e amplia seu conteúdo para uma sonoridade de linguagem universal. Seja por meio de inserções eletrônicas, que dialogam com os instrumentos acústicos, ou pelo processo de modulação que permite autonomia dos instrumentos percussivos na sustentação das músicas.

O álbum reúne compositores regionais e também nomes conhecidos nacionalmente, como Luiz Tatit, com o cacicó ‘Causou’, em parceria com Dante Ozzetti; e os cariocas Guinga e Paulo César Pinheiro, autores de ‘Ribeirinho’, composta nos anos 1980, mas nunca gravada e agora, interpretada na voz de Patrícia Bastos e pelo piano sutil e cristalino de Heloísa Fernandes; e o gaúcho Vitor Ramil que contribui com a composição do fado ‘Miss Tempestade’, junto com Ricardo Corona.

E ainda, participações especiais, como a do cantor e compositor paraense Felipe Cordeiro, que assina a faixa ‘Mais Uma’ junto com Júnia Vale; do músico Marcelo Pretto, em ‘Canoa Voadeira’ e ‘Rodopiado’; do Trio Manari, que atua na percussão de todas as faixas do disco, com exceção de “Miss Tempestade” e “Ribeirinho”; além do grupo de percussão Raizes do Bolão, originário do quilombola Curiaú, que participa de duas faixas.

“Zulusa” nasceu à partir da composição da música-título de Celso Viáfora com Joãozinho Gomes. O processo de pesquisa no campo rítmico e autoral das composições durou cerca de um ano e as músicas foram encomendadas aos autores, exclusivamente para esse projeto. Com o lançamento em 2013, os shows também estão previstos para o primeiro semestre do ano.

Dante Ozzetti, um dos produtores do disco, conheceu Patrícia Bastos em 2009, no “Amapá em Cantos”, realizado no SESC Ipiranga, em São Paulo. O evento reuniu diversos artistas do estado do Amapá, que dividiam interpretações com artistas como Zeca Baleiro, Chico Cesar, Vitor Ramil, Celso Viáfora, entre outros.

Compositor, arranjador e violonista, Dante Ozzetti possui formação em arquitetura e música. Já conquistou dois Prêmios SHARP, como Melhor Arranjador e Melhor Disco, e dois prêmios Visa de Música – Edição Compositores – reconhecido pelo júri e voto popular.
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sábado, 15 de março de 2014

Produções de Emmanuel Mirdad: Ano 2005



Dois mil e cinco foi um ano intenso e muito divertido para o produtor cultural baiano Emmanuel Mirdad, que passou a produzir a noite do finado World Bar, onde impulsionou a carreira de bandas de muita farra como Capitão Parafina & Os Haoles e o Clube da Malandragem (na época chamava-se Palossamba), além de continuar a produzir a Besouros do Sertão (inusitada banda cover de Beatles + Raul Seixas). Foi o ano em que a The Orange Poem concluiu seu 1º CD e lançou-o totalmente independente, com produção de Mirdad, quase sem repercussão alguma. Abaixo, a descrição do próprio produtor.



Agente de shows World Bar

Pesquisando novos locais para produzir shows da minha banda The Orange Poem, descobri o World Bar (que funcionava no beco da Off Club – último beco à direita sentido Farol – Barra, Salvador-BA), que não topou minhas sugestões de shows autorais, mas resolveu arriscar a produção do meu “set” de artistas: Besouros do Sertão e Paladinos.

Como as primeiras noites bombaram, o dono me convidou e eu deixei a produção do Tangolomango Bar para assumir as noites do World Bar, em que agenciei diversas bandas, e as principais foram Capitão Parafina & os Haoles, Besouros do Sertão e Palossamba (fotos acima), que sempre encheram a casa com muita satisfação do público. Não ganhava nada do bar por isso, entrava apenas na divisão da bilheteria destinada às bandas (menos a percentagem do bar), ou seja, quase nada.

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Funções - Produtor executivo | Curador | Roadie



Gravação e lançamento do CD 
Shining Life, Confuse World – The Orange Poem

A gravação do primeiro CD da minha banda começou no final de 2004, no estúdio Casa das Máquinas, de Tadeu Mascarenhas, e terminou no início de 2005. Trabalhei como produtor musical e executivo, bancando o processo sozinho, com minhas economias e auxílios familiares. Prensei mil cópias e para lançar e esquentar o CD, produzi outra série de shows, chamada Laranjada Rock, que rolou no World Bar (que funcionava no beco da Off Club – último beco à direita sentido Farol – Barra, Salvador-BA) e foi um fracasso de público.

Quatro shows, com duas bandas convidadas por noite, como Vinil 69, Besouros do Sertão, Pangenianos e Paladinos, entre outras. Nas fotos, imagens da minha primeira aparição em TV, uma matéria sobre o lançamento do CD da Orange Poem para o programa Soterópolis, da TVE Bahia – conseguida porque eu estagiava na rádio Educadora FM, do IRDEB, ou seja, tudo em casa – gravada no World Bar.

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sexta-feira, 14 de março de 2014

Discografia Mirdad: Pássaros de Libra - EP O Primeiro Equilíbrio

EP O Primeiro Equilíbrio (2000) - Pássaros de Libra


Poprock nacional com pegada eletrônica. Juracy do Amor na voz e guitarras e André Magalhães nos arranjos MIDI e samplers. Composições de Emmanuel Mirdad e em parceria com Juracy do Amor. Para ouvir, clique no player laranja abaixo, à esquerda do nome do EP.




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Ouça no Youtube aqui

Informações sobre as composições aqui

Release

Poprock nacional com pegada eletrônica. Juracy do Amor na voz e guitarras e André Magalhães nos arranjos MIDI e samplers. Composições de Emmanuel Mirdad e em parceria com Juracy do Amor. EP demo gravado por André Magalhães entre setembro de 1999 e março de 2000 no Submarino Studios em Salvador/BA. Primeiro trabalho de Mirdad como produtor musical e executivo de álbuns.

Ficha técnica

01) Canção Adeus
02) Antiga Poesia (envelopes perdidos)
03) Sem Toda Amizade, Sem Asas
04) Um Sábado dia 13
05) A Seta

Juracy do Amor: Voz, guitarras e arranjos de cordas
Emmanuel Mirdad: Produção executiva e musical
André Magalhães: Arranjos MIDI (piano, bateria, baixo, etc.) e programação de samplers

Faixas 1, 2 e 5: Letra e música de Emmanuel Mirdad

Faixas 3 e 4: Letra de Emmanuel Mirdad e música de Juracy do Amor

EP demo gravado por André Magalhães entre setembro de 1999 e março de 2000 no Submarino Studios em Salvador/BA.


Contracapa do EP O Primeiro Equilíbrio (2000) - Pássaros de Libra


Label do EP O Primeiro Equilíbrio (2000) - Pássaros de Libra



quinta-feira, 13 de março de 2014

Vamos ouvir: Sacode, do Nevilton

Sacode (2013) - Nevilton

Para ouvir, clique no player laranja abaixo, à esquerda do nome do álbum.



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Release disponível no site do power trio:

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Formado em Umuarama, interior do Paraná, o power trio Nevilton é um dos grandes acontecimentos do rock brasileiro. Após lançar o EP Pressuposto (eleito o quarto melhor lançamento de 2010 pela revista Rolling Stone) e o álbum De Verdade (que trouxe a música “Tempos de Maracujá”, cujo clipe ficou entre os cinco finalistas no mais recente Grammy Latino), o grupo revela Sacode!,coleção de 12 faixas gravadas na mítica Toca do Bandido (RJ), com produção de Carlos Eduardo Miranda e o auxílio inestimável do coprodutor Tomás Magno. O disco é um lançamento do selo Oi Música, que promoveu o concurso Música Para Todo Mundo em 2012, com o objetivo de contratar quatro novos artistas para o seu elenco. A banda foi uma das ganhadoras na categoria voto popular.

Nevilton de Alencar (voz e guitarra), Tiago “Lobão” Inforzato (baixo e vocais) e Eder Chapolla (bateria e vocais), partiram para o estúdio com cerca de trinta canções escritas e a certeza de que precisavam de um produtor que soubesse tirar um som potente de trio. O nome de Miranda logo foi sugerido pela gravadora, levando em conta seus trabalhos com bandas enxutas, caso dos Raimundos, e também os excelentes discos que extraiu de Mundo Livre S/A, Skank, Lobão, Móveis Coloniais de Acaju e Gaby Amarantos. Logo no primeiro ensaio, o gaúcho ficou impressionado com a qualidade do material e o virtuosismo da formação. Sua missão a partir desse dia foi evidenciar a técnica do trio em canções simples e diretas. Algo paradoxal, mas que Miranda atingiu após quatro meses de parceria. Sacode! é o registro de uma jamband que não se perde em longas jams. Consegue agradar tanto o ouvinte mais exigente, que se emociona com instrumentistas esmerilhando, quanto aquele que só quer uma melodia bonita para assoviar.

Como a banda hoje reside em São Paulo, a saudade de Umuarama serviu de inspiração para várias letras do garoto Nevilton, que assina todo o repertório. Saudade e a vida na estrada. Poucos grupos independentes rodam tanto o país – de avião, ônibus ou com os carros que os músicos já tiveram, batizados de Átila, o Uno e Ayrton, o Siena. A banda já esteve em todas as regiões do Brasil mais de uma vez. Nem durante as gravações de Sacode!eles pararam: foram 18 shows no meio do processo.

No aspecto estritamente musical, novas influências entraram no caldeirão do trio. Mas as anteriores não foram descartadas. Quem achava o grupo parecido com o Supergrass dos primórdios, reforçará isso ao ouvir “Porcelana”, que Nevilton escreveu morrendo de saudade da mãe e tocado pela morte do avô. Já os que reconhecem no trio uma pegada que remete ao rock nacional dos anos 80 vão gostar de “Satisfação”, com um riff de guitarra que Frejat assinaria no auge do Barão Vermelho. A bagagem indie rock está concentrada nas belíssimas “Espero que Esteja Melhor” e “Até Outra Vez”, duas faixas que só poderiam ser escritas por alguém que conhece a discografia do Pavement de cabo a rabo. Nelas, o romantismo cheio de esperança de Nevilton amarra os versos. Mas ele também sabe se queixar. “Jardineiro”, que tem tudo para ser o grande sucesso do álbum, trata de alguém cansado de tentar agradar. A canção foi escrita num período em que o cantor estava imerso nos discos do norueguês SondreLerche.

Algumas faixas mais introspectivas também possuem potencial enorme para agradar. Um exemplo é “Crônica”, escolhida para abrir Sacode!na maciota. Já “Friozinho”, que surge no meio da audição, se destaca pelas delicadas harmonizações vocais dos três integrantes (uma constante no álbum) e por sua letra sobre um amor maduro que ainda causa friozinho na barriga. “Noite Alta” fica no meio do caminho entre esse Nevilton mais suave e o comcompunch. O ponto do alto é seu solo de guitarra, com timbre blueseiro.

A mais pesada do disco é a faixa-título. Ela resume a filosofia da banda, que é conhecida na cena alternativa por não conhecer tempo ruim. “Se a barra pesa, sacode”, diz o refrão. Essa tem até solinhos de baixo e bateria. A mais veloz, no entanto, é “Bailinho Particular”, que foi composta como uma guitarrada paraense, mas acabou virando um tema punk por sugestão de Miranda. “Só pra Dizer”, uma música sobre amizade, apresenta a faceta mais funkeada do trio. Ao vivo, o grupo é daqueles que faz tantas estripulias em cima do palco que a plateia é obrigada a ir no embalo. Quem já está familiarizado com a banda, aliás, notará que o cantor tem certa obsessão com o oceano ao ouvir “Vou Ver o Mar”. É natural que ele fantasie sobre isso: a praia mais próxima de Umuarama fica a cerca de 700 quilômetros. Mas o rapaz de 26 anos (Chapolla tem 28 e Lobão, 32) agora mora mais perto do litoral e pode se banhar sem precisar cruzar o continente.

Se com o EP e o primeiro álbum o grupo conquistou tantas coisas – faltou mencionar um concurso que resultou na abertura do show do Green Day, outro rendeu uma abertura para Erasmo Carlos, o Prêmio Multishow 2011 na categoria Experimente, “O Morno” sendo eleita a segunda melhor música de 2010 pela Rolling Stone etc… –,não dá para mensurar o que o novo CD trará para o Nevilton. O que é possível cravar é que a banda está ainda melhor. E ela nunca vai parar. Sacode!

por José Flávio Júnior
fevereiro de 2013
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quarta-feira, 12 de março de 2014

Produções de Emmanuel Mirdad: Ano 2004



Depois de produzir apenas três shows em três anos da sua banda The Orange Poem, o produtor cultural baiano Emmanuel Mirdad decidiu em 2004 colocar a mão na massa no esquema "faça você mesmo" e elaborou a proposta de série de shows chamada Agente Laranja Gueto Cultural, que o Tangolomango Bar, em Salvador-BA, topou fazer na parceria. Foi o primeiro evento criado e executado por Mirdad, que começou também a ser o agente de shows de bandas de rock. Abaixo, a descrição do próprio produtor.



Agente Laranja Gueto Cultural

Temporada de sete shows da banda The Orange Poem no Tangolomango Bar, que funcionava na Rua Alagoas, Pituba, Salvador-BA, com periodicidade quinzenal. Como não conseguia ninguém para produzir a banda em que eu cantava e tocava minhas composições, resolvi tomar a iniciativa. Precisava fazer um caixa pra gravar o primeiro CD, e na minha primeira experiência com produção cultural já foi pensando grande: ao invés de apenas um show, uma janela cultural de produções baianas nas variadas artes: música, poesia, artes plásticas e audiovisual. 

Com o passar das edições, porém, os parceiros convidados começaram a falhar e me deixar na mão que o Agente Laranja Gueto Cultural acabou virando apenas shows musicais mesmo, com a Orange Poem e uma banda convidada. Tocaram no evento as bandas Soma, Pangenianos, Besouros do Sertão, Paladinos, entre outras.

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Agente de shows Tangolomango Bar

Por conta da produção da temporada de shows Agente Laranja Gueto Cultural, em que comecei a articular diversos contatos no meio cultural baiano, o então dono do Tangolomango Bar (que funcionava na Rua Alagoas, Pituba, Salvador-BA) me convidou para tomar conta da programação das noites fracas do bar, inicialmente nos domingos, mas que a partir de outubro foi ampliada para todas as noites, exceto aquelas em que a Mamutes (atração principal da casa) tocava. 

Agenciei diversas bandas, mas as principais foram Paladinos e Besouros do Sertão (fotos acima), que sempre encheram a casa com muita satisfação do público. Não ganhava nada do bar por isso, entrava apenas na divisão da bilheteria destinada às bandas (menos a percentagem do bar), ou seja, quase nada.

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terça-feira, 11 de março de 2014

Discografia de Emmanuel Mirdad



O compositor e produtor musical, fonográfico, executivo e artístico Emmanuel Mirdad começou a registrar suas composições em álbuns a partir de 1999, vinculado inicialmente às bandas que formou e atuou, processo que durou até 2007, quando passou a atuar em produção cultural de eventos e outros artistas. Em 2014, Mirdad voltou a produzir o registro de suas composições.


[2014]
The Orange Poem
Hybrid
Ouça aqui

Álbum duplo com 18 canções psicodélicas e progressivas, e os vocais de Mateus Aleluia, Teago Oliveira, Glauber Guimarães, Nancy Viégas, Mauro Pithon e Rodrigo Pinheiro.



[2014]
The Orange Poem
EP Crowd
Ouça aqui

Uma piano progressiva a la Beatles, um blues psicodélico-épico e um grunge experimental: três composições em inglês de Emmanuel Mirdad com o vocal de Teago Oliveira (Maglore).



[2014]
The Orange Poem
EP Ancient
Ouça aqui

A voz aveludada, de floresta e ancestral do cantor e compositor Mateus Aleluia (ex-Os Tincoãs) encontra o som progressivo da Orange Poem numa experiência ancestrodélica.



[2014]
The Orange Poem
EP Balance
Ouça aqui

A face pesada da Orange Poem, com a voz furiosa e rasgada do cantor Mauro Pithon (Úteros em Fúria e Bestiário) e os solos velozes e nervosos do guitarrista laranja Saint.



[2014]
The Orange Poem
EP Wide
Ouça aqui

Blues, psicodelia e groove rock em duas composições de Emmanuel Mirdad e a única da Orange Poem, com o vocal feminino da múltipla e referencial Nancy Viégas (atual Radiola e ex-Crac!).



[2014]
The Orange Poem
EP Unquiet
Ouça aqui

Psicodelia fina para transcender, rock estradeiro e uma homenagem a Raul Seixas são as três composições em inglês de Emmanuel Mirdad com o vocal do cantor baiano Rodrigo Pinheiro.


EP Ground
Ouça aqui

Blues psicodélico rock progressivo, três composi-ções em inglês de Emmanuel Mirdad com o vocal de Glauber Guimarães (ex-Dead Billies e atual Teclas Pretas e Glauberovsky Orchestra).



[2008]
Universo Telecoteco
Ouça aqui

Bolo doido de rock, groove, MPB, jazz, bossa, reggae e experimentalismo. Destaque para os solos do naipe de sopro. Seis composições de Emmanuel Mirdad e um cover. 



[2008]
EP ID
Ouça aqui

Rock, groove, blues, pop e psicodelia, com participações de músicos das bandas The Orange Poem e Pedradura. Cinco composições de Emmanuel Mirdad com ele no vocal. 



EP O Primeiro Equilíbrio
Ouça aqui

Poprock nacional com pegada eletrônica. Juracy do Amor na voz e guitarras e André Magalhães nos arranjos e samplers. Composições de Emmanuel Mirdad e em parceria com Juracy do Amor.