Pular para o conteúdo principal

Original x Versão - Love Hurts

Boudleaux Bryant e Felice Bryant, compositores de Love Hurts


Na segunda edição da série Original x Versão, um grande clássico lascador de cotovelos: a baladaça Love Hurts. Composta pelo casal country americano Boudleaux Bryant e Felice Bryant, foi gravada pela primeira vez em 1960, pelo duo/grupo The Everly Brothers (confira aqui uma versão de 1983). Porém, foi o gênio Roy Orbison o primeiro a estourar a canção, lá no distante ano de 1961, e que hoje vai defender o lado solitário do Original.

Roy Orbison - Love Hurts



Seguem agora os concorrentes do lado Versão, primeiro com a banda escocesa de hard rock Nazareth, que foi a responsável pelo estouro mundial de Love Hurts, eternizando, em sua versão, uma das mais importantes músicas de motel de todos os tempos (quantos filhos foram gerados com essa trilha!!!) e BG clássico para programas de amor no rádio, nas madrugadas solitárias da grande cidade. Depois, o recém-descoberto monstro sagrado das praias de Belém, Pará: Mike de Mosqueiro, em uma versão que impressiona pela profunda devoção artística, que vai além da letra (discípulo de Monclar - pra quê palavra se há o som?). Confira abaixo:

Nazareth - Love Hurts




Mike de Mosqueiro - Love Hurts




Então, pra responder ao titio Jornalinho, qual é a melhor?

a) Roy Orbison?

b) Nazareth?

c) Mike de Mosqueiro?




.

Comentários

cebola disse…
Entre esses três, Roy Orbinson, claro. Mas minha preferida mesmo é uma de Gram Parsons com Emylou Harris ao vivo que é absurda de perfeita, saca aí:
http://www.youtube.com/watch?v=bj8qnzwHUwo
Anônimo disse…
Por motivos religiosos não posso deixar de votar em Roy Orbison, porém, o melhor solo de guitarra é o do Nazareth e Mike é simplesmente soberbo. valeu a versão de mestre Cebola. Música boa é assim...
abços
Mario
Anônimo disse…
Sem sombra de duvidas. Roy Orbison.
Bjs

Rosangela
Antônion disse…
Também fico com a versão do Roy Orbinson. Mas o Mike de Mosqueiro...fabuloso. Dá até inveja. Ah, e também tem a versão da talentosa e gostosa Joan Jett: http://www.youtube.com/watch?v=2TQ3kjEp5Ik

Foi só por ela que eu não deixei de comentar.
Karkas disse…
Prefiro a do Nazareth, me parece uma versão mais fiel à letra. O vocal do McCafferty passa uma sensação de maior sofrimento.
Mas putz, Roy Orbison é uma baita lenda e cantava um monte, pena que foi cedo. E claro que o grande Mike entra no pódio, mas em 3° lugar com sua ótima versão. hauhauha

Postagens mais visitadas deste blog

O grito do mar na noite no site do jornal Rascunho

Resenha do livro O grito do mar na noite (Via Litterarum, 2015), publicada no Rascunho #192, de abril de 2016, por Clayton de Souza, disponível para leitura no site do jornal.

Leia aqui

A mesma resenha na versão impressa do jornal aqui

Foto do autor: Sarah Fernandes

Cinco poemas e três passagens de Ana Martins Marques no livro Da arte das armadilhas

Ana Martins Marques (foto daqui)

Espelho
Ana Martins Marques

                                     d’après e. e. cummings

Nos cacos
do espelho
quebrado
você se
multiplica
há um de
você
em cada
canto
repetido
em cada
caco

Por que
quebrá-
-lo
seria
azar?


--------


Teatro
Ana Martins Marques

Certa noite
você me disse
que eu não tinha
coração

Nessa noite
aberta
como uma estranha flor
expus a todos
meu coração
que não tenho


--------


Penélope
Ana Martins Marques

Teu nome
espaço

meu nome
espera

teu nome
astúcias

meu nome
agulhas

teu nome
nau

meu nome
noite

teu nome
ninguém

meu nome
também


--------


Caçada
Ana Martins Marques

E o que é o amor
senão a pressa
da presa
em prender-se?

A pressa
da presa
em
perder-se


--------


A festa
Ana Martins Marques

Procuramos um lugar
à parte.
Como se estivéssemos
em uma festa
e buscássemos um lugar
afastado
onde pudéssemos
secretamente
nos beijar.
Procuramos um lugar
a salvo
das palavras.

Mas esse
lugar
não há.


--------


"Um dia vou aprender a partir
vou partir
como qu…

O fim do Blog do Ël Mirdad

Esta é a última postagem do Blog do Ël Mirdad (que um dia já foi Farpas e Psicodelia). Ao fim, foram 1.083 postagens em 8 anos de atividade, de 2009 a 2016. Divulguei o trabalho de muitos artistas, nas áreas da música, literatura e audiovisual (eventos, shows, quadrinhos, etc.), e também o meu trabalho como compositor, escritor e produtor cultural. Das seções que fiz, a que mais me orgulhou foi Leituras. Abaixo, seguem duas imagens com estatísticas que o próprio Blogger oferece, apuradas em 22 de dezembro. O motivo para o fim desse blog é que não assinarei mais como Emmanuel Mirdad, e não tem lógica manter um canal de comunicação vinculado a esse nome.


Algum dia farei outro blog? Acho difícil. Caso faça, divulgarei apenas o meu trabalho como escritor, o único que continua, assinando, a partir de 2017, como Emmanuel Rosa.


Muito obrigado pela sua audiência. E espero que o Google mantenha esse acervo ativo, para quando você quiser voltar por aqui e ler (ou ouvir) algo que lhe agradou, d…