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Mostrando postagens de março, 2021

Emmanuel Mirdad e o romance “oroboro baobá” no programa Soterópolis TVE

Uma alegria voltar ao programa Soterópolis , da nossa amada TVE , fundamental para a cultura baiana. Foi a segunda vez que tive a oportunidade de falar como escritor, divulgando um livro meu (a primeira foi em 2015 , com o livro de contos “ O grito do mar na noite ”, veja aqui ). No programa de 18/03/2021 , fiz a minha estreia como romancista, autor de “ oroboro baobá ”, lançado pela Penalux em 2020 . Falei sobre a estreia do símbolo oroboro na representação vegetal do baobá , contei sobre os personagens Montanha e Miwa , o movimento, li trechos, conduzido pelas perguntas da querida jornalista Vania Dias (de novo, ô, sorte!). Enfim, mais uma bela edição desse programa fera que é o Soterópolis . Valeu, demais! Não consegue visualizar o player? Veja aqui Info sobre o romance aqui Compre o livro aqui A participação foi destaque nas mídias da TVE e do Soterópolis :

Seleta: Chico Buarque

Chico Buarque (foto: Daryan Dornelles) Eu adoro a voz de Chico Buarque . No seu timbre estranho, a dose de angústia e malandragem que as suas composições exigem, o agridoce que faz os meus ouvidos se interessarem a contemplar as muitas belezas que as suas canções materializam. Seja na fossa ou no samba, no protesto ou na dor de cotovelo, na crônica ou no xaveco, a obra de Chico Buarque forma um dos alicerces mais civilizatórios que impedem que o prefeito, o bispo e o banqueiro apedrejem por completo o nosso Brasil bonito. Na Seleta de hoje, as 116 músicas que mais gosto, gravadas por Chico Buarque , presentes em 36 álbuns da sua discografia (os preferidos: o de 1978 , o vol. 3 , “ Almanaque ”, “ Construção ”, “ Vida ”, “ Paratodos ” e “ Chico ao Vivo ”). Maravilha pura! Ouça no YouTube  aqui Ouça no Spotify aqui 01) Construção [Construção, 1971] 02) Geni e o Zepelim [Ópera do Malandro, 1979] 03) Cálice [Chico Buarque, 1978] 04) Sinhá [Chico, 2011] 05) Angélica [Almanaque, 1981

André Lemos e Emmanuel Mirdad na Felica II

Do domingo 28 de março ao domingo 04 de abril , vai rolar a 2 ª edição da Felica , a Festa Literária da Caramurê . Capitaneada pelo editor e idealizador da festa, Fernando Oberlaender , com a curadoria do escritor e jornalista Breno Fernandes , via recursos do Programa Aldir Blanc Bahia , traz uma extensa programação, e eu tenho a alegria de participar do “ Prosa Boa ”, um bate-papo freestyle sem mediador, com o tema “ Estilo ”, na companhia do sempre estiloso professor & escritor André Lemos , autor do romance “ O Fantasma de Beckett ” (Sulina, 2018), entre outros livros. Na quinta da semana que vem, primeiro de abril , às 14h , venha passar a sua sesta do almoço na nossa companhia! Vamos falar sobre estilo, literatura, cultura, dos nossos livros (mais uma rodada sobre o romance “ oroboro baobá ”, que lancei pela Penalux em 2020 ). A transmissão do live-papo vai ser no instagram da editora Caramurê ( aqui ), com transmissão no YouTube também: TV Caramure . A segunda edição da

Oito passagens de Aleilton Fonseca no livro-poema A terra em pandemia

Aleilton Fonseca (foto: Nara Gentil) “Quem geme e chora por seus filhos dizimados? Em linha de desmontagem: a vida em decomposição. Mortes em alta. Vidas em baixa. Um país sem farol. (...) Nossa tragédia é longa. A travessia mal começou.” “Quantas corpos expiram nos leitos enquanto escrevo estes versos? De repente, eu, que contava os mortos, serei chamado a compor a fila? Quase um milhão de almas perambulam em nossas consciências. Elas não têm para onde ir. São fogos-fátuos, ou vultos opacos. A grande fábula do céu cedeu, faz tempo, às torres que erigimos. Nelas ecoam buzinas, ruminam máquinas; passos, vozes, gemidos (...)” “Incendiários do apocalipse tropical, seguidores do indigitado, A contaminar as ruas e os dias com secreções mentais. A arma entre o indicador e o polegar atira contra a razão. O vírus atravessa por entre seus gritos, em torpe comunhão. Quantas dessas criaturas irão sucumbir à própria loucura? Pobres defensores da besta, meros viventes da terra plana. Caricatos cava

Música para Escrever #61 — Magyar Posse, Tation, KWOON, Seas of Years, Nyctalgia, Elara, Snöhamn, The Absolute End of The World, Cuando la Lluvia Cae e Between Sky & Sea

Os reis do tempo e o vingador aleatório: nós iremos carregá-lo pelas montanhas. O cego, em perplexidade, pensa no quinteto da sensação, em duas partes. O plano das coordenadas 2018 é o show da guilhotina. Quando as flores estavam cantando os contos e os sonhos, os campos sempre inconstantes, dentro da fenda oceânica, a três horizontes de distância, figuram-se uma pitada de eternidade nas profundezas do tempo, em um oceano feito de estrelas. A trilha sonora para um lugar sossegado parte do vapor de água atmosférico congelado em cristais de gelo de uma figura-alma se manifestando em êxtase, a beirar a caminhada estrelada dos diários de sonho. Noutro lugar, ele é um astronauta em dias sem memórias; é o que mais importa. Confira o post #61 da série Música para Escrever , com os melhores sons de post-rock, a alumiar a mente e transcender em palavras. Magyar Posse Pori | Finlândia Facebook aqui Foto daqui Melhor disco para escrever " Kings of Time " (2004) Ouça aqui Para continuar