Pular para o conteúdo principal

At Home with Radiohead


Entre abril e julho desse ano, a banda inglesa Radiohead disponibilizou uma série de shows na íntegra no seu canal do YouTube. “At Home with Radiohead” fez (e continua fazendo) a alegria de muitos fãs isolados, por conta da pandemia do novo coronavírus, e oferece 13 vídeos com vários shows de épocas distintas (entre 1994 e 2018), além dos dois programas “From The Basement”. Consumi todos, gosto demais (Radiohead faz parte da minha tríade sagrada da música), e deixo abaixo uma seleta com os seis shows que mais curti. Som no tubo!

Não consegue visualizar o player? Veja aqui

Live in Belfort [July 1997]
Festival Eurockéennes de Belfort (França)
em 04/07/1997

Setlist:
Lucky | Bones | Airbag | My Iron Lung |
Exit Music (for a Film) | The Bends |
No Surprises | Talk Show Host |
Fake Plastic Trees | Paranoid Android |
Planet Telex | Climbing Up the Walls |
Street Spirit (Fade Out) | Creep | Just

---------

Não consegue visualizar o player? Veja aqui

Live at Bonnaroo [June 2006]
Bonnaroo Music & Arts Festival (Estados Unidos)
em 17/06/2006

Setlist:
There There | 2+2=5 | 15 Step | Weird Fishes/Arpeggi |
Exit Music (For a Film) | Kid A | Dollars & Cents |
Videotape | No Surprises | Paranoid Android |
The Gloaming | The National Anthem | Climbing Up The Walls |
Nude | Street Spirit (Fade Out) | The Bends | Myxomatosis |
How To Disappear Completely | You And Whose Army? |
Pyramid Song | Like Spinning Plates | Fake Plastic Trees |
Bodysnatchers | Lucky | Idioteque | Karma Police |
House of Cards | Everything In Its Right Place

---------

Não consegue visualizar o player? Veja aqui

Live in Saitama [October 2008]
Arena Saitama (Japão)
em 05/10/2008

Setlist:
15 Step | Just | There There | All I Need |
Weird Fishes/Arpeggi | The Gloaming | Optimistic |
Jigsaw Falling Into Place | Idioteque | Fake Plastic Trees |
Bodysnatchers | Videotape | Paranoid Android | Reckoner |
Everything In Its Right Place | My Iron Lung |
How To Disappear Completely

---------

Não consegue visualizar o player? Veja aqui

Live at the Astoria [May 1994]
Teatro Astoria (Inglaterra)
em 27/05/1994

Setlist:
You | Bones | Ripcord | Black Star | Creep |
The Bends | My Iron Lung | Prove Yourself |
Maquiladora | Vegetable | Fake Plastic Trees |
Just | Stop Whispering | Anyone Can Play Guitar |
Street Spirit (Fade Out) | Pop Is Dead | Blow Out

---------

Não consegue visualizar o player? Veja aqui

Live in São Paulo [April 2018]
Allianz Parque (Brasil)
em 22/04/2018

Setlist
Daydreaming | Ful Stop | 15 Step | Myxomatosis |
You and Whose Army? | All I Need | Pyramid Song |
Everything in Its Right Place | Let Down | Bloom |
The Numbers | My Iron Lung | The Gloaming |
No Surprises | Weird Fishes/Arpeggi | 2 + 2 = 5 |
Idioteque | Exit Music (for a Film) | Nude |
Identikit | There There | Lotus Flower |
Bodysnatchers | Present Tense |
Paranoid Android | Fake Plastic Trees

---------

Não consegue visualizar o player? Veja aqui

Live From A Tent In Dublin [October 2000]
Punchestown Racecourse (Irlanda)
em outubro de 2000

Setlist:
The National Anthem | How To Disappear Completely |
Morning Bell | Idioteque | Optimistic | In Limbo |
Paranoid Android | Motion Picture Soundtrack |
Everything In Its Right Place | Just

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Oito poemas de Ana Martins Marques no livro Risque esta palavra

Ana Martins Marques (foto daqui ) História Ana Martins Marques Tenho 39 anos. Meus dentes têm cerca de 7 anos a menos. Meus seios têm cerca de 12 anos a menos. Bem mais recentes são meus cabelos e minhas unhas. Pela manhã como um pão. Ele tem uma história de 2 dias. Ao sair do meu apartamento, que tem cerca de 40 anos, vestindo uma calça jeans de 4 anos e uma camiseta de não mais do que 3, troco com meu vizinho palavras de cerca de 800 anos e piso sem querer numa poça com 2 horas de história desfazendo uma imagem que viveu alguns segundos. Belo Horizonte, 7 de novembro de 2016. -------- Parte alguma Ana Martins Marques Não te enganes: viajar é aborrecido. Num ponto, ao menos, todos os lugares  se parecem: neles já se passou  algo terrível.  As viagens cansam e são tristes.  Viajando apenas constatamos  a repetição tediosa do que existe. Pois para onde quer que compremos passagem levamos a nós mesmos na bagagem. Viajar é conduzir o corpo — esse comboio imundo — a...

Dez passagens de Jorge Amado no romance Capitães da Areia

Jorge Amado “[Sem-Pernas] queria alegria, uma mão que o acarinhasse, alguém que com muito amor o fizesse esquecer o defeito físico e os muitos anos (talvez tivessem sido apenas meses ou semanas, mas para ele seriam sempre longos anos) que vivera sozinho nas ruas da cidade, hostilizado pelos homens que passavam, empurrado pelos guardas, surrado pelos moleques maiores. Nunca tivera família. Vivera na casa de um padeiro a quem chamava ‘meu padrinho’ e que o surrava. Fugiu logo que pôde compreender que a fuga o libertaria. Sofreu fome, um dia levaram-no preso. Ele quer um carinho, u’a mão que passe sobre os seus olhos e faça com que ele possa se esquecer daquela noite na cadeia, quando os soldados bêbados o fizeram correr com sua perna coxa em volta de uma saleta. Em cada canto estava um com uma borracha comprida. As marcas que ficaram nas suas costas desapareceram. Mas de dentro dele nunca desapareceu a dor daquela hora. Corria na saleta como um animal perseguido por outros mais fortes. A...

Dez passagens de Clarice Lispector no livro Laços de família

Clarice Lispector (foto daqui ) “A mãe dele estava nesse instante enrolando os cabelos em frente ao espelho do banheiro, e lembrou-se do que uma cozinheira lhe contara do tempo do orfanato. Não tendo boneca com que brincar, e a maternidade já pulsando terrível no coração das órfãs, as meninas sabidas haviam escondido da freira a morte de uma das garotas. Guardaram o cadáver no armário até a freira sair, e brincaram com a menina morta, deram-lhe banhos e comidinhas, puseram-na de castigo somente para depois poder beijá-la, consolando-a. Disso a mãe se lembrou no banheiro, e abaixou mãos pensas, cheias de grampos. E considerou a cruel necessidade de amar. Considerou a malignidade de nosso desejo de ser feliz. Considerou a ferocidade com que queremos brincar. E o número de vezes em que mataremos por amor. Então olhou para o filho esperto como se olhasse para um perigoso estranho. E teve horror da própria alma que, mais que seu corpo, havia engendrado aquele ser apto à vida e à felici...