“É o tema da nossa vida [‘A pergunta sem resposta’] cheia de contradições, conflitos, confusões, etc., diante da imensidão cósmica que chega até nós como uma formidável quietude. Cientistas (entre eles, Stephen Hawking) têm constatado que essa imensa quietude não é tão quieta quanto nos pode parecer. Não importa. O que vemos, cotidianamente, é o céu imenso, espaço vastíssimo, dia ou noite. É certo que há chuvas e tempestades, mas estas são periféricas à Terra. Os terremotos e maremotos são convulsões do próprio planeta que, além disso, vem sofrendo, cada vez mais, nossas intervenções nocivas. (...) Assim, a imensa maioria do tempo que passamos na vida é sob a misteriosa e profunda quietude sideral. (...) desde menino, um pouco esquisito, tive (e ainda tenho) momentos de, mesmo no meio da maior muvuca carnavalesca, olhar para o céu e sentir que não passamos de vírus em agitação, menos que poeira, diante da imensidão que nos cerca.” “De repente, vi senta...
O lampião e a peneira do mestiço