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Composições de Emmanuel Mirdad


O compositor baiano Emmanuel Mirdad começou a compor em 18 de julho de 1997, quase sempre baseado no violão de nylon, de forma autodidata, inicialmente inspirado por Renato Russo até desenvolver seu estilo próprio, sempre muito variado, de rock progressivo e psicodélico, blues, groove, música brasileira e em inglês, instrumental, pop e experimental, trilhando uma parte de sua produção poética, mais simples que a dedicada à literatura. Essencialmente as melodias são compostas em cima de poemas seus, mas há algumas parcerias na sua obra. Mirdad é compositor e produtor da banda de rock psicodélico progressivo The Orange Poem. Produziu e cantou na banda Pedradura, e produziu o projeto Pássaros de Libra, ambos com músicas suas e algumas parcerias. O seu instrumento é o violão base, seja de nylon ou de 12 cordas de aço. Neste post, que será atualizado sempre que lançar um novo trabalho, você pode conhecer as composições de Mirdad.

[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Mateus Aleluia

Blues épico que traz no poema a constatação dos cortes que a humanidade faz em sua própria carne frágil. O nobre Mateus Aleluia interpreta a canção com o pesar grave do blues, filho do banzo e da diáspora forçada dos africanos durante a abominável escravidão. Destaque para a linda performance sentimental dos solos do guitarrista Zanom.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Glauber Guimarães

Fiel representante do melhor lado laranja, o psicodélico progressivo, é o principal blues em F#m da obra de Mirdad, sua canção predileta do repertório The Orange Poem. O poema é um retrato da solidão de um ser por escolha, por exclusão, que não significa sofrimento e sim a sobrevivência de sua integridade e caráter. Destaque para os solos de Zanom e a voz pelo cantor e compositor Glauber Guimarães.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Glauber Guimarães

Mãe da Orange Poem, foi a primeira composição laranja, que originou o retorno de Mirdad às composições e à aventura de formar banda e tentar seguir carreira musical. Representa a jornada introspectiva de um ser angustiado, que se depara com a infância problemática. Destaque para o clima etéreo criado pelo guitarrista Fábio Vilas-Boas e as vozes fluidas de Glauber Guimarães.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Teago Oliveira

Representante fiel da psicodelia progressiva laranja, é minimalista nos detalhes e efeitos de guitarra de Zanom e Fábio Vilas-Boas e nas interpretações vocais a la Seattle de Teago Oliveira. É um blues avançado de Emmanuel Mirdad, com refrão clássico e posfácio pesado, considerada uma das cinco melhores músicas do repertório da Orange Poem.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Ildegardo Rosa
& Mateus Aleluia

Uma ode ao despertar do homem, com a voz do poeta e filósofo Ildegardo Rosa (1931-2011), o Mestre Dedé, recitando em português uma compilação de catorze poemas seus. O cantor e compositor Mateus Aleluia apresenta o poeta Mestre Dedé e faz vários vocalizes na parte épica-progressiva da música.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Nancy Viégas

Blues progressivo, com tempero psicodélico, espaço democrático de improvisação dos músicos da Orange Poem e uma diva bluesy na voz. Foi a primeira composição de Emmanuel Mirdad, iniciada em julho de 1997, e só concluída agora, após diversas versões e mudanças de melodia (a 1ª estrofe é a única que se mantém idêntica à versão original).

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[2008]
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Intérprete:
Mirdad

É um blues faroeste sertanejo, que narra a saga de um cego milagreiro que traz o belo que transparece humildemente. Uma das canções prediletas de Mirdad, gesta desde sua origem um grande sonho para o compositor baiano: que o mestre do folk brasileiro Zé Ramalho pudesse gravar sua voz de trovão na saga do milagreiro.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Teago Oliveira

Primeira faixa que destaca o piano na Orange Poem, representa bem sua face progressiva, em três atos. Destaque para o piano de Tadeu Mascarenhas e a bela interpretação de Teago Oliveira. Os versos de Emmanuel Mirdad trazem a urgência da juventude em viver o máximo que puder, enquanto o tempo não traz o envelhecimento inevitável.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Nancy Viégas

Psicodelia progressiva da Orange Poem, uma bela canção bem ambientada por efeitos de guitarra e uma interpretação fluida nos momentos suaves e forte/rasgada nos momentos altos da cantora Nancy Viégas. Os versos tratam de algumas automações de uma vida moderna, de correspondências perdidas, poesias ao redor e referências a Salvador Dalí e Clarice Lispector.

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[2008]
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Intérprete:
Pedradura

Um artista hypado tem substância mesmo ou o seu brilho é forjado por uma imprensa leniente? A canção “Danilo na Ceia das Hienas” (o nome é uma homenagem a “Daniel na Cova dos Leões” de Renato Russo) ironiza as relações lascivas entre os jornalistas moderninhos e seus amigos de fora da grande mídia.

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[2008]
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Intérprete:
Mirdad

Psicodelia progressiva, faz uma homenagem ao som da Orange Poem e ao filósofo e poeta Ildegardo Rosa (1931-2011), o Mestre Dedé. Com a cadência circense da bateria, o baixo hipnótico e mântrico e floreios etéreos de guitarra, o poema é irônico e provocador.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Rodrigo Pinheiro

Uma das mais belas canções do repertório da Orange Poem, com destaque para os belos arranjos dos guitarristas Zanom e Fábio Vilas-Boas e a voz folk do cantor Rodrigo Pinheiro. A banda desligava todas as luzes do estúdio e decolava para uma outra galáxia. Inquieto ser que abre a janela e se questiona: devo atirar-me à busca no mundo ou aprofundar-me no casulo de minhas dúvidas surdas?

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Glauber Guimarães

Blues estradeiro, com passagens psicodélicas e teatrais. Os versos são locados em um funeral, e o personagem da canção ouve a voz que guia a narrativa, aconselhando-o. A composição foi gravada pela banda The Orange Poem em 2006, e a voz regravada pelo cantor e compositor Glauber Guimarães.

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[2008]
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Intérprete:
Pedradura

Um duelo entre o crente, que diz: “Não me interessa se a dúvida está a me perseguir desde que aprendi o sentido de minha curta existência”, e o ateu, que retruca: “Mas que audácia afirmar o caminho se é você que mesmo cria o que for pra te manter vivo”.

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[2008]
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Intérprete:
Pedradura

Groove que se torna roots reggae, traz no poema o questionamento sobre o uso de cirurgias plásticas, afinal o crucial é “ficar seguro da exposição da eterna sonolência dos disfarces e padrões”. Registrada pela banda bolo doido Pedradura com naipe de metais e efeitos percussivos.

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[2014]
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Intérprete: 
The Orange Poem & Mauro Pithon

Batizada de “hino de taverna alemã”, traz uma sonoridade festiva da Orange Poem com nuances harmônicos, marcada pelo riff adesivo criado por Zanom e pelos velozes solos de Fábio Vilas-Boas. Em contrapartida à celebração da melodia e do ritmo, o poema traz a profundidade de um duelo espiritual. No vocal, a força de Mauro Pithon.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Mauro Pithon

Harmonia baseada em riffs, com pegada de heavy metal e destaque para a velocidade e força dos solos de Fábio Vilas-Boas e a voz brutal e furiosa de Mauro Pithon. O poema fala de um ser que ousa encontrar o sentido da vida e simplesmente não dá a mínima às ameaças do mundo que insiste em aprisioná-lo.

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[2008]
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Intérprete:
Pedradura

Composta no dia de São João em 2007, é uma canção farpa de apresentação do trabalho crítico da Pedradura e que tem uma das mensagens prediletas de Emmanuel Mirdad, uma pancada contra o racismo. Os arranjos de metais foram feitos por Mirdad e seu amigo Gabriel Franco, músico formado na Ufba.

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[2008]
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Intérprete:
Mirdad

Groove com naipe de metais, traz na letra o poema “Nu, Tempestade”, um dos prediletos do poeta Emmanuel Mirdad, presente no livro “Nostalgia da lama” (Cousa, 2014), que traz a perplexidade do ser humano que descobre que não há sentido, e por não estar nem fixo, nem pássaro, como irá concretar sua existência.

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[2008]
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Intérprete:
Mirdad

Mistura braba de groove blues, com pitada de faroeste surf music e um refrão pop. A sequela é grata aos teclados de Tadeu Mascarenhas e à voz “espírito” de Ildegardo Rosa (1931-2011), pai do compositor, e às risadas macabras do cantor. O poema trata da dualidade do ser humano e a importância da pertença do mal, desde que seja dosado.

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[2000]
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Intérprete:
Pássaros de Libra

Jungle-balada que reflete sobre o erro de lamentar a morte por muito tempo. No vocal, Juracy do Amor, e nos arranjos e programações, André Magalhães. A letra foi reaproveitada na canção “Farewell Song”, do repertório da banda The Orange Poem.

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[2000 / 2008]
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Intérpretes:
Pássaros de Libra | Mirdad

Considerada pelo compositor a sua melhor canção pop em português, foi gravada primeiro pelo Pássaros de Libra em 2000 e depois por ele mesmo no EP ID em 2008. Mas nenhuma das duas é a versão definitiva; é preciso registrar uma terceira versão, que una os arranjos e andamento da primeira versão, e a letra da segunda.

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[2008]
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Intérprete:
Pedradura

Faixa de abertura do álbum “Universo Telecoteco”, representa a proposta ácida, gruventa e de fusão da banda Pedradura. Uma canção pretensiosa, com melodia chatinha e letra horrorosa, mas as palavras são dispensáveis, pois o que importa é a dança.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Mateus Aleluia

Etérea progressão de tom menor para maior construída pela combinação de vários vocais entoados como um cântico espiritualista, violão 12 cordas, riffs e slides psicodélicos e a potente voz de floresta de Mateus Aleluia, com o seu grave de chão, terra, e o seu agudo de folhas e vento.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Teago Oliveira

A função desta canção era permitir que a improvisação e a experimentação da Orange Poem corressem soltas; a banda nunca a tocou de uma mesma forma. Destaque para o solo de bateria de Hosano Lima Jr. O poema é uma homenagem a 17 músicas do Pink Floyd; a cada verso, uma lembrança de canções como “Dogs”, “Echoes” e “Cymbaline”, entre outras.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Rodrigo Pinheiro

Flertando com os anos 80, traz uma sonoridade diferente da obra da Orange Poem: um progressivo que mistura U2 com The Cure, além de uma homenagem à surf music de Dick Dale na voz folk de Rodrigo Pinheiro. O poema é um relato de um inconformado, disparando contra a reprodução a esmo ao invés da própria criação, que pede canções ao invés de discursos, propõe matar todos os ícones e soterrar seu legado, e sentencia: não há evolução.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Mauro Pithon

Hard rock estradeiro da Orange Poem, com riff setentista e o peso firme de uma cadência excitante. É a única parceria musical entre Emmanuel Mirdad (poema e melodia) e o guitarrista Fábio Vilas-Boas (riff e harmonia). Destaque para os seus solos velozes e flutuantes e a voz de motosserra de motor cabra macho de Mauro Pithon.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Rodrigo Pinheiro

O poema traz uma homenagem a uma foto de Raul Seixas, que profetizava o que iria cair e o que iria subir; Mirdad pegou as palavras e desenvolveu as relações e causas das quedas/subidas. Nos arranjos, destaque para o sintetizador de Tadeu Mascarenhas e um jeito peculiar de tocar guitarra, com a “marimba” de Zanom e os “teclados” de Fábio Vilas-Boas.

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[2014]
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Intérprete:
The Orange Poem & Nancy Viégas

Primeira composição em conjunto da Orange Poem, traz uma sonoridade diferente de groove rock, mas com solos diversos, do nervoso ao suingue, do blues-rock ao sintetizador psicodélico, intercalando com o groove pesado do baixo e muita plasticidade e rítmica nas interpretações vocais de Nancy Viégas.

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[2014]
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Intérprete:
Quarteto de Cinco

Gravada pela banda baiana Quarteto de Cinco, com produção de Emmanuel Mirdad, compositor da música, no estúdio Caverna do Som por Irmão Carlos em Salvador/BA, traz a sonoridade do rock progressivo com a crônica de um flerte inusitado que expôs a miséria implícita de quem de fato mendiga. 

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[2000]
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Pássaros de Libra

Segunda parceria do duo Pássaros de Libra, tem a melodia guitarreira influenciada pelo Barão Vermelho composta pelo guitarrista Juracy do Amor (que também canta), e a letra escrita por Emmanuel Mirdad como uma homenagem aos colegas de ginásio. É uma canção que trata das amizades perdidas pelo caminho.

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[2000]
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Intérprete:
Pássaros de Libra

Primeira parceria composicional do duo Pássaros de Libra, tem a melodia poprock composta pelo guitarrista Juracy do Amor (que também canta) e a letra de dor de cotovelo escrita por Emmanuel Mirdad, que trata da horrível angústia de esperar pelo telefonema de um ex-amor. Destaque para os eficientes arranjos criados por André Magalhães, um especialista em música pop.

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[2000]
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Intérprete:
Pássaros de Libra

A canção mais popularesca das composições de Emmanuel Mirdad, nasceu com a função de ser hit, com uma letra pobre e melodia fácil e pegajosa. Destaque para o dueto no final entre o guitarrista Juracy do Amor (que também canta) e o tecladista André Magalhães (que também fez os arranjos).

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