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Cida Pedrosa e Emmanuel Mirdad na Flican II, com mediação de Maviael Melo


De 08 a 10 de abril, quinta a sábado, vai rolar a 2ª edição da Flican, a Feira Literária de Canudos. Uma realização da Dona Edite Comunicação Integrada, com a curadoria do professor e pesquisador Luiz Paulo Neiva, via recursos do Programa Aldir Blanc Bahia, traz uma rica programação (confira aqui), e eu tenho a alegria de participar da mesa “Literatura, poesia e virtualidade”, na companhia da poeta premiada Cida Pedrosa (minha presidente do Nordeste Independente!), com a maravilha da mediação do multi-artista & produtor Maviael Melo

#sextou com poesia, literatura & Nordeste no sangue dos olhos, simbora, é às 20h desta sexta 09/04, venha se divertir com a gente nessa mesa virtual (assista aqui ou aqui). Estou adorando reencontrar essa mulher incrível que é a Cida, autora do premiado “Solo para vialejo”, e poder bagunçar como foi na Conversaria Literária do amigo Mavi. E, é claro, vou falar sobre o meu romance “oroboro baobá” (Penalux, 2020) também, viva!

PS: Depois da mesa, farra [em casa] garantida com o show do fodaço Targino Gondim, acompanhado de Renan Mendes.



A segunda edição da Feira Literária de Canudos (Flican) será realizada de 8 a 10 de abril, de forma virtual, reunindo escritores, pesquisadores, contadores de histórias, músicos e artistas para discutir temas diversos, permeados pelo universo do sertão real e mítico de Antônio Conselheiro.

Mantendo o tema central da primeira edição, O Sertão vai virar arte, a II Flican será iniciada às 14h do dia 8 (quinta-feira), com um Desfile Literário, seguido da performance Interpoéticas, com Vitória Luísa, Sertão Sol e Paloma Aleôncio.

Esta edição homenageará quatro personalidades pelas suas valiosas contribuições à preservação da memória e da história de Canudos: o professor José Calasans Brandão da Silva (1915-2015), o educador e jornalista Edivaldo Machado Boaventura (1933-2018), o artista plástico Trípoli Francisco Gaudenzi e o premiado fotógrafo Evandro Teixeira.

Durante a II Flican, que é uma realização da Dona Edite Comunicação Integrada, acontecerão palestras, debates, vídeos documentários, exposições e performances artísticas. O modo virtual será potencializado com as redes sociais e recursos tecnológicos avançados, instalações qualificadas e expertises acadêmicas para recolocar na pauta da literatura e da história o simbolismo universal da Guerra de Canudos. 

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Com atividades que contemplam públicos de todas as idades, a Flican tem ainda, entre outros convidados, os jornalistas Xico Sá e Franklin Martins, os escritores Aleilton Fonseca, Franklin Carvalho e Marcelino Freire, o poeta Bráulio Tavares e os diretores teatrais Paulo Dourado e José Celso Martinez, criador do lendário Teatro Oficina. Entre as atrações musicais estão Targino Gondim, Gereba, Fábio Paes, Roze, a Orquestra Sisaleira de Conceição de Coité e Bião de Canudos.

De acordo com o curador da Feira, Luiz Paulo Neiva, a II Flican envolverá as cidades em seu entorno e, neste formato virtual, espera um alcance nacional dada a importância e a simbologia de Canudos para o país.  Se configurará como um conjunto de atividades relacionadas ao conhecimento, à formação, ao apoio ao ensino básico, à produção e à difusão do livro e da literatura brasileira, baiana e regional, tendo como eixo mater de sua temática o sertão, Antônio Conselheiro e Canudos, visando à informação qualificada, ao desenvolvimento do intelecto e ao prazer da escrita e da leitura.

Nas manhãs de sexta e sábado (9 e 10/04), acontecerá a Flicanzinha, no intuito de oferecer uma programação especial para o público infantojuvenil. As atividades envolvem contação de histórias, apresentação de cordel e de poesia, visita virtual ao Memorial Antônio Conselheiro e um relato primoroso, à cargo da Profa. Jocilene Valença Varjão, sobre a Aprendizagem e resistência em tempo de pandemia nas escolas do município, e outra sobre a mulher na vivência poética.

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