Pular para o conteúdo principal

Seleta: Tiken Jah Fakoly

Foto: François Grivelet

A “Seleta: Tiken Jah Fakoly” destaca as 93 músicas que mais gosto do cantor e compositor marfinense, radicado no Mali, Tiken Jah Fakoly, presentes em 13 álbuns e três singles da sua discografia (os prediletos são “Françafrique”, “L’Africain”, “Racines”, “Coup de gueule” e “Dernier appel”).

Ouça no Spotify aqui

Ouça no YouTube aqui

Os 13 álbuns e três singles participantes desta Seleta

01) Massa [Braquage de pouvoir, 2022]

02) Missiri (com U-Roy) [Françafrique, 2002]

03) Ayebada [L’Africain, 2007]

04) Manssa [Bonus, 2016]

05) Christopher Columbus [Racines, 2015]

06) Le pays va mal [Françafrique, 2002]

07) Plus rien ne m’étonne [Coup de gueule, 2004]

08) Foly [L’Africain, 2007]

09) Soungourouba [Françafrique, 2002]

10) Alou Maye (com Saramba Kouyaté) [Coup de gueule, 2004]

11) Libya [Le monde est chaud, 2019]

12) Is It Because I’m Black? (com Ken Boothe) [Racines, 2015]

13) Nazara [Françafrique, 2002]

14) Allah [Coup de gueule, 2004]

15) Dernier appel [Dernier appel, 2014]

16) Le balayeur [Françafrique, 2002]

17) Justice (com U-Roy) [Françafrique, 2002]

18) Délivrance [Mangercratie, 1996]

19) Tata [Dernier appel, 2014]

20) Ça va faire mal [Acoustic, 2024]

21) Soldier (com Akon) [L’Africain, 2007]

22) Otitelena [Cours d’histoire, 1999]

23) Le descendant [Mangercratie, 1996]

24) Alpha Conde [Le Caméléon, 2008]

25) Beau continent (com Dub Inc) [Braquage de pouvoir, 2022]

26) Ça vole [Le monde est chaud, 2019]

27) Ouvrez les frontières (com -M-) [Acoustic, 2024]

28) One Step Forward (com Max Romeo) [Racines, 2015]

29) Slavery Days [Racines, 2015]

30) Koumani [Bonus, 2016]

31) Dakoro [Dernier appel, 2014]

32) Ma Côte d’Ivoire [L’Africain, 2007]

33) We Love Africa [Le monde est chaud, 2019]

34) Quitte le pouvoir (Positive Black Soul) (com Didier Awadi) [Coup de gueule, 2004]

35) Brigadier Sabari [Racines, 2015]

36) Les audits [Le Caméléon, 2008]

37) Djourou [Cours d’histoire, 1999]

38) On a tout compris (Mangercratie) (com Anthony B) [Françafrique, 2002]

39) Nationalité [Cours d’histoire, 1999]

40) Quand l’Afrique va se réveiller [Dernier appel, 2014]

41) Promesses bla bla [L’Africain, 2007]

42) Tête de mule [Le Caméléon, 2008]

43) Arriver à rêver [Acoustic, 2024]

44) I Can Hear (com Winston McAnuff) [Braquage de pouvoir, 2022]

45) African [Racines, 2015]

46) Ngomi [Le monde est chaud, 2019]

47) Viens voir [L’Africain, 2007]

48) Tonton d’America [Coup de gueule, 2004]

49) Africain à Paris (com Horace Andy e Chico César) [Acoustic, 2024]

50) Diaspora (com Alpha Blondy) [Dernier appel, 2014]

51) Politiqui Kele [Cours d’histoire, 1999]

52) Ohba Ohba [Cours d’histoire, 1999]

53) L’Africain [L’Africain, 2007]

54) Le monde est chaud (com Soprano) [Le monde est chaud, 2019]

55) Ça va faire mal [Coup de gueule, 2004]

56) Plus jamais ça [Mangercratie, 1996]

57) Le prix du paradis [Dernier appel, 2014]

58) Africa [Françafrique, 2002]

59) Corona [Corona (single), 2020]

60) An Ka Willi [Bonus, 2016]

61) Kafri [Le Caméléon, 2008]

62) Pourquoi nous fuyons? [Le monde est chaud, 2019]

63) Enfant de la rue (com Grand Corps Malade) [Braquage de pouvoir, 2022]

64) Tous ensemble [Tous ensemble (single), 2023]

65) Police and Thieves [Racines, 2015]

66) Too Much Confusion (com Patrice) [Dernier appel, 2014]

67) Conakry électricité [Bonus, 2016]

68) Rasta [Le monde est chaud, 2019]

69) Question de peau (com Bernard Lavilliers) [Bonus, 2016]

70) Danga [Le Caméléon, 2008]

71) Sundjata [Cours d’histoire, 1999]

72) Crazy World [Mangercratie, 1996]

73) Don’t Worry (com Amadou & Mariam) [Braquage de pouvoir, 2022]

74) Toubabou [Cours d’histoire, 1999]

75) Les martyrs [Cours d’histoire, 1999]

76) Politiciens [Françafrique, 2002]

77) Zimbabwe [Racines, 2015]

78) Hills and Valleys [Racines, 2015]

79) War Ina Babylon (com Nneka e Patrice) [Dernier appel, 2014]

80) Y’en a marre (com Yaniss Odua) [Françafrique, 2002]

81) Baba [Le Caméléon, 2008]

82) Braquage de pouvoir [Braquage de pouvoir, 2022]

83) La guerre est là [Live Salle Pleyel, 2025]

84) Écologie [Le monde est chaud, 2019]

85) L’Afrique doit du fric [Coup de gueule, 2004]

86) Don [Mangercratie, 1996]

87) Sauver [Coup de gueule, 2004]

88) Actualités brûlantes (com Amen Jah Cissé) [Actualités brûlantes (single), 2024]

89) Kungo [Le monde est chaud, 2019]

90) Dieu nous attend [Le monde est chaud, 2019]

91) Les oiseaux du ciel [Bonus, 2016]

92) Saya [Dernier appel, 2014]

93) Tata [Acoustic, 2024]

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dez passagens de Jorge Amado no romance Capitães da Areia

Jorge Amado “[Sem-Pernas] queria alegria, uma mão que o acarinhasse, alguém que com muito amor o fizesse esquecer o defeito físico e os muitos anos (talvez tivessem sido apenas meses ou semanas, mas para ele seriam sempre longos anos) que vivera sozinho nas ruas da cidade, hostilizado pelos homens que passavam, empurrado pelos guardas, surrado pelos moleques maiores. Nunca tivera família. Vivera na casa de um padeiro a quem chamava ‘meu padrinho’ e que o surrava. Fugiu logo que pôde compreender que a fuga o libertaria. Sofreu fome, um dia levaram-no preso. Ele quer um carinho, u’a mão que passe sobre os seus olhos e faça com que ele possa se esquecer daquela noite na cadeia, quando os soldados bêbados o fizeram correr com sua perna coxa em volta de uma saleta. Em cada canto estava um com uma borracha comprida. As marcas que ficaram nas suas costas desapareceram. Mas de dentro dele nunca desapareceu a dor daquela hora. Corria na saleta como um animal perseguido por outros mais fortes. A...

Dez passagens de Clarice Lispector nas cartas dos anos 1950 (parte 1)

Clarice Lispector (foto daqui ) “O outono aqui está muito bonito e o frio já está chegando. Parei uns tempos de trabalhar no livro [‘A maçã no escuro’] mas um dia desses recomeçarei. Tenho a impressão penosa de que me repito em cada livro com a obstinação de quem bate na mesma porta que não quer se abrir. Aliás minha impressão é mais geral ainda: tenho a impressão de que falo muito e que digo sempre as mesmas coisas, com o que eu devo chatear muito os ouvintes que por gentileza e carinho aguentam...” “Alô Fernando [Sabino], estou escrevendo pra você mas também não tenho nada o que dizer. Acho que é assim que pouco a pouco os velhos honestos terminam por não dizer nada. Mas o engraçado é que não tendo absolutamente nada o que dizer, dá uma vontade enorme de dizer. O quê? (...) E assim é que, por não ter absolutamente nada o que dizer, até livro já escrevi, e você também. Até que a dignidade do silêncio venha, o que é frase muito bonitinha e me emociona civicamente.”  “(...) O dinhei...

Oito poemas de Ana Martins Marques no livro Risque esta palavra

Ana Martins Marques (foto daqui ) História Ana Martins Marques Tenho 39 anos. Meus dentes têm cerca de 7 anos a menos. Meus seios têm cerca de 12 anos a menos. Bem mais recentes são meus cabelos e minhas unhas. Pela manhã como um pão. Ele tem uma história de 2 dias. Ao sair do meu apartamento, que tem cerca de 40 anos, vestindo uma calça jeans de 4 anos e uma camiseta de não mais do que 3, troco com meu vizinho palavras de cerca de 800 anos e piso sem querer numa poça com 2 horas de história desfazendo uma imagem que viveu alguns segundos. Belo Horizonte, 7 de novembro de 2016. -------- Parte alguma Ana Martins Marques Não te enganes: viajar é aborrecido. Num ponto, ao menos, todos os lugares  se parecem: neles já se passou  algo terrível.  As viagens cansam e são tristes.  Viajando apenas constatamos  a repetição tediosa do que existe. Pois para onde quer que compremos passagem levamos a nós mesmos na bagagem. Viajar é conduzir o corpo — esse comboio imundo — a...