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O percurso dos contos (Olhos abertos no escuro, 2ª edição, Emmanuel Mirdad)

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O percurso dos contos
Emmanuel Mirdad


Que seja duro enquanto sempre
2010 — 14 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em alguma data de 2010, intitulada “Que seja duro enquanto sempre”, publicada no meu blog como “Minimico #09”, posteriormente apagado | Revisto em 15/12/2012 | Não foi selecionado para o original do livro “O grito do mar na noite” em 29/05/2014 | Revisto em 19/11/2014 | Revisado por Mayrant Gallo em 08/01/2015 | Revisão de Mayrant Gallo conferida em 11/01/2015 | Publicado como o post “Crônitos #03” no meu blog em 06/02/2015, posteriormente apagado | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 18/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 22/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Que seja duro enquanto sempre” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 12/03/2018 | Revisado editorialmente em 13/03, 14/04 e 08/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Que seja duro enquanto sempre” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 05/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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Amante
23 de abril de 2015 — 14 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 23/04/2015, intitulada “Amante”, a partir de um esqueleto de romance chamado “Mulher bicho ruim, mas eu gosto”, que foi descartado | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 25/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Amante” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 12/03/2018 | Revisado editorialmente em 13/03, 15/04 e 04/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Amante” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 05/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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Cinzas
18 de fevereiro de 2015 — 14 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em uma Quarta-feira de Cinzas, 18/02/2015, intitulada “Cinzas”, publicada como o post “Crônitos #05” no meu blog em 20/02/2015, posteriormente apagado | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 23/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Cinzas” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 07/03/2018 | Revisado editorialmente em 10/03/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 14/03/2018 | Revisado editorialmente em 15/04 + 04 e 05/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Cinzas” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 06/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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Ela não quis
29 de janeiro de 2015 — 14 de agosto de 2024

Esqueleto de romance elaborado em 29/01/2015, intitulado “Ela não quis” | Primeira versão escrita em 23/04/2015, intitulada “Ela não quis”, a partir do esqueleto de romance de mesmo título, que foi descartado | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 17 e 18/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 22/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Ela não quis” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto e revisado editorialmente em 20/03/2018 | Revisado editorialmente em 14/04 e 09/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Ela não quis” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 08/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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Como uma pedra
24 de junho de 2010 — 14 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 24 e 25/06/2010, intitulada “Docinho” (o único conto feito fora de Salvador; no dia 24, em Cruz das Almas, e, no dia 25, em Cachoeira, ambas na Bahia), com o objetivo de ser publicada no blog “Meu Divã é na Cozinha”, de Vanessa Souza | Publicado no blog “Meu Divã é na Cozinha”, de Vanessa Souza, em 29/06/2010 — a jornalista apagou todo o conteúdo do seu blog, posteriormente | Reescrito em 29/11/2012 | Não foi selecionado para o original do livro “O grito do mar na noite” em 29/05/2014 | Reescrito e título modificado para “Como uma pedra” em 21/11/2014 | Revisado por Mayrant Gallo em 14/01/2015 | Publicado como o post “Crônitos #02” no meu blog em 30/01/2015, posteriormente apagado | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 23/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Como uma pedra” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto e revisado editorialmente em 06/03/2018 | Revisado editorialmente em 12/04 e 12/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Como uma pedra” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 08/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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A farsa
2010 — 14 de agosto de 2024

Escrita dos textos “B. e J.” (em alguma data de 2010), “M. e W.” (2010), “B. e D.” (11/03/2011), “T. e C.” (26/07/2011) e “S. e I.” (30/07/2011), publicados no meu blog como “Diálogo #01”, “Diálogo #09”, “Diálogo #14”, “Diálogo #18” e “Diálogo #19”, respectivamente, todos apagados posteriormente e reutilizados no conto | Primeira versão escrita em 01/04/2015, intitulada “A farsa”, publicada, excepcionalmente, nessa mesma data (por conta do feriado de Semana Santa e do fator notícia de ser o dia da mentira) como o post “Crônitos #11” no meu blog, posteriormente apagado (os poemas a seguir foram reciclados no conto [cinco deles oriundos dos textos publicados como “Diálogo” citados acima]: “Solteiro”, “No pé da fonte”, “Chelpo”, “Objetividade masculina”, “Alegria Alegria?”, “É sempre oportuno...” e “A relatividade da posse”, descartados junto ao original do livro “Deserto poema”) | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 23/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “A farsa” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto e revisado editorialmente em 07/03/2018 | Revisado editorialmente em 13/04 e 11/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “A farsa” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 08/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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Qualquer um
25 de fevereiro de 2015 — 14 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 25/02/2015, intitulada “Qualquer um”, publicada como o post “Crônitos #06” no meu blog em 27/02/2015, posteriormente apagado | Incorporado ao conto “Crônitos” em 16/04/2015, junto a mais 05 contos | Desmembrado do conto “Crônitos” em 20/04/2015 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 22/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Qualquer um” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 12/03/2018 | Revisado editorialmente em 13/03, 14/04 e 04/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Qualquer um” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 06/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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Ingênio
05 de março de 2015 — 14 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 05/03/2015, intitulada “Ingênio”, publicada como o post “Crônitos #07” no meu blog em 06/03/2015, posteriormente apagado | Incorporado ao conto “Crônitos” em 16/04/2015, junto a mais 05 contos | Desmembrado do conto “Crônitos” em 20/04/2015 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 22/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Ingênio” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 12/03/2018 | Revisado editorialmente em 13/03, 14/04 + 04 e 05/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Ingênio” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 06/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 14/08/2024.

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Selvagem
22 de janeiro de 2015 — 15 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 22/01/2015 (logo após voltar da sessão de cinema com o filme “Leviatã”, de Andrey Zvyagintsev), intitulada “Selvagem” | Revisto em 23/01/2015 | Publicado como o post “Crônitos #01” no meu blog em 23/01/2015, posteriormente apagado | Incorporado ao conto “Crônitos” em 16/04/2015, junto a mais 05 contos | Desmembrado do conto “Crônitos” em 20/04/2015 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 23/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Selvagem” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 12/03/2018 | Revisado editorialmente em 13/03, 14/04 + 05 e 06/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Selvagem” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 07/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Israel Deodato
29 de outubro de 2005 — 15 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 29/10/2005, intitulada “Ancestro” (baseada no meu poema “Segredos ancestrais”, posteriormente reciclado no poema “Cães pensamentos”, que foi reutilizado no conto “Deserto poema”, antes de ser descartado) | Escrita da sinopse “Israel Deodato” — baseada no conto — em 05/08/2006 | Revisado em 14/09/2007 — inserção de trechos, nomes e/ou ideias da sinopse | Não foi selecionado em 14/04/2008 para o original de um livro que, posteriormente, foi adicionado ao original do livro “Abrupta sede” | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis”, reescrito e título modificado para “Israel Deodato” em 20/04/2018 | Revisado editorialmente em 21/04/2018 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 24/04/2018 | Revisado editorialmente em 24/04 e 10/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Israel Deodato” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 07/08/2024 | Nova e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Impermanência
20 de junho de 2011 — 15 de agosto de 2024

Escrita de um pequeno texto reflexivo em 20/06/2011, postado, à noite, no meu perfil do Facebook, posteriormente publicado no meu blog em 01/07/2011, junto a mais oito textos, no post “À Face do Livro #01”, posteriormente apagado e reutilizado no conto | Escrita do texto “A. e S.” em 30/06/2011, reciclando os meus poemas “Sem prorrogação”, “Sad vive” e “Em bom baianês: ‘Duas puta’” (que foram descartados), publicado no meu blog como “Diálogo #17”, posteriormente apagado e reutilizado no conto | Primeira versão escrita em 12/03/2015, intitulada “Impermanência”, publicada como o post “Crônitos #08” no meu blog em 13/03/2015, posteriormente apagado | Incorporado ao conto “Crônitos” em 16/04/2015, junto a mais 05 contos | Desmembrado do conto “Crônitos” em 20/04/2015 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 22/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Impermanência” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 12/03/2018 | Revisado editorialmente em 13/03, 14/04 e 08/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Impermanência” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 07/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Deserto poema
2010 — 04 de abril de 2026

Escrita do texto “G. e O.” em alguma data de 2010, publicado no meu blog como “Diálogo #07”, posteriormente apagado, reciclado no poema “Do meu vazio cuido eu” que foi reutilizado no conto | Escrita do miniconto “Gonzo” em 30/04/2011, publicado no meu blog como “Minimico #21”, posteriormente apagado, reciclado no poema “Xerox da Xerox da Xerox da Xerox da Xerox da Xerox da” que foi reutilizado no conto | Escrita do texto “B. e M.” em 26/08/2011, publicado no meu blog como “Diálogo #20”, posteriormente apagado, reciclado no poema “Careful with that axe, Eugene” que foi reutilizado no conto | Primeira versão escrita em 17 e 18/04/2015, intitulada “Deserto poema”: a 1ª parte do conto foi baseada nos meus poemas “O alerta de si”, “Têmporas ao chão”, “Cães pensamentos”, “Cacos e adesivos”, “Honrado covarde” e “Do meu vazio cuido eu”; a 2ª parte nos meus poemas “Coerente”, “Céu de Paraty”, “Sinfonia”, “Emissário”, “Agulhas no combate”, “Asno eu”, “Tolinho” e “Xerox da Xerox da Xerox da Xerox da Xerox da Xerox da”; a 3ª parte no meu poema “Careful with that axe, Eugene”; a 4ª parte nos meus poemas “Inútil metáfora”, “Uma casa de asa” e “Um por tudo, todos por nada” (depois dessa reutilização no conto, todos os poemas foram descartados junto ao original do livro “Deserto poema” [a maioria dos poemas desta obra já havia sido reciclada no livro “Nostalgia da lama”]) | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 18/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 23/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Deserto poema” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto em 18/03/2018 | Revisado editorialmente em 19/03, 17/04 e 04/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Deserto poema” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 07/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 15/08/2024 | Mudança na ordem das partes e conto finalizado em 04/04/2026.

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Sem dó
2010 — 15 de agosto de 2024

Escrita do miniconto “Encalhar-se” em alguma data de 2010, publicado no meu blog como “Minimico #04”, posteriormente apagado e reutilizado no conto | Escrita do texto “C. e P.” em alguma data de 2010, publicado no meu blog como “Diálogo #06”, posteriormente apagado e reutilizado no conto | Primeira versão escrita em 18/03/2015, intitulada “Sem dó”, publicada como o post “Crônitos #09” no meu blog em 20/03/2015, posteriormente apagado | Incorporado ao conto “Crônitos” em 16/04/2015, junto a mais 05 contos | Desmembrado do conto “Crônitos” em 20/04/2015, junto a mais 05 contos | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 24/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Sem dó” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto e revisado editorialmente em 06/03/2018 | Revisado editorialmente em 12/04 e 12/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Sem dó” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 08/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Catiripapo
20 de agosto de 2011 — 15 de agosto de 2024

Escrita de um pequeno texto reflexivo em 20/08/2011, postado, à noite, no meu perfil do Facebook, posteriormente publicado no meu blog em 29/08/2011, junto a mais sete textos, no post “À Face do Livro #03”, posteriormente apagado e reutilizado no conto | Primeira versão escrita em 25/03/2015, intitulada “Fraseando”, publicada como o post “Crônitos #10” no meu blog em 27/03/2015, posteriormente apagado | Incorporado ao conto “Crônitos” em 16/04/2015, junto a mais 05 contos | Desmembrado do conto “Crônitos” em 20/04/2015, junto a mais 05 contos | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 25/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Fraseando” em 26/01/2016 | Não foi selecionado para o original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” e título modificado para “Catiripapo” em 20/04/2018 | Revisado editorialmente em 20 e 24/04 + 11/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Catiripapo” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 08/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Hoje é sexta-feira 13
2010 — 15 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em alguma data de 2010, intitulada “Sexta-feira, 13 de agosto”, publicada no meu blog como “Minimico #10”, posteriormente apagado | Revisado em 30/11/2012 | Incorporado ao original do livro “O grito do mar na noite” em 29/05/2014 | Revisto em 19/08/2014 | Descartado do original do livro “O grito do mar na noite” em 20/08/2014 | Revisto em 19/11/2014 | Revisado por Mayrant Gallo em 12/01/2015 | Título modificado para “Hoje é sexta-feira 13” em 26/01/2015 | Publicado como o post “Crônitos #04” no meu blog em 13/02/2015, posteriormente apagado | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 25/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Hoje é sexta-feira 13” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto e revisado editorialmente em 06/03/2018 | Revisado editorialmente em 12/04 e 13/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Hoje é sexta-feira 13” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 09/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Dois talhos
18 de abril de 2015 — 15 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 18/04/2015, intitulada “Play it again, Sam”, baseada nos meus poemas “Lavanderia”, “Tamagotchi” e “Cansaço de balaços” (depois dessa reutilização no conto, os poemas foram descartados junto ao original do livro “Deserto poema”) | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 24/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Play it again, Sam” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto e revisado editorialmente em 06/03/2018 | Título modificado para “Dois talhos” e revisado editorialmente em 11/04/2018 | Revisado editorialmente em 13/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Dois talhos” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 09/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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A interferência arruinadora das inutilidades
23 de julho de 2015 — 15 de agosto de 2024

O primeiro parágrafo do conto “Despedaço” foi escrito em 23/07/2015, retirado em 15/04/2018 para compor um novo conto, intitulado “Equilíbrio” | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 15/04/2018 | Revisto, título modificado para “A interferência arruinadora das inutilidades” e revisado editorialmente em 22/04/2018 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e revisado editorialmente em 24/04/2018 | Revisado editorialmente em 14/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “A interferência arruinadora das inutilidades” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 09/08/2024 | Nova e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Entre o nebuloso e o desanuviado
08 de janeiro de 2006 — 15 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 08/01/2006, intitulada “Intrusoer”, baseada no meu poema “Por baixo da pele”, posteriormente reciclado no poema de mesmo título, lançado no livro “Quem se habilita a colorir o vazio?” | Escrita da sinopse “Miwa” — baseada no conto — em 07/08/2006 (posteriormente, reutilizei Miwa para batizar uma das personagens principais do meu romance “oroboro baobá”) | Revisado em 18/09/2007 — inserção de trechos, nomes e/ou ideias da sinopse | Não foi selecionado em 16/04/2008 para o original de um livro que, posteriormente, foi adicionado ao original do livro “Abrupta sede” | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis”, reescrito, título modificado para “Entre o nebuloso e o desanuviado” e revisado editorialmente em 21/04/2018 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e revisado editorialmente em 24/04/2018 | Revisado editorialmente em 12/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Entre o nebuloso e o desanuviado” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 09/08/2024 | Nova e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Brutalistas
19 de abril de 2015 — 15 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 19/04/2015, intitulada “Brutalistas”, baseada nos meus poemas “Fundo do fígado”, “Atores jornalistas”, “Moloko Veloz”, “Mestre Ganja”, “Obstáculo ovo nascido”, “O elefante azul de catorze”, “Animais extremos”, “VíruSapiens”, “O fantasma”, “Suspensos”, “Matéria morta” e “I’m Tired” (depois dessa reutilização no conto, todos os poemas foram descartados junto ao original do livro “Deserto poema”) | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 29/05/2015 | Revisado editorialmente em 20/06/2015 | Incorporado ao original do livro “Olhos abertos no escuro” em 18/07/2015 | Revisado em 23/08/2015 | Publicado no livro “Olhos abertos no escuro” como “Brutalistas” em 26/01/2016 | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” em 07/12/2017 | Revisto e revisado editorialmente em 06/03/2018 | Revisado editorialmente em 12/04 e 12/05/2018 | Nova revisão de Acácia Melo Magalhães conferida em 21/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Brutalistas” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 09/08/2024 | Terceira e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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Fábula
16 de maio de 2000 — 16 de agosto de 2024

Primeira versão escrita em 16/05/2000, intitulada “Gabriel e Jéssica”, publicada no jornal “Folha da Pituba”, coluna “Andarilho”, em 20/05/2000 | Não foi selecionado em 19/08/2006 para o original do livro “Abrupta sede” | Incorporado ao original do livro “O limbo dos clichês imperdoáveis”, reescrito e título modificado para “Fábula” em 22/04/2018 | Revisado editorialmente em 23/04/2018 | Revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e revisado editorialmente em 24/04/2018 | Revisado editorialmente em 14/05/2018 | Publicado virtualmente no livro “O limbo dos clichês imperdoáveis” como “Fábula” em 28/05/2018 | Selecionado em 07/05/2024 para o original da 2ª edição do “Olhos abertos no escuro” | Revisado editorialmente em 09/08/2024 | Nova e última revisão de Acácia Melo Magalhães conferida e conto finalizado em 15/08/2024.

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