Pular para o conteúdo principal

Seleta: Salif Keita

(foto: Lucille Reyboz)

A “Seleta: Salif Keita” destaca as 77 músicas que mais gosto do cantor e compositor malinês (a voz de ouro da África), presentes em 17 álbuns (os prediletos são “M'Bemba”, “Folon”, “Moffou” e “La Différence”).

Ouça no Spotify aqui [faltam 14 músicas]

Ouça no YouTube aqui

Os 17 álbuns participantes desta Seleta

01) Dery [M'Bemba, 2005]

02) Ana Na Ming [Moffou, 2002]

03) Folon [Folon, 1995]

04) Iniagige [Moffou, 2002]

05) Seydou [Folon, 1995]

06) Moussolou [Moffou, 2002]

07) Lony 2006 [M'Bemba, 2005]

08) I Djo Famâ (com Kante Manfila) [The Lost Album, 2005]

09) Nyanyama [Folon, 1995]

10) M'Bemba [M'Bemba, 2005]

11) Here [Moffou, 2002]

12) Seydou [Anthology, 2011]

13) Calculer [M'Bemba, 2005]

14) Africa [Folon, 1995]

15) Tekere [Folon, 1995]

16) Tu Vas Me Manquer [M'Bemba, 2005]

17) Yamore (com Cesária Évora) [Moffou, 2002]

18) Djélé [La Différence, 2009]

19) Namory (com Kante Manfila) [Seydou Bathily, 1997]

20) Samiga [La Différence, 2009]

21) Djigui (com Kante Manfila) [The Lost Album, 2005]

22) Gaffou [La Différence, 2009]

23) Souvent [Moffou, 2002]

24) Laban [M'Bemba, 2005]

25) Bah Poulo [Un Autre Blanc, 2018]

26) N'Toman (com Kante Manfila) [Seydou Bathily, 1997]

27) Ladji (com Buju Banton) [M'Bemba, 2005]

28) La Différence [La Différence, 2009]

29) Mandjou [Folon, 1995]

30) Sina (Soumbouya) [Soro, 1987]

31) Primpin [Ko-Yan, 1989]

32) Waraya [Amen, 1991]

33) Avec Le Temps [Sosie, 1996]

34) Mandela [Folon, 1995]

35) Diawara Fa (com Yemi Alade) [Un Autre Blanc, 2018]

36) Moriba [M'Bemba, 2005]

37) Chérie S'En Va (com Esperanza Spalding) [Talé, 2012]

38) Tiranke [Un Autre Blanc, 2018]

39) Nakana (com Kante Manfila) [The Lost Album, 2005]

40) Papa [Papa, 1999]

41) Bobo [M'Bemba, 2005]

42) Were Were [Un Autre Blanc, 2018]

43) Super Coulou (com Kante Manfila) [Seydou Bathily, 1997]

44) Kamoukié [M'Bemba, 2005]

45) Madan (Gekko Remix) [Remixes from Moffou, 2004]

46) Sumun [Folon, 1995]

47) Lerou Lerou [Un Autre Blanc, 2018]

48) Yambo [M'Bemba, 2005]

49) Kandja (com Kante Manfila) [Seydou Bathily, 1997]

50) San Ka Na [La Différence, 2009]

51) Seydou Bathily (com Kante Manfila) [Seydou Bathily, 1997]

52) Je Suis Venu Te Dire [Sosie, 1996]

53) Sidiki [69–80, 1994]

54) Kuma [Amen, 1991]

55) Mana-Mani [69–80, 1994]

56) 4 V [69–80, 1994]

57) Tono [Amen, 1991]

58) N B'I Fe [Amen, 1991]

59) Simby (com Bobby McFerrin) [Talé, 2012]

60) Marfa [69–80, 1994]

61) Tomorrow (Sadio) [Papa, 1999]

62) Fe-So [Ko-Yan, 1989]

63) Tenin [Ko-Yan, 1989]

64) Nyanafin [Amen, 1991]

65) Wamba [Soro, 1987]

66) Yada [Ko-Yan, 1989]

67) Ignadjidje [The Mansa of Mali... a Retrospective, 1994]

68) Souareba [Soro, 1987]

69) Toura Makan (com Kante Manfila) [The Lost Album, 2005]

70) Katolon [Moffou, 2002]

71) Koukou [Moffou, 2002]

72) Baba [Moffou, 2002]

73) Djembe [The Mansa of Mali... a Retrospective, 1994] 

74) Dalimansa [The Mansa of Mali... a Retrospective, 1994] 

75) Cono [Soro, 1987]

76) Sabou [Ko-Yan, 1989]

77) Sanni Kegniba [Soro, 1987]

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dez passagens de Jorge Amado no romance Capitães da Areia

Jorge Amado “[Sem-Pernas] queria alegria, uma mão que o acarinhasse, alguém que com muito amor o fizesse esquecer o defeito físico e os muitos anos (talvez tivessem sido apenas meses ou semanas, mas para ele seriam sempre longos anos) que vivera sozinho nas ruas da cidade, hostilizado pelos homens que passavam, empurrado pelos guardas, surrado pelos moleques maiores. Nunca tivera família. Vivera na casa de um padeiro a quem chamava ‘meu padrinho’ e que o surrava. Fugiu logo que pôde compreender que a fuga o libertaria. Sofreu fome, um dia levaram-no preso. Ele quer um carinho, u’a mão que passe sobre os seus olhos e faça com que ele possa se esquecer daquela noite na cadeia, quando os soldados bêbados o fizeram correr com sua perna coxa em volta de uma saleta. Em cada canto estava um com uma borracha comprida. As marcas que ficaram nas suas costas desapareceram. Mas de dentro dele nunca desapareceu a dor daquela hora. Corria na saleta como um animal perseguido por outros mais fortes. A...

Oito poemas de Ana Martins Marques no livro Risque esta palavra

Ana Martins Marques (foto daqui ) História Ana Martins Marques Tenho 39 anos. Meus dentes têm cerca de 7 anos a menos. Meus seios têm cerca de 12 anos a menos. Bem mais recentes são meus cabelos e minhas unhas. Pela manhã como um pão. Ele tem uma história de 2 dias. Ao sair do meu apartamento, que tem cerca de 40 anos, vestindo uma calça jeans de 4 anos e uma camiseta de não mais do que 3, troco com meu vizinho palavras de cerca de 800 anos e piso sem querer numa poça com 2 horas de história desfazendo uma imagem que viveu alguns segundos. Belo Horizonte, 7 de novembro de 2016. -------- Parte alguma Ana Martins Marques Não te enganes: viajar é aborrecido. Num ponto, ao menos, todos os lugares  se parecem: neles já se passou  algo terrível.  As viagens cansam e são tristes.  Viajando apenas constatamos  a repetição tediosa do que existe. Pois para onde quer que compremos passagem levamos a nós mesmos na bagagem. Viajar é conduzir o corpo — esse comboio imundo — a...

Dez passagens de Clarice Lispector nas cartas dos anos 1950 (parte 1)

Clarice Lispector (foto daqui ) “O outono aqui está muito bonito e o frio já está chegando. Parei uns tempos de trabalhar no livro [‘A maçã no escuro’] mas um dia desses recomeçarei. Tenho a impressão penosa de que me repito em cada livro com a obstinação de quem bate na mesma porta que não quer se abrir. Aliás minha impressão é mais geral ainda: tenho a impressão de que falo muito e que digo sempre as mesmas coisas, com o que eu devo chatear muito os ouvintes que por gentileza e carinho aguentam...” “Alô Fernando [Sabino], estou escrevendo pra você mas também não tenho nada o que dizer. Acho que é assim que pouco a pouco os velhos honestos terminam por não dizer nada. Mas o engraçado é que não tendo absolutamente nada o que dizer, dá uma vontade enorme de dizer. O quê? (...) E assim é que, por não ter absolutamente nada o que dizer, até livro já escrevi, e você também. Até que a dignidade do silêncio venha, o que é frase muito bonitinha e me emociona civicamente.”  “(...) O dinhei...