Pular para o conteúdo principal

Livro oroboro baobá (2020), de Emmanuel Mirdad


oroboro baobá
Emmanuel Mirdad
2020 | 356 pg | romance
Capa de Max Fonseca



Download do livro em PDF:
Clique aqui ou aqui

Publicado no Facebook aqui

Edição impressa pela Penalux aqui

Compre aqui

Trechos prediletos aqui

Finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2021 aqui

Live de lançamento aqui  [release da live aqui]

Programa Soterópolis TVE aqui

Lançamento na Fliu 2021 aqui [release aqui]

Programa Conversaria Literária aqui [release aqui]

Prosa Boa [Estilo] na Felica II aqui [release aqui]

Mesa na Flican 2021 aqui [release aqui]

Matéria no Correio e na Folha do Estado aqui

Comentários e indicações aqui

Recomendado pelo Jornal Rascunho aqui

Indicado pelo Literatura & Futebol aqui

Crítica de Breno e Wesley aqui

Release aqui

A jornada para escrever o romance aqui

Sobre o conceito do oroboro de baobá aqui

89 livros mais importantes que li ao escrever o romance aqui

Os trechos do romance foram publicados, separadamente, em posts neste blog; para ler, clique nos números das páginas dos trechos abaixo, após as imagens.




pg 05-08 [Quer trabalhar no mar, gigante?]

pg 09-10 [Com a cabeça dentro do Atlântico]

pg 11-17 [Gigante existe no agora]

pg 18-23 [Mbamba não se entrega à dor]

pg 24-27 [Ela vai se chamar Bartira]

pg 28-33 [E esse galalau joga dominó?]

pg 34-36 [As entranhas da imaginação de Bartira]

pg 37-40 [Marcelino trabalha para o tráfico]

pg 41-43 [Mbamba como o senhor José do Amaral Corrêa]

pg 44-45 [Marcelino e a fama de artilheiro]

pg 46-48 [Antônia e Ranolfo se apaixonam]

pg 49-52 [Gigante não precisa de auxílio]

pg 53-54 [Dá-se o apelido de Dona Tonica]

pg 55-64 [A saga dos antepassados de Bartira]

pg 65-68 [Vai bater o baba, Buri?]

pg 69-70 [Dois ramos de uma mesma árvore]

pg 71-72 [Gigante se esquiva com a rapidez de um fio de cabelo na ventania]

pg 73-78 [Minha bacuri...]

pg 79-89 [O baba na aldeia]

pg 90-91 [Mãe... Sou mãe!]

pg 92-94 [Eu posso lhe tirar o que é mais precioso na sua vida]

pg 95-96 [A escrivã registra Miwa Santos]

pg 97-99 [Sem a presença do passado nem o projeto de herança, figura se incrustar no agora]

pg 100-101 [Uma mulher como a senhora e mainha]

pg 102-104 [Marcelino apresenta Gigante a um por um dos seus funcionários da LAD]

pg 105 [Benivalda se despede das suas meninas]

pg 106-108 [Gigante não responde à imprensa]

pg 109-110 [Preciso experimentar, senão, vou me sentir incompleta...]

pg 111-112 [Eu pago, eu escalo!]

pg 113-114 [O amor originado no sal entre uma litorânea e um interiorano]

Arte: Max Fonseca

pg 115-119 [A decisão das oitavas do Amadô]

pg 120-124 [Rapidão do Esporte! Ágil, interativo e polêmico!]

pg 125-127 [Há algo que impele Miwa a conhecer o rio São Francisco]

pg 128-129 [Sarau Filosófico do Dendê]

pg 130 [Pensa, Bip-bip, pensa...]

pg 131-134 [A foto de Miwa]

pg 135-137 [Não há como fugir]

pg 138-140 [O som do sangue fluindo pelas veias lembra as notas de um violoncelo]

pg 141-142 [Miwa vai morar com ele]

pg 143-146 [Teu nome agora é Montanha!]

pg 147-148 [O medo que paralisa os movimentos e emudece]

pg 149-157 [Primeira partida das quartas do Amadô]

pg 158-159 [A escalada das ameaças e dos abusos]

pg 160-162 [Parece a minha filha...]

pg 163-164 [Na madrugada, nasce o caçula Sanfilippo]

pg 165 [Miwa acorda na emergência]

pg 166-168 [Porto Seguro classificada para a semifinal]

pg 169-170 [Decente até que momento?]

pg 171-172 [Marcelino no Rapidão do Esporte]

pg 173-174 [O tempo é uma ficção. O espaço, também]

pg 175-177 [Trancoso]

pg 178 [Não há despedida]

pg 179 [O dono da mansão se deleita com a vista]

pg 180-181 [Que saudade de você, Miwa!]

pg 182-183 [Primeira partida da semifinal]

pg 184-186 [Dona Tonica consegue uma brecha entre os escombros]

pg 187-189 [Entrelaçam-se a Bahia feminina das águas e a Bahia pai canalha]

pg 190-193 [Mbira... vai... nascer...]

pg 194-195 [Dom Brito arrebata-se pelo Bahia]

pg 196-199 [Segunda partida da semifinal]

Arte: Max Fonseca

pg 200 [O amor de Dom Brito pelo Bahia]

pg 201-204 [Invasão de campo, término imediato da partida]

pg 205-206 [Dom Brito arquiteta o seu retorno ao Bahia]

pg 207 [Benivalda volta a morar em Mucuri]

pg 208-209 [Corumbá tem o olhar do deserto]

pg 210 [Bartira é a mais famosa quituteira da região]

pg 211-215 [Qual é a ocorrência, cidadão?]

pg 216-217 [Dossiê sobre o fotógrafo]

pg 218-219 [Anote... bichim... ele é... ninguém...]

pg 220-221 [Como seria bom ter um filho...]

pg 222-223 [Os Tikmũ’ũn são conhecidos por Maxakali]

pg 224-226 [Montanha surge com as mãos presas]

pg 227-229 [Aposte a sua filha]

pg 230 [É preciso resguardar um produto promissor]

pg 231-232 [Dona Tonica se dedica à criação de Mbira]

pg 233-234 [Ela tem a mesma cara dele...]

pg 235-237 [As índias começam a jornada]

pg 238-239 [Os olhos esbugalhados pela visão iminente da morte]

pg 240-243 [Primeira partida da final do Amadô]

pg 244 [Sob o céu azul, sem nuvens, nenhuma testemunha]

pg 245-246 [Nara e Luzia chegam a Mucuri]

pg 247-248 [Orfanato Deus é Grande]

pg 249-250 [A família Santos acolhe as índias Maxakali]

pg 251-252 [Escombros de incêndios]

pg 253 [Makonga com a foto de Miwa]

pg 254-256 [A turista escolhe a Allée des Baobabs]

pg 257-259 [O baobá Renala]

pg 260 [A justiça é uma ficção. A recompensa, também]

pg 261-263 [Mihasoa pressente a presença de Mutujikaka]

pg 264-265 [As duas mães se abraçam]

Arte: Max Fonseca

pg 266-272 [O ritual em Madagascar]

pg 273-277 [Enquanto o diabo esfrega um olho]

pg 278-279 [Não há nada manifesto, material e incorpóreo, que não seja uma marionete]

pg 280-281 [Ninguém se distrai com a sua presença]

pg 282 [Sumido no mundo, sem rastro e nenhum contato]

pg 283-285 [O couro come pelo morto]

pg 286 [Bartira tenta fazer contato com as entidades]

pg 287 [Nara se estabelece em Mucuri]

pg 288 [O plano obscuro da vida tripudia dos anseios do indivíduo]

pg 289 [Montanha não se importa com as vantagens]

pg 290 [Mkini peregrina por diversas cidades]

pg 291-293 [E desde quando o que se fala é o que se é?]

pg 294-295 [O sonho desperta a intuição de Mkini]

pg 296-307 [Finalíssima do Amadô]

pg 308-309 [Não faz parte do cotidiano das quatro mulheres notícias sobre futebol]

pg 310-312 [Juvêncio, estás a me ludibriar?]

pg 313 [Mkini ouve sussurros dentro da cabeça]

pg 314 [Dom Brito enxerga Mutujikaka]

pg 315-317 [O fim é uma ficção. O recomeço, também]

pg 318-319 [Ô pêga! Você num é mudo?!]

pg 320 [Passear no sereno para tentar atrair algum resquício de sono]

pg 321 [A dor é uma ficção. O sofrimento, também]

pg 322-324 [Escrever também é apagar]

pg 325-326 [Pois tudo o que a forma é hoje]

pg 327-328 [Um suspiro que sobra ao final do sopro de uma brisa]

pg 329 [O menino será criado com muita alegria]

pg 330-333 [A nascente e a foz]

pg 334-336 [As linhas das equações a moldar o enigma]

pg 337 [Mandarei notícias nos seus sonhos]

pg 338-339 [O berro poderia atravessar a fronteira entre as dimensões]

pg 340-341 [Entardece na Allée des Baobabs]

pg 342-345 [Yeba-Miwa! Se for Deus, dança]

Agradecimentos pg. 346-347

Dados sobre o romance pg. 348-353



Contracapa do livro - Arte por Max Fonseca

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dez passagens de Clarice Lispector nas cartas dos anos 1950 (parte 1)

Clarice Lispector (foto daqui ) “O outono aqui está muito bonito e o frio já está chegando. Parei uns tempos de trabalhar no livro [‘A maçã no escuro’] mas um dia desses recomeçarei. Tenho a impressão penosa de que me repito em cada livro com a obstinação de quem bate na mesma porta que não quer se abrir. Aliás minha impressão é mais geral ainda: tenho a impressão de que falo muito e que digo sempre as mesmas coisas, com o que eu devo chatear muito os ouvintes que por gentileza e carinho aguentam...” “Alô Fernando [Sabino], estou escrevendo pra você mas também não tenho nada o que dizer. Acho que é assim que pouco a pouco os velhos honestos terminam por não dizer nada. Mas o engraçado é que não tendo absolutamente nada o que dizer, dá uma vontade enorme de dizer. O quê? (...) E assim é que, por não ter absolutamente nada o que dizer, até livro já escrevi, e você também. Até que a dignidade do silêncio venha, o que é frase muito bonitinha e me emociona civicamente.”  “(...) O dinheiro s

Oito passagens de Conceição Evaristo no livro de contos Olhos d'água

Conceição Evaristo (Foto: Mariana Evaristo) "Tentando se equilibrar sobre a dor e o susto, Salinda contemplou-se no espelho. Sabia que ali encontraria a sua igual, bastava o gesto contemplativo de si mesma. E no lugar da sua face, viu a da outra. Do outro lado, como se verdade fosse, o nítido rosto da amiga surgiu para afirmar a força de um amor entre duas iguais. Mulheres, ambas se pareciam. Altas, negras e com dezenas de dreads a lhes enfeitar a cabeça. Ambas aves fêmeas, ousadas mergulhadoras na própria profundeza. E a cada vez que uma mergulhava na outra, o suave encontro de suas fendas-mulheres engravidava as duas de prazer. E o que parecia pouco, muito se tornava. O que finito era, se eternizava. E um leve e fugaz beijo na face, sombra rasurada de uma asa amarela de borboleta, se tornava uma certeza, uma presença incrustada nos poros da pele e da memória." "Tantos foram os amores na vida de Luamanda, que sempre um chamava mais um. Aconteceu também a paixão

Dez passagens de Jorge Amado no romance Mar morto

Jorge Amado “(...) Os homens da beira do cais só têm uma estrada na sua vida: a estrada do mar. Por ela entram, que seu destino é esse. O mar é dono de todos eles. Do mar vem toda a alegria e toda a tristeza porque o mar é mistério que nem os marinheiros mais velhos entendem, que nem entendem aqueles antigos mestres de saveiro que não viajam mais, e, apenas, remendam velas e contam histórias. Quem já decifrou o mistério do mar? Do mar vem a música, vem o amor e vem a morte. E não é sobre o mar que a lua é mais bela? O mar é instável. Como ele é a vida dos homens dos saveiros. Qual deles já teve um fim de vida igual ao dos homens da terra que acarinham netos e reúnem as famílias nos almoços e jantares? Nenhum deles anda com esse passo firme dos homens da terra. Cada qual tem alguma coisa no fundo do mar: um filho, um irmão, um braço, um saveiro que virou, uma vela que o vento da tempestade despedaçou. Mas também qual deles não sabe cantar essas canções de amor nas noites do cais? Qual d