Pular para o conteúdo principal

Os 10 posts mais acessados do blog em 2013


Dois mil e treze foi o ano que mais postei no blog, que começou em 2009 com o nome Farpas e Psicodelia, e em janeiro deste ano mudou para o simples Blog do Ël Mirdad, incorporando o layout da Mirdad Cultura. Consolidei a seção Pílulas, que sempre apareceu de forma tímida por aqui. Criei as seções Vamos Ouvir, motivado com a divulgação dos trabalhos da nossa música, e Dedicatórias, para compartilhar a coleção de autógrafos dos autores que tanto valorizo. Como sempre foi uma prática do blog, publiquei posts soltos, sem seções - o mais lido foi um deles, uma homenagem ao querido amigo Lucas Sande, que partiu no verão, solar como sempre foi. Com este post, foram 197 publicados ao longo de 2013. Abaixo, você confere os dez mais acessados. Obrigado pelos acessos e até 2014!

1º lugar: LucaSande, o melhor de nós
25/02/13
538 acessos
Acesse aqui

2º) Vamos ouvir: BaianaSystem, o som do verão
20/02/13
400 acessos
Acesse aqui

3º) Parte 01 - O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar
20/05/13
372 acessos
Acesse aqui

4º) Cavalo, de Rodrigo Amarante
03/10/2013
287 acessos
Acesse aqui

5º) Dedicatórias em livros de presente: Clarice Lispector, Rilke, Arnaldo Branco e Saulo Ribeiro
05/09/13
267 acessos
Acesse aqui


6º) Melhores da revista piauí (2007-2012)
25/03/13
255 acessos
Acesse aqui


7º) Seleta dos melhores do Embrulhador
01/04/13
250 acessos
Acesse aqui

8º) Condição Humana, de Guilherme Arantes
10/05/2013
246 acessos
Acesse aqui

9º) Mundança, de Larissa Luz
06/04/2013
228 acessos
Acesse aqui

10º) Dedicatórias: Livros de José Inácio Vieira de Melo
26/08/13
175 acessos
Acesse aqui

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O grito do mar na noite no site do jornal Rascunho

Resenha do livro O grito do mar na noite (Via Litterarum, 2015), publicada no Rascunho #192, de abril de 2016, por Clayton de Souza, disponível para leitura no site do jornal.

Leia aqui

A mesma resenha na versão impressa do jornal aqui

Foto do autor: Sarah Fernandes

Pílulas: Provérbios, de Mãe Stella de Oxóssi

Mãe Stella de Oxóssi (foto: Iraildes Mascarenhas - interferida por Mirdad)

"Criar desculpas para os próprios atos é a melhor maneira de permanecer no erro"


"Quem está vinculado ao sagrado, não deve mentir em seu nome"


"Fé não se impõe"


"Quem desdenha dos defeitos alheios está exibindo os seus"


"Às vezes se precisa perder pouco, para não perder tudo"


"O caminho espiritual pode ser comunitário, porém é sempre solitário"


Provérbios Mãe Stella de Oxóssi (2007)

"O que o destino disser que é, ninguém terá força para dizer que não é"


"Saber morrer faz parte do saber viver"


"Não é sábio aquele que se acha sabido"


"A presença do 'se' mostra a impossibilidade de realização dos desejos"


O provérbio diz: "Não há Orixá como o estômago, pois recebe sacrifícios diariamente". Mãe Stella de Oxóssi interpreta: "O estômago é como uma divindade, precisa ser respeitado e cuidado"

Cinco poemas e três passagens de Ana Martins Marques no livro Da arte das armadilhas

Ana Martins Marques (foto daqui)

Espelho
Ana Martins Marques

                                     d’après e. e. cummings

Nos cacos
do espelho
quebrado
você se
multiplica
há um de
você
em cada
canto
repetido
em cada
caco

Por que
quebrá-
-lo
seria
azar?


--------


Teatro
Ana Martins Marques

Certa noite
você me disse
que eu não tinha
coração

Nessa noite
aberta
como uma estranha flor
expus a todos
meu coração
que não tenho


--------


Penélope
Ana Martins Marques

Teu nome
espaço

meu nome
espera

teu nome
astúcias

meu nome
agulhas

teu nome
nau

meu nome
noite

teu nome
ninguém

meu nome
também


--------


Caçada
Ana Martins Marques

E o que é o amor
senão a pressa
da presa
em prender-se?

A pressa
da presa
em
perder-se


--------


A festa
Ana Martins Marques

Procuramos um lugar
à parte.
Como se estivéssemos
em uma festa
e buscássemos um lugar
afastado
onde pudéssemos
secretamente
nos beijar.
Procuramos um lugar
a salvo
das palavras.

Mas esse
lugar
não há.


--------


"Um dia vou aprender a partir
vou partir
como qu…