Download no Google Drive aqui Ela gosta, mas não assume Emmanuel Mirdad Faça muito sexo, o quanto aguentar; é tão bom infringir o que tentam enquadrar. E, se for proibido, mais molhada vai estar. Transe na parede, a janela aberta, luz acesa, berre gemidos para o mundo escutar. O que ela gosta é de gozar no tempo e do jeito que ela queira. Lambo e sugo com ritmo, no compasso que ela suinga. Preencho bem duro, amor que fica é o de picadeiro. Os dedos são mágicos, e o urso abraça em concha: os cheiros dos sexos têm fome (come!). Ela quer me encontrar e não vai contar para as amigas (nem um pouquinho). Ao me procurar, a sua boca vai me engolir: receba a minha potência e me beba até o talo. Este é o meu jeito de boa: só gozo depois que ela gozar. Ela gosta, mas não assume que dispensa o homem moderninho sem sustança. Viciada no meu xamego, comigo ela geme e goza, é isso o que importa. Ela gosta, mas não assume.
O lampião e a peneira do mestiço